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Empresa

Eneva conclui Plano de Estabilização

13/11/2015 | 12h43

 

A Eneva – empresa em recuperação judicial – apurou um ebitda ajustado de R$ 86,9 milhões no terceiro trimestre de 2015. O resultado foi quatro vezes maior que o registrado no mesmo período em 2014 e consolida a melhoria da gestão operacional dos ativos da companhia. Em linha com as metas determinadas em seu Plano de Estabilização para promover a redução das despesas operacionais, a ENEVA registrou ainda um corte de 41,9% neste item, o que resultou em economia de R$ 10,4 milhões, puxada principalmente pelas rubricas “custos com pessoal” e “serviços terceirizados”, na comparação dos resultados do terceiro trimestre de 2015 com igual período em 2014.

“Os resultados obtidos confirmam o compromisso da companhia com a redução de despesas e melhoria da gestão operacional. As medidas adotadas desde 2014, somadas à finalização do aumento de capital, foram fundamentais para a conclusão do Plano de Estabilização da ENEVA”, afirma o CEO da companhia, Alexandre Americano.

Companhia conclui o aumento de capital

No dia 5 de novembro, a ENEVA homologou o aumento de capital privado, no valor total de R$ 2,3 bilhões. A operação permitiu a contribuição de ativos no valor total de R$ 1,3 bilhão, a conversão de 40% da dívida dos credores em ações da ENEVA, no valor de R$ 983 milhões – o que, somado à redução de 20% do valor de créditos de cada credor em montantes superiores a R$ 250 mil, resultou na redução da dívida da holding de R$ 2,4 bilhões para uma dívida de longo prazo de cerca de R$ 983 milhões –, e a contribuição, por acionistas minoritários, em dinheiro, de aproximadamente de R$ 9,1 milhões.

Aquisição de blocos exploratórios na Bacia do Parnaíba

Com o objetivo de assegurar o fornecimento de gás para a expansão do Complexo Parnaíba, a ENEVA arrematou, em consórcio formado pela sua subsidiária Parnaíba Participações e a BPMB, o bloco PN-T-84, durante a 13ª Rodada de Licitações da ANP, no dia 7 de outubro. Na mesma rodada, as afiliadas da ENEVA, Parnaíba Gás Natural e BPMB, adquiriram, individualmente ou por meio de parcerias, outros seis blocos exploratórios (PN-T-69, PN-T-87, PN-T-101, PN-T-103, PN-T-146 e PN-T-163), também localizados na Bacia do Parnaíba.

Aneel determina o ressarcimento de custos de indisponibilidade pagos a mais

Recentemente, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) determinou que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) promova o reembolso dos custos de indisponibilidade (ADOMP) pagos a mais pelas usinas termelétricas Parnaíba I, Parnaíba III e Pecém II, do início de operação até julho de 2014. A metodologia aplicada deverá considerar uma média móvel de 60 meses da disponibilidade efetiva e representa o ressarcimento em uma única parcela de aproximadamente R$ 185 milhões.



Fonte: Redação/Assessoria
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