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Lucro

Energisa apresentou um lucro líquido de R$ 572,6 milhões e cresce 192% em 2017

15/03/2018 | 13h32

O Grupo Energisa registrou lucro líquido consolidado de R$ 572,6 milhões em 2017, aumento de 192% em relação a 2016. No 4T16, o lucro líquido consolidado foi de R$ 232,6 milhões, ante os R$ 35,2 milhões registrados em 2016, um crescimento expressivo de 560%. Apesar do cenário de baixo crescimento econômico no país, os resultados da empresa mantiveram a trajetória de expansão. A receita líquida consolidada cresceu 15% em relação ao ano anterior e chegou a R$ 13,6 bilhões, enquanto o EBITDA Ajustado Consolidado foi de R$ 2,4 bilhões, aumento de 15,7% na mesma base de comparação. Os bons resultados obtidos ao longo do ano e o foco em excelência foram reconhecidos pelo mercado: as ações da Energisa tiveram, em 2017, a maior valorização entre as empresas do setor elétrico, com alta de 50,5% no período.

Na contramão do cenário de quase retração no Brasil, as vendas de energia da empresa encerraram o ano com crescimento de 3,7%, índice superior à média de 0,8% registrada no país (dados da EPE). No total foram 29.620 GWh consumidos em todas as áreas de concessão do Grupo – total de nove distribuidoras –, um recorde histórico, sinalizando a recuperação gradual do mercado de energia. O forte crescimento da agropecuária, que chegou a 13%, puxado pela safra recorde de grãos, representou a principal contribuição para o resultado positivo do PIB nacional em 2017, contribuiu para a expansão do consumo nas áreas de concessão da Energisa no Centro-Oeste – Mato Grosso e Mato Grosso do Sul cresceram, respectivamente, 6,6% e 5,4% – e Norte, na concessão do Tocantins, que expandiu 2,7% no período. No ano, a classe industrial cresceu 2,3%, enquanto a residencial expandiu 3,9%.

"Mesmo em um ambiente desafiador, entregamos resultados consistentes, o que reafirma nosso foco na eficiência, simplicidade e agilidade no jeito de fazer negócio e na condução sustentável das nossas atividades, gerando valor para todos os stakeholders. Apesar da ainda tímida recuperação do país, para a Energisa foi um ano marcado não apenas pelos bons indicadores financeiros, mas também por investimentos significativos – que permitem continuamente o bom desempenho e a melhoria das nossas operações e serviços – e muita disciplina e prudência financeira, que nos ajudam a navegar por momentos mais adversos", afirma Ricardo Botelho, diretor-presidente do Grupo Energisa.

O quarto trimestre impactou fortemente o consumo de energia em função de temperaturas mais elevadas e da aceleração das vendas para a indústria. No 4T17, houve aumento de 6,3% do consumo em relação a igual período do ano anterior, totalizando 7.644,9 GWh. Todas as classes apresentaram variação positiva no período, com destaque para a residencial e a industrial, que apresentaram crescimento de 6% (154,1 GWh) e 7,7% (118,2 GWh), respectivamente.

A dívida líquida consolidada totalizou R$ 7 bilhões em dezembro de 2017, contra R$ 6 bilhões em dezembro de 2016. A empresa manteve uma relação saudável de dívida líquida por EBITDA Ajustado, que ficou em 3,0 vezes, em linha com os 2,9 vezes registrados em 2016, mesmo com os relevantes investimentos realizados.

Investimentos

Os investimentos realizados pela Energisa em 2017 somaram R$ 2 bilhões. Os recursos foram destinados, principalmente, a ativos elétricos nas distribuidoras do Grupo, que receberam R$ 1,1 bilhão do montante, a fim de promover a expansão e reforço da rede e a melhoria contínua da qualidade da energia. No 4T17, o investimento foi de R$ 456,6 milhões, sendo R$ 285,3 milhões em ativos elétricos. Para 2018, a Energisa planeja investir R$ 1,8 bilhão, dos quais cerca de R$ 1,6 bilhão nas nove distribuidoras do Grupo. Nas transmissoras do Grupo serão investidos cerca de R$ 92 milhões, na consecução dos Lotes 3 e 26 vencidos no leilão de abril de 2017.

Transmissão

No ano passado, a Energisa apostou na expansão e diversificação dos negócios do Grupo, ingressando no segmento de transmissão de energia elétrica. A companhia venceu o leilão para a construção de duas linhas de transmissão de energia, nos estados de Goiás e Pará, que estarão concluídas até 2021 e 2022, respectivamente, e ampliarão a qualidade do fornecimento de energia e a segurança do sistema, especialmente no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Perdas e Inadimplência

As perdas totais consolidadas do Grupo Energisa em 2017 somaram 4.080 GWh, representando 11,81% da energia injetada, queda de 0,57 ponto percentual em comparação com dezembro de 2016. Pelo quinto trimestre consecutivo, a trajetória das perdas de energia consolidadas apresentou declínio e encerra o ano dentro do limite regulatório. As concessões que mais contribuíram para a boa redução das perdas consolidadas em 2017 foram a Energisa Paraíba, Energisa Mato Grosso, Energisa Mato Grosso do Sul e Energisa Tocantins. As reduções das perdas do Grupo são resultado de expressivos investimentos em equipes de combate e tecnologias que inibem este tipo de ilegalidade.

Em 2017, a inadimplência (calculada pela relação percentual entre a provisão para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) e o fornecimento faturado, no período de 12 meses) foi de 0,67%, 0,42 ponto percentual acima da registrada em 2016 (0,26%). Esse aumento deve-se, principalmente, a fatores não recorrentes no Mato Grosso em junho e setembro de 2016, devido a renegociação com clientes no montante de R$ 99 milhões. Compensando parcialmente esse efeito, no 4T17 houve reversão de provisão em Sergipe, referente ao acordo com a CODEVASF, referente a dívida anterior a 1997.

Indicadores de qualidade

Todas as distribuidoras do Grupo apresentaram redução do FEC (frequência das interrupções) em 2017 e continuam abaixo dos limites regulatórios. Em relação ao DEC (duração das interrupções), os melhores desempenhos ocorreram nas distribuidoras do Sudeste e Nordeste, cujos resultados se encontram abaixo do limite regulatório, com destaque para EMG (-18,6%), ENF (-20,1%) e EBO (-18,7%), que estão no seu menor nível histórico.

O ambiente climático nas áreas de concessão das distribuidoras do Centro-Oeste e Norte foi bastante desafiador se comparado com o ano de 2016. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), no Mato Grosso do Sul, o índice de descargas atmosféricas em 2017 foi 65% maior do que em 2016. Ainda assim, a EMS encerrou o ano dentro da meta regulatória. O estado do Tocantins também vivenciou situação climática similar e observou-se elevação de 173% nas descargas atmosféricas em 2017. No entanto, a execução do plano de recuperação da qualidade na ETO foi bem sucedida, dada a redução de 4,26 horas no DEC da concessão no ano e na proximidade com a meta regulatória.

Ranking ANEEL 2017

As unidades da Energisa tiveram bom desempenho no ranking da Continuidade do Serviço 2017, divulgado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Entre as grandes distribuidoras do país, com quantidade de unidades consumidoras maior que 400 mil, a Energisa Minas Gerais ocupa a 1ª posição, com indicador de desempenho global de continuidade (DGC) de 0,64. Já a Energisa Paraíba alcançou o 3º lugar do ranking, com DGC de 0,70.

Na avaliação das pequenas distribuidoras – aquelas em que o número de unidades consumidoras é menor ou igual a 400 mil –, a empresa também teve destaque. A Energisa Borborema ficou com a 1ª colocação geral do país, com DGC de 0,28, e a Energisa Nova Friburgo ficou na 5ª posição, com DGC de 0,45.

O ranking da Continuidade do Serviço 2017 se baseia no DGC, que mede a qualidade do fornecimento das empresas por meio da comparação entre os valores apurados e limites anuais dos indicadores de qualidade DEC e FEC.

Fusão Distribuidoras em SP e PR

O ano foi marcado por movimentos importantes para o Grupo, como a consolidação da Energisa Sul-Sudeste, viabilizada após a conclusão da fusão de cinco distribuidoras dos estados de São Paulo e do Paraná. Foi um processo pioneiro autorizado pela Aneel e que traz ganhos de eficiência relevantes para empresa e clientes.

Oferta Pública para Aquisição das Ações da Energisa Mato Grosso

Em dezembro de 2017, a Energisa S/A, controladora indireta da Energisa Mato Grosso, anunciou Oferta Pública para aquisição de até a totalidade das ações ordinárias e preferenciais de emissão da concessionária. Após a realização de leilões em 16 de janeiro e 2 de fevereiro de 2018, a Energisa passou a deter 95,6% (ante os 66,6% anteriores à Oferta) do capital social total da Energisa Mato Grosso, pelo valor de R$ 531,3 milhões.

Investimentos na nova sede Energisa Minas Gerais e Central de Serviços Energisa (CSE)

Em Minas Gerais, no município de Cataguases, berço do Grupo Energisa desde 1905, a empresa construiu dois novos prédios que passaram a abrigar a sede da Energisa Minas Gerais e a Central de Serviços Energisa, seguindo o modelo de Centro de Serviços Compartilhados para todos os serviços administrativos e financeiros do Grupo. Com investimento de R$ 61 milhões, os empreendimentos movimentaram a economia da cidade de 74 mil habitantes. O destaque dos novos edifícios é a união entre sustentabilidade, tecnologia e altos padrões em estrutura, oferecendo excelente condições de trabalho para os nossos colaboradores.

Reconhecimentos

A Energisa caminha para se tornar um grupo líder no setor elétrico. O objetivo da companha é crescer e ser referência em quatro frentes: satisfação do cliente, segurança, bom clima no ambiente de trabalho e rentabilidade. Nesse sentido, o Grupo obteve conquistas significativas em 2017: a liderança em satisfação do cliente, com o melhor desempenho de grupo econômico no Índice de Satisfação da Qualidade Percebida (ISQP), o reconhecimento em segurança com a medalha Eloy Chaves para sete das nossas distribuidoras e o selo Great Place to Work para a Energisa Paraíba. A Energisa Paraíba, também foi eleita a melhor distribuidora do país na categoria acima de 500 mil consumidores.

Para mais informações acesse: http://investidores.grupoenergisa.com.br/

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Fonte: Redação/Assessoria
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