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Evento

Energia solar na pauta da indústria brasileira

03/03/2011 | 12h07
Entre os dias 15 e 16 de março, especialistas e profissionais de empresas, governo e instituições de pesquisa se reunirão em Campinas (SP), durante o Inova FV - Workshop Inovação para o Estabelecimento do Setor de Energia Solar Fotovoltaica no Brasil. Promovido pelo Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético (Nipe) da Universidade de Campinas (Unicamp) e pela International Energy Iniciative (IEI), com o apoio da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o evento tem como objetivo discutir e contribuir para o fortalecimento da agenda de ações coordenadas para o setor de energia solar, nos âmbitos tecnológico, regulatório, de infraestrutura física, capacitação profissional, mercado e investimentos, em articulação com os diversos atores privados e de governo. As inscrições são gratuitas.

 

Durante os dois dias de discussão, também será debatida e validada uma agenda de ações para a criação de uma política industrial voltada para a indústria de equipamentos fotovoltaicos no País, ao mesmo tempo em que será discutido o potencial do mercado de energias alternativas e das indústrias de silícios grau solar no Brasil.  

 

Segundo o coordenador do Inova FV, Gilberto De Martino Jannuzzi, da Unicamp, entre os resultados esperados, “busca-se criar um mercado que integre toda a cadeia produtiva, e contribuir para a formulação de políticas públicas para o setor no País pelos órgãos de governo competentes”, explicou.

 

Para o especialista da ABDI, apoiadora do evento, Cássio Marx Rabello, a discussão acontece em um bom momento. “Em consonância com as diretrizes da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), pretendemos lançar luz a uma questão bastante cara ao Brasil, que é o estímulo à inovação e ao uso das novas tecnologias pelas nossas indústrias”, analisou. Cássio Marx contribuirá com o painel Propostas para a construção de uma política industrial para o desenvolvimento da indústria de equipamentos fotovoltaicos no Brasil.

 

Ações estratégicas


Diante da condição estratégica do assunto, o Ministério de Minas e Energia (MME) criou o Grupo de Trabalho de Geração Distribuída com Sistemas Fotovoltaicos (GT-GDSF), com o intuito de elaborar uma proposta de política para uso da geração fotovoltaica conectada à rede elétrica, em especial em edificações urbanas, como fator de otimização de gestão da demanda de energia e de promoção ambiental do País, em curto, médio e longo prazos. O Ministério da Ciência e Tecnologia, por sua vez, encomendou um estudo ao Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) visando formular políticas de incentivos à fonte fotovoltaica.

 

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) também mapeia, junto às empresas, as demandas para subsidiar uma política industrial para o desenvolvimento da indústria fotovoltaica brasileira. E, em paralelo, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) estuda a criação de um programa especial para a energia solar fotovoltaica. A iniciativa discute o panorama de recursos e lacunas existentes nas universidades e centros de pesquisa no Estado de São Paulo.

 


Fonte: Redação
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