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Ceará

Energia solar e eólica: 1,5 mil clientes atendidos/ano

08/10/2013 | 10h00

 

O Sindicato das Indústrias de Energia e de Serviços do Setor Elétrico do Estado do Ceará (Sindienergia-CE) anunciou a criação de uma agenda propositiva para popularizar o uso e a geração de mini e micro energia eólica e solar em território cearense. O desafio deve começar por empreendimentos industriais e comerciais, considerando o grande potencial de consumo, e se estender às residências posteriormente.
Com a associação de nove empresas do setor de mini e microgeração de energia - formalizada ontem na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) - a expectativa do Sindienergia é que, durante a fase inicial do projeto, as recém-associadas atendam cerca de 1.500 clientes por ano, além de investir R$ 120 milhões na compra de materiais e na captação de mão de obra, por exemplo, para a execução dos serviços.
Associados
As nove empresas são: B & Q Energia, Brasil Wind Service, Conpsys, Eco Soluções em Energia, FG Renováveis, IB Componentes, Satrix Energias Renováveis, Kwara Energia do Brasil e Gram Eollic Solar.
Segundo o presidente do Sindienergia, Elias de Sousa do Carmo, todas elas já estão capacitadas e regulamentadas para implementar o projeto. "Estamos prontos para atender o mercado, que vai poder produzir a própria energia. Isso é um grande benefício para o consumidor", declara, adiantando que os interessados nos serviços podem entrar em contato com o sindicato.
O projeto será financiado pelo Banco do Nordeste do Brasil (BNB), por meio do Programa de Financiamento à Sustentabilidade Ambiental (FNE Verde). A instituição está disposta, ainda, a analisar todas as propostas de crédito dos consumidores, conforme ressaltou o superintendente estadual do BNB, João Robério Pereira de Messias.
Com relação ao financiamento, o diretor setorial de micro e minigeração do Sindienergia-CE, Fernando Pessoa, ressaltou que podem ser contempladas pessoas físicas, jurídicas, empresas de serviços, indústrias e de pesquisa e desenvolvimento. Também disse que a performance da nova fase do setor energético no Ceará estará diretamente ligada a questões tributárias.
"Os impostos municipais, estaduais e federais trazem grandes impactos, ajudam a encarecer os serviços, fazendo com os clientes paguem mais pela implementação dos equipamentos", afirma, lembrando dos esforços que estão sendo feitos por parlamentares em relação às altas taxas tributárias.
Frente Parlamentar
Em fevereiro de 2014, por exemplo, será lançada, em Brasília, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Energia Alternativa, que será presidida pelo deputado federal Antonio Balhmann (PSB-CE), que participou da solenidade na Fiec. "Estamos na luta contra a alta carga tributária, que não se restringe apenas ao setor energético. Queremos estimular o uso e a produção de energias renováveis não só no Ceará, pioneiro em energia solar no país, mas no Brasil".
Na Assembleia Legislativa, as atividades relacionadas à popularização do uso de energias renováveis, inclusive em moradias de baixa renda, são comandadas pela Comissão de Desenvolvimento Regional, Recursos Hídricos, Minas e Pesca.
Para Luís Carlos Gadelha de Queiroz, diretor comercial da B & Q Energia, é uma satisfação para a empresa aliar-se ao Sindienergia-CE no projeto. Ele lembra que os módulos solares e microturbinas eólicas têm vida útil média de 25 anos. "Vamos supor que, após adquirir a tecnologia, o cliente passe cinco anos pagando o financiamento. Ou seja, ele terá 20 anos sem pagar energia, pois é ele quem produz", diz.

O Sindicato das Indústrias de Energia e de Serviços do Setor Elétrico do Estado do Ceará (Sindienergia-CE) anunciou a criação de uma agenda propositiva para popularizar o uso e a geração de mini e micro energia eólica e solar em território cearense. O desafio deve começar por empreendimentos industriais e comerciais, considerando o grande potencial de consumo, e se estender às residências posteriormente.

Com a associação de nove empresas do setor de mini e microgeração de energia - formalizada ontem na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) - a expectativa do Sindienergia é que, durante a fase inicial do projeto, as recém-associadas atendam cerca de 1.500 clientes por ano, além de investir R$ 120 milhões na compra de materiais e na captação de mão de obra, por exemplo, para a execução dos serviços.



Associados


As nove empresas são: B & Q Energia, Brasil Wind Service, Conpsys, Eco Soluções em Energia, FG Renováveis, IB Componentes, Satrix Energias Renováveis, Kwara Energia do Brasil e Gram Eollic Solar.

Segundo o presidente do Sindienergia, Elias de Sousa do Carmo, todas elas já estão capacitadas e regulamentadas para implementar o projeto. "Estamos prontos para atender o mercado, que vai poder produzir a própria energia. Isso é um grande benefício para o consumidor", declara, adiantando que os interessados nos serviços podem entrar em contato com o sindicato.

O projeto será financiado pelo Banco do Nordeste do Brasil (BNB), por meio do Programa de Financiamento à Sustentabilidade Ambiental (FNE Verde). A instituição está disposta, ainda, a analisar todas as propostas de crédito dos consumidores, conforme ressaltou o superintendente estadual do BNB, João Robério Pereira de Messias.

Com relação ao financiamento, o diretor setorial de micro e minigeração do Sindienergia-CE, Fernando Pessoa, ressaltou que podem ser contempladas pessoas físicas, jurídicas, empresas de serviços, indústrias e de pesquisa e desenvolvimento. Também disse que a performance da nova fase do setor energético no Ceará estará diretamente ligada a questões tributárias.

"Os impostos municipais, estaduais e federais trazem grandes impactos, ajudam a encarecer os serviços, fazendo com os clientes paguem mais pela implementação dos equipamentos", afirma, lembrando dos esforços que estão sendo feitos por parlamentares em relação às altas taxas tributárias.



Frente Parlamentar


Em fevereiro de 2014, por exemplo, será lançada, em Brasília, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Energia Alternativa, que será presidida pelo deputado federal Antonio Balhmann (PSB-CE), que participou da solenidade na Fiec. "Estamos na luta contra a alta carga tributária, que não se restringe apenas ao setor energético. Queremos estimular o uso e a produção de energias renováveis não só no Ceará, pioneiro em energia solar no país, mas no Brasil".

Na Assembleia Legislativa, as atividades relacionadas à popularização do uso de energias renováveis, inclusive em moradias de baixa renda, são comandadas pela Comissão de Desenvolvimento Regional, Recursos Hídricos, Minas e Pesca.

Para Luís Carlos Gadelha de Queiroz, diretor comercial da B & Q Energia, é uma satisfação para a empresa aliar-se ao Sindienergia-CE no projeto. Ele lembra que os módulos solares e microturbinas eólicas têm vida útil média de 25 anos. "Vamos supor que, após adquirir a tecnologia, o cliente passe cinco anos pagando o financiamento. Ou seja, ele terá 20 anos sem pagar energia, pois é ele quem produz", diz.

 

Fique por dentro

Em 17 de abril de 2012, a Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou a Resolução n°482/2012, estabelecendo as condições para o acesso de microgeração e minigeração distribuída aos sistemas de energia elétrica. Esses sistemas de microgeração (com potência menor ou igual a 100 kW) e minigeração (superior a 100 kW e menor ou igual a 1 MW) serão denominados como centrais geradoras de energia elétrica. Deve-se utilizar fontes com base em energia hidráulica, solar, eólica, biomassa ou cogeração qualificada, conectadas à rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.

Criou-se também o sistema de compensação de energia elétrica. A unidade geradora instalada em uma residência, por exemplo, produzirá energia. O que não for utilizado será injetado no sistema da distribuidora, que utilizará o crédito para abater o consumo dos meses subsequentes. Os créditos poderão ser usados em 36 meses. As informações estarão contidas na fatura do consumidor.

 



Fonte: Diário do Nordeste
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