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Política

Energia não inviabilizará desenvolvimento do setor mineral

11/09/2012 | 14h56

 

O novo secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia, Carlos Nogueira da Costa Junior, afirmou que a questão energética não inviabilizará o crescimento da mineração no país. “A energia elétrica não será fator de preocupação para o desenvolvimento do setor mineral”, garantiu o representante do Ministro Edison Lobão.
O anúncio foi feito durante a cerimônia de abertura do 2º Seminário Internacional de Gestão da Energia na Indústria da Mineração - Enermin 2012 (www.enermin2012.com) na segunda-feira (10) em Salvador (BA).
Para o diretor de Assuntos Minerários do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Marcelo Ribeiro Tunes, esse é um passo extremamente importante. Segundo o diretor, nos últimos anos o custo elevado da energia no Brasil tem sido um dos fatores que dificultam o desenvolvimento.
“Esse anúncio significa uma capacidade de maior investimento, principalmente se o aliarmos aos programas de melhorias na infraestrutura de estradas e ferrovias, já lançados pelo Governo Federal, e também nos portos, este último a ser divulgado”, ponderou.
Na Bahia, o governo estadual espera grandes volumes de investimentos para desenvolver a atividade mineral com disponibilidade energética. Segundo o secretário de Planejamento do governo baiano e ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, a Bahia espera aplicações do setor privado da ordem de R$ 72 bilhões. “Deste total, 50% dos recursos estão à mineração e energia”, afirmou.
Outro importante desafio é o acesso a energias renováveis. Nos próximos 25 anos, a predominância das fontes energéticas ainda serão os combustíveis fósseis. “É importante buscar alternativas e os minerais são indispensáveis e permitem o desenvolvimento das energias alternativas”, ressaltou Tunes.
O Coordenador Técnico do Enermin 2012, Jacques Wiertz, reforçou a importância da mineração na busca dessas alternativas energéticas. “A indústria mineral tem um papel importante de promover a integração dessas ‘novas’ fontes, que são em muitos casos interessantes, competitivas e com boas perspectivas de representar uma parte crescente na matriz”. No entanto ele lembrou que essas fontes renováveis requerem maturação e tem que ser vistas como complementares.
Por sua vez, o presidente Executivo do Consejo Minero, Joaquín Villarino, acredita que a inovação técnica é apenas uma parte da resolução desses desafios. “Tempos que alcançar equilíbrio com um pacto social, também. A sociedade precisa entender que energia e mineração são fundamentais para satisfazer suas próprias necessidades”, afirmou.
O Enermin 2012 acontece até quarta-feira (12), no Hotel Fiesta em Salvador. Durante o evento dez países são responsáveis por 40 apresentações, divididas em nove sessões técnicas e seis plenárias.

O novo secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia, Carlos Nogueira da Costa Junior, afirmou que a questão energética não inviabilizará o crescimento da mineração no país. “A energia elétrica não será fator de preocupação para o desenvolvimento do setor mineral”, garantiu o representante do Ministro Edison Lobão.


O anúncio foi feito durante a cerimônia de abertura do 2º Seminário Internacional de Gestão da Energia na Indústria da Mineração - Enermin 2012 (www.enermin2012.com) na segunda-feira (10) em Salvador (BA).


Para o diretor de Assuntos Minerários do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Marcelo Ribeiro Tunes, esse é um passo extremamente importante. Segundo o diretor, nos últimos anos o custo elevado da energia no Brasil tem sido um dos fatores que dificultam o desenvolvimento.


“Esse anúncio significa uma capacidade de maior investimento, principalmente se o aliarmos aos programas de melhorias na infraestrutura de estradas e ferrovias, já lançados pelo Governo Federal, e também nos portos, este último a ser divulgado”, ponderou.


Na Bahia, o governo estadual espera grandes volumes de investimentos para desenvolver a atividade mineral com disponibilidade energética. Segundo o secretário de Planejamento do governo baiano e ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, a Bahia espera aplicações do setor privado da ordem de R$ 72 bilhões. “Deste total, 50% dos recursos estão à mineração e energia”, afirmou.


Outro importante desafio é o acesso a energias renováveis. Nos próximos 25 anos, a predominância das fontes energéticas ainda serão os combustíveis fósseis. “É importante buscar alternativas e os minerais são indispensáveis e permitem o desenvolvimento das energias alternativas”, ressaltou Tunes.


O Coordenador Técnico do Enermin 2012, Jacques Wiertz, reforçou a importância da mineração na busca dessas alternativas energéticas. “A indústria mineral tem um papel importante de promover a integração dessas ‘novas’ fontes, que são em muitos casos interessantes, competitivas e com boas perspectivas de representar uma parte crescente na matriz”. No entanto ele lembrou que essas fontes renováveis requerem maturação e tem que ser vistas como complementares.


Por sua vez, o presidente Executivo do Consejo Minero, Joaquín Villarino, acredita que a inovação técnica é apenas uma parte da resolução desses desafios. “Tempos que alcançar equilíbrio com um pacto social, também. A sociedade precisa entender que energia e mineração são fundamentais para satisfazer suas próprias necessidades”, afirmou.


O Enermin 2012 acontece até quarta-feira (12), no Hotel Fiesta em Salvador. Durante o evento dez países são responsáveis por 40 apresentações, divididas em nove sessões técnicas e seis plenárias.

 



Fonte: Redação
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