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Energia

Energia eólica mundial: crescimento sólido em 2012

14/02/2013 | 10h00
Energia eólica mundial: crescimento sólido em 2012
Parque Eólico de Paracurú (CE) Parque Eólico de Paracurú (CE)

 

O Conselho Global de Energia Eólica (Global Wind Energy Council - GWEC) publicou, no último dia 11 de fevereiro, as estatísticas referentes ao mercado eólico em 2012, destacando a expansão contínua da indústria, com crescimento anual de quase 10% e o aumento da capacidade instalada acumulada de aproximadamente 19%. Foi um ano recorde para as instalações nos Estados Unidos e um mercado mais lento na China, fatores que levaram esses dois países a, praticamente, empatar na primeira posição em 2012.
“Enquanto a China fez uma pausa para respirar, o mercado norte-americano, assim como os europeus tiveram anos excepcionalmente fortes”, disse Steve Sawyer, secretário geral do Conselho Global de Energia Eólica. “A Ásia segue liderando os mercados mundiais, mas a América do Norte está muito próxima, ocupando o segundo lugar, e a Europa vem logo atrás”.
Os mercados da China e Índia desaceleraram ligeiramente em 2012, com suas instalações anuais chegando a 13,2 e 2,3 GW, respectivamente. A consolidação e racionalização do mercado na China e um declive nas políticas da Índia foram as principais razões para essa desaceleração, mas presume-se que essas condições sejam de curta duração, visto que se espera a continuidade do domínio asiático no mercado mundial de energia eólica.
Em uma corrida contra o tempo, devido o prazo final dos incentivos fiscais para produção nos Estados Unidos (PTC)  previsto para o final de dezembro de 2012, a indústria norte-americana instalou mais de 8.000 MW no quarto trimestre do ano passado, chegando a alcançar 13.124 MW no ano em que o país praticamente empatou na liderança do ranking com a China. A extensão do crédito fiscal nos EUA, entretanto, significa que, embora exista a expectativa de que o mercado europeu irá desacelerar consideravelmente em 2013, é pouco provável que essa desaceleração seja tão drástica como se esperava e, além disso, a natureza da extensão é um bom prognóstico para o mercado em 2013. O Canadá teve um ano sólido e o México mais que duplicou sua capacidade instalada, acrescentando 801 MW em um total de 1370 MW, juntando-se à lista de 24 países com mais de 1.000 MW de capacidade de energia eólica.
O mercado europeu liderado por Alemanha e Reino Unido, e com contribuições surpreendentes dos “mercados emergentes” como Suécia, Romênia, Itália e Polônia, representaram um novo recorde com 12,4 GW instalados no ano passado. Contudo, a crise da dívida soberana continua, o que representa perspectivas incertas para o mercado em 2013, ainda que o marco regulatório europeu e os objetivos para 2020 assegurem um grau de estabilidade. A Europa também liderou o mercado offshore, com 1.116 MW instalados, mais de 90% do total de 1.292 MW das instalações offshore de 2012.
O Brasil está na liderança do relativamente tranquilo mercado latino-americano, com o acréscimo de 1.077 MW, elevando sua capacidade total instalada para 2.500 MW. Para a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) o setor eólico brasileiro encerrou 2012 com muitos motivos para comemorar. Os últimos doze meses marcaram os principais caminhos para a consolidação da energia eólica na matriz elétrica brasileira e a fase competitiva da fonte, com a entrega dos parques eólicos vendidos no 2º Leilão de Energia de Reserva, de 2009.
De acordo com a presidente executiva da ABEEólica, Elbia Melo, essa capacidade instalada representa, de fato, a efetiva inserção da indústria eólica no país. “Somente em 2012 instalamos 38 novos parques eólicos, totalizando 108 empreendimentos, e acrescentamos 1 GW no sistema. Esse mesmo volume foi injetado anteriormente em um período de 13 anos, de 1998 a 2011. Também foram investidos no setor cerca de R$ 7 bilhões de reais e a previsão é chegar a R$ 50 bilhões até 2020. Temos um futuro virtuoso pela frente", destaca.
A Austrália representou todas as novas instalações na região do Pacífico, com 358 MW de nova capacidade em 2012, somando um acumulado total de 2.584 MW. Já a região do Oriente Médio e Norte da África (MENA, por suas siglas em inglês) tiveram outro ano tranquilo, com somente um projeto de 50 MW em Túnez. Entretanto tivemos também o primeiro parque eólico de grande porte, de 52 MW na Etiópia, entrando em operação comercial na África subsaariana. “Esse é somente o começo do mercado africano”, afirmou Sawyer, “e com o início da construção de mais de 500 MW na África do Sul, espera-se que o continente africano se torne um mercado novo e substancial, onde a energia limpa e competitiva gerada por fontes nativas são uma prioridade para o desenvolvimento econômico”.

O Conselho Global de Energia Eólica (Global Wind Energy Council - GWEC) publicou, no último dia 11 de fevereiro, as estatísticas referentes ao mercado eólico em 2012, destacando a expansão contínua da indústria, com crescimento anual de quase 10% e o aumento da capacidade instalada acumulada de aproximadamente 19%. Foi um ano recorde para as instalações nos Estados Unidos e um mercado mais lento na China, fatores que levaram esses dois países a, praticamente, empatar na primeira posição em 2012.


“Enquanto a China fez uma pausa para respirar, o mercado norte-americano, assim como os europeus tiveram anos excepcionalmente fortes”, disse Steve Sawyer, secretário geral do Conselho Global de Energia Eólica. “A Ásia segue liderando os mercados mundiais, mas a América do Norte está muito próxima, ocupando o segundo lugar, e a Europa vem logo atrás”.


Os mercados da China e Índia desaceleraram ligeiramente em 2012, com suas instalações anuais chegando a 13,2 e 2,3 GW, respectivamente. A consolidação e racionalização do mercado na China e um declive nas políticas da Índia foram as principais razões para essa desaceleração, mas presume-se que essas condições sejam de curta duração, visto que se espera a continuidade do domínio asiático no mercado mundial de energia eólica.


Em uma corrida contra o tempo, devido o prazo final dos incentivos fiscais para produção nos Estados Unidos (PTC)  previsto para o final de dezembro de 2012, a indústria norte-americana instalou mais de 8.000 MW no quarto trimestre do ano passado, chegando a alcançar 13.124 MW no ano em que o país praticamente empatou na liderança do ranking com a China. A extensão do crédito fiscal nos EUA, entretanto, significa que, embora exista a expectativa de que o mercado europeu irá desacelerar consideravelmente em 2013, é pouco provável que essa desaceleração seja tão drástica como se esperava e, além disso, a natureza da extensão é um bom prognóstico para o mercado em 2013. O Canadá teve um ano sólido e o México mais que duplicou sua capacidade instalada, acrescentando 801 MW em um total de 1370 MW, juntando-se à lista de 24 países com mais de 1.000 MW de capacidade de energia eólica.


O mercado europeu liderado por Alemanha e Reino Unido, e com contribuições surpreendentes dos “mercados emergentes” como Suécia, Romênia, Itália e Polônia, representaram um novo recorde com 12,4 GW instalados no ano passado. Contudo, a crise da dívida soberana continua, o que representa perspectivas incertas para o mercado em 2013, ainda que o marco regulatório europeu e os objetivos para 2020 assegurem um grau de estabilidade. A Europa também liderou o mercado offshore, com 1.116 MW instalados, mais de 90% do total de 1.292 MW das instalações offshore de 2012.


O Brasil está na liderança do relativamente tranquilo mercado latino-americano, com o acréscimo de 1.077 MW, elevando sua capacidade total instalada para 2.500 MW. Para a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) o setor eólico brasileiro encerrou 2012 com muitos motivos para comemorar. Os últimos doze meses marcaram os principais caminhos para a consolidação da energia eólica na matriz elétrica brasileira e a fase competitiva da fonte, com a entrega dos parques eólicos vendidos no 2º Leilão de Energia de Reserva, de 2009.


De acordo com a presidente executiva da ABEEólica, Elbia Melo, essa capacidade instalada representa, de fato, a efetiva inserção da indústria eólica no país. “Somente em 2012 instalamos 38 novos parques eólicos, totalizando 108 empreendimentos, e acrescentamos 1 GW no sistema. Esse mesmo volume foi injetado anteriormente em um período de 13 anos, de 1998 a 2011. Também foram investidos no setor cerca de R$ 7 bilhões de reais e a previsão é chegar a R$ 50 bilhões até 2020. Temos um futuro virtuoso pela frente", destaca.


A Austrália representou todas as novas instalações na região do Pacífico, com 358 MW de nova capacidade em 2012, somando um acumulado total de 2.584 MW. Já a região do Oriente Médio e Norte da África (MENA, por suas siglas em inglês) tiveram outro ano tranquilo, com somente um projeto de 50 MW em Túnez. Entretanto tivemos também o primeiro parque eólico de grande porte, de 52 MW na Etiópia, entrando em operação comercial na África subsaariana. “Esse é somente o começo do mercado africano”, afirmou Sawyer, “e com o início da construção de mais de 500 MW na África do Sul, espera-se que o continente africano se torne um mercado novo e substancial, onde a energia limpa e competitiva gerada por fontes nativas são uma prioridade para o desenvolvimento econômico”.



Fonte: Redação
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