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América Latina

Energéticas brasileiras estão baratas

19/08/2004 | 00h00

 As ações da maior parte das elétricas nacionais são as que estão mais baratas entre as empresas do setor na América Latina. Estudo preparado pela Thomson Financial do Brasil mostra que a projeção para 2004 de Preço/Lucro (P/L) da Companhia de Transmissão Paulista é de apenas 0,75 - o mais baixo do setor. A relação P/L reflete a expectativa de retorno dos investimentos com base no lucro. Quanto menor o P/L, mais barata estaria a empresa. Em seguida, aparece a Celesc com P/L de 4,17. Na seqüência estão: Coelce, com 5,21; Eletrobrás, com 6,77; Copel, com P/L de 6,98; e Cemig, com uma relação de 7,76. As elétricas peruanas e chilenas superam o P/L das companhias brasileiras. "As incertezas em torno das regras do novo modelo de energia elétrica brasileiro contribuem para os descontos das ações do setor", afirma o analista do Banco Brascan, Carlos Martins.
A Thomson analisou 20 empresas na América Latina. O estudo mostra que 11 delas são nacionais. As demais estão na Argentina, Chile e Peru. Os números projetados para 2004 - referentes ao Ebtida (geração de caixa), lucro líquido e dividendos - são resultados da média das projeções dos analistas do setor, parceiros da Thomson.
No estudo, a Celesc recebeu a maior projeção de distribuição de dividendos por ação entre as empresas nacionais, ficando apenas atrás da Endesa (Chile). A estimativa é de que a Celesc distribuiria em 2004 um valor de US$ 0,0203 de dividendos por ação, enquanto a Endesa pagaria US$ 0,0125.
A Eletrobrás tem a maior variação de lucro líquido entre 2003 e as projeções para 2004. No ano passado, a elétrica teve lucro líquido de US$ 107,24 milhões. A projeção para 2004 é de US$ 947,43 milhões - variação de 783,46%. "A alta do dólar neste ano beneficiou a Eletrobrás já que a energia de Itaipu - onde tem participação - é negociada na moeda americana", diz Martins. O Ebtida seria reduzido de US$ 2,29 bilhões para os projetados US$ 2,15 bilhões em 2004.



Fonte: Valor Econômico
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