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Energia

Endesa terá nova termelétrica

17/11/2011 | 11h17
A Endesa, controladora da Companhia Energética do Ceará (Coelce), deverá construir uma nova usina termelétrica no Estado, a ser localizada no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp). Envolvendo investimentos da ordem dos US$ 250 milhões, a nova planta, a ser chamada de UTE Endesa Fortaleza II, será a ampliação da unidade já existente no local, e terá potência instalada em torno de 350 megawatts (MW). Uma audiência pública para discutir o empreendimento será realizada no próximo dia 22, às 18h30, na Escola Euclides Pereira Gomes, no Pecém.
 

O tempo estimado para a construção e montagem da usina é de 36 meses, após o início das obras, que deverão gerar, direta e indiretamente, cerca de dois mil empregos em seu pico. Contudo, após o período construtivo, o número de pessoas no período operacional será de apenas 15 funcionários.
 

A operação da usina está programada para durar 20 anos, que é o tempo correspondente à vida útil estimada dos equipamentos e da usina. A unidade está planejada para ficar localizada em Caucaia (Região Metropolitana de Fortaleza). A audiência pública faz parte das exigências a empreendimentos de grande porte para a obtenção do licenciamento ambiental. A Endesa já solicitou a Licença Prévia à Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), segundo informou a assessoria de imprensa do órgão, o qual está realizando a análise técnica do EIA/Rima (Estudo e Relatório de Impacto Ambiental) do empreendimento, já entregue pela empresa. A Semace levará em consideração em sua avaliação as observações a serem levantadas pela população na audiência.
 

Matriz energética
 
 
A nova termelétrica, de acordo com o que aponta o Rima, produzido pela MRS Estudos Ambientais Ltda, utilizará como combustível o gás natural, a mesma matriz energética adotada pela unidade já existente. Segundo apontou o relatório, os estudos que conduziram o projeto da UTE Endesa Fortaleza (conhecida por TermoFortaleza) já levavam em conta a sua ampliação com a construção da segunda unidade.
 

"O uso do gás natural em substituição aos demais combustíveis apresenta inúmeras vantagens, entre as quais podemos destacar: facilidade de manuseio, diversificação da matriz energética, melhoria do rendimento energético, combustão mais limpa, além de ser menos poluente que os combustíveis derivados do petróleo e o carvão", revela o relatório. Procurada pelo Diário do Nordeste, a Endesa, através de sua assessoria de imprensa, não deu mais detalhes sobre o projeto.


Fonte: Diário do Nordeste
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