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Opinião

Empresas têm que fazer pesquisa, diz Raupp

23/07/2013 | 09h47
Empresas têm que fazer pesquisa, diz Raupp
Elza Fiuza/ABr Elza Fiuza/ABr

 

Empresas têm que fazer pesquisa, diz Raupp em palestra no Recife
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, voltou a estimular empresas para investir em inovação, em palestra feita hoje (22) na 65ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).
“Temos que aumentar os investimentos em pesquisas do meio empresarial. Não é só a academia, por meio das universidades, ou o governo, por seus institutos, que desenvolve inovação. As empresas também desenvolvem. Os exemplos dos países mais desenvolvidos do mundo nos colocam assim: a empresa têm que fazer pesquisa”, disse Raupp.
Com orçamento de 12,7 bilhões para investimentos neste ano, o ministro considera positivo o atual cenário no setor. Este ano, os recursos da pasta superam em mais de R$ 4 bilhões os do ano anterior. “Estamos vivendo um ambiente favorável ao crescimento e à expansão das atividades de ciência e tecnologia no Brasil”, afirmou.
O ministro citou ações executadas pela pasta e destacou a reformulação do Programa Nacional de Nanotecnologia, conforme antecipou a Agência Brasil. A chamada Iniciativa Brasileira de Nanotecnologia (IBN) deverá ser lançada no dia 19 de agosto, informou Raupp. “O IBN prevê investimento na pesquisa, formação de recursos humanos. É um conjunto de laboratórios agindo integrados, de maneira que permita projetos de cooperação internacional.”
A iniciativa priorizará a pesquisa em nanociência para sensores, dispositivos e materiais e compósitos, a partir dos 26 laboratórios que compõem o Sistema Nacional de Laboratório em Nanotecnologia (SisNano). O funcionamento será de maneira aberta ao uso, tanto por pesquisadores ou grupo de pesquisas quanto por empresas.
Com o programa para o setor, atualmente em vigor, já estão sendo investidos R$ 38,9 milhões diretamente nos laboratórios, além do aporte de R$ 9 milhões para que esses grupos de pesquisa incorporem a rede Sistema Brasileiro de Tecnologia (Sibratec). Os recursos também possibilitarão o financiamento de cooperações internacionais, com bolsas de estudos a universitários brasileiros.
O ministro anunciou ainda que a pasta estudar lançar programa semelhante para a área de biotecnologia, com foco na geração de inovação tecnológica para ampliar a competitividade da indústria nacional.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, voltou a estimular empresas para investir em inovação, em palestra feita ontem (22) na 65ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).


“Temos que aumentar os investimentos em pesquisas do meio empresarial. Não é só a academia, por meio das universidades, ou o governo, por seus institutos, que desenvolve inovação. As empresas também desenvolvem. Os exemplos dos países mais desenvolvidos do mundo nos colocam assim: a empresa têm que fazer pesquisa”, disse Raupp.


Com orçamento de 12,7 bilhões para investimentos neste ano, o ministro considera positivo o atual cenário no setor. Este ano, os recursos da pasta superam em mais de R$ 4 bilhões os do ano anterior. “Estamos vivendo um ambiente favorável ao crescimento e à expansão das atividades de ciência e tecnologia no Brasil”, afirmou.


O ministro citou ações executadas pela pasta e destacou a reformulação do Programa Nacional de Nanotecnologia, conforme antecipou a Agência Brasil. A chamada Iniciativa Brasileira de Nanotecnologia (IBN) deverá ser lançada no dia 19 de agosto, informou Raupp. “O IBN prevê investimento na pesquisa, formação de recursos humanos. É um conjunto de laboratórios agindo integrados, de maneira que permita projetos de cooperação internacional.”


A iniciativa priorizará a pesquisa em nanociência para sensores, dispositivos e materiais e compósitos, a partir dos 26 laboratórios que compõem o Sistema Nacional de Laboratório em Nanotecnologia (SisNano). O funcionamento será de maneira aberta ao uso, tanto por pesquisadores ou grupo de pesquisas quanto por empresas.


Com o programa para o setor, atualmente em vigor, já estão sendo investidos R$ 38,9 milhões diretamente nos laboratórios, além do aporte de R$ 9 milhões para que esses grupos de pesquisa incorporem a rede Sistema Brasileiro de Tecnologia (Sibratec). Os recursos também possibilitarão o financiamento de cooperações internacionais, com bolsas de estudos a universitários brasileiros.


O ministro anunciou ainda que a pasta estudar lançar programa semelhante para a área de biotecnologia, com foco na geração de inovação tecnológica para ampliar a competitividade da indústria nacional.



Fonte: Agência Brasil
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