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Brasil Offshore 2013

Empresas tecnológicas se unem para crescer através da Brasil IT

13/06/2013 | 17h14

 

Pequenas e médias empresas de tecnologia e serviços estão se aglutinando em torno de organismos que permitam seu crescimento, fortalecimento e expansão - tanto no exterior como no mercado interno - atendendo a determinação de usar conteúdo e tecnologia local. A Associação Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) durante a feira Brasil Offshore 2013 promoveu um networking Brasil IT com foco na promoção da tecnologia de informação brasileira para o mercado de petróleo e gás. Além de comitivas empresariais brasileiras tomaram parte do evento, empresários da câmara norte-americana de comércio, bem como da Brasil-China, o governo de Louisiana e grandes empresas de tecnologia.
Com a vigência da lei 12.351/2010, toda empresa que trabalha, desenvolva tecnologia ou serviço no Brasil tem que ter 60% de seu produto ou tecnologia genuinamente brasileira. Isso para incrementar a participação da indústria nacional, através da capacitação e do desenvolvimento tecnológico local. Para haver adequação empresarial a essa determinação, o governo brasileiro através da Apex Brasil e Softex criaram o programa Brasil IT com patrocínio do Ministério da Tecnologia e vem difundindo esse processo por todo o país. O coordenador de petróleo e gás da Softex, Gustavo Miguelez que atua no estado viu a oportunidade em expandir esse trabalho para dezenas de empresas e países com o advento da Feira Brasil Offshore em Macaé.
Segundo o coordenador setorial da Softex, o programa Brasil IT conta com 400 empresas conveniadas e para esse networking, realizado no auditório do Senai em Macaé, oito empresas de sucesso e inseridas no projeto foram convidadas a falar sobre desenvolvimento ao tomar parte do projeto. Marcelo Villela, representante da GE Oil & Gás lembrou aos presentes que o não cumprimento ao conteúdo local acarretará sanções empresarias como multas, ações judiciais, retenção de pagamentos, prejuízo da imagem, possibilidade de perda de vendas, entre outras. Para ele, os desafios empresariais são: o de trazer entendimento para as operadoras de que “os compromissos são distintos para cada player do processo”. Villela lembra que a concessionária é responsável pelos compromissos assumidos junto a ANP referente ao conteúdo local, enquanto os fornecedores ficam responsáveis somente pelos compromissos nos seus contratos com as operadoras.
Fizeram breve exposição de seu trabalho dentro do Brasil IT, a Apex Brasil, através de Gustavo Miguelez; a Drake logística de pessoas, a Gapso especializada em logística de serviço, a Dinamus Consultoria que trata de consultoria especializada nas áreas de inovação e novos negócios e com foco em energia; a Alpha Micro Informática que já está atuando no exterior; a FIIW que criou um programa para gestão de cotação integrada a Petronect.
Miguelez explicou que o evento, apesar de utilizar poucas horas, mostrou que o resultado foi altamente positivo, pois a Apex Softex tem a preocupação de criar agenda pensando que é impossível separar o conteúdo local da apresentação e utilização da tecnologia nacional, que é o objetivo principal do convenio que criou o Brasil IT.

Pequenas e médias empresas de tecnologia e serviços estão se aglutinando em torno de organismos que permitam seu crescimento, fortalecimento e expansão - tanto no exterior como no mercado interno - atendendo a determinação de usar conteúdo e tecnologia local. A Associação Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) durante a feira Brasil Offshore 2013 promoveu um networking Brasil IT com foco na promoção da tecnologia de informação brasileira para o mercado de petróleo e gás. Além de comitivas empresariais brasileiras tomaram parte do evento, empresários da câmara norte-americana de comércio, bem como da Brasil-China, o governo de Louisiana e grandes empresas de tecnologia.


Com a vigência da lei 12.351/2010, toda empresa que trabalha, desenvolva tecnologia ou serviço no Brasil tem que ter 60% de seu produto ou tecnologia genuinamente brasileira. Isso para incrementar a participação da indústria nacional, através da capacitação e do desenvolvimento tecnológico local. Para haver adequação empresarial a essa determinação, o governo brasileiro através da Apex Brasil e Softex criaram o programa Brasil IT com patrocínio do Ministério da Tecnologia e vem difundindo esse processo por todo o país. O coordenador de petróleo e gás da Softex, Gustavo Miguelez, que atua no estado viu a oportunidade em expandir esse trabalho para dezenas de empresas e países com o advento da Feira Brasil Offshore em Macaé.


Segundo o coordenador setorial da Softex, o programa Brasil IT conta com 400 empresas conveniadas e para esse networking, realizado no auditório do Senai em Macaé, oito empresas de sucesso e inseridas no projeto foram convidadas a falar sobre desenvolvimento ao tomar parte do projeto. Marcelo Villela, representante da GE Oil & Gás lembrou aos presentes que o não cumprimento ao conteúdo local acarretará sanções empresarias como multas, ações judiciais, retenção de pagamentos, prejuízo da imagem, possibilidade de perda de vendas, entre outras. Para ele, os desafios empresariais são: o de trazer entendimento para as operadoras de que “os compromissos são distintos para cada player do processo”. Villela lembra que a concessionária é responsável pelos compromissos assumidos junto a ANP referente ao conteúdo local, enquanto os fornecedores ficam responsáveis somente pelos compromissos nos seus contratos com as operadoras.


Fizeram breve exposição de seu trabalho dentro do Brasil IT, a Apex Brasil, através de Gustavo Miguelez; a Drake logística de pessoas, a Gapso especializada em logística de serviço, a Dinamus Consultoria que trata de consultoria especializada nas áreas de inovação e novos negócios e com foco em energia; a Alpha Micro Informática que já está atuando no exterior; a FIIW que criou um programa para gestão de cotação integrada a Petronect.


Miguelez explicou que o evento, apesar de utilizar poucas horas, mostrou que o resultado foi altamente positivo, pois a Apex Softex tem a preocupação de criar agenda pensando que é impossível separar o conteúdo local da apresentação e utilização da tecnologia nacional, que é o objetivo principal do convenio que criou o Brasil IT.

 



Fonte: Ascom Apex-Brasil
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