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Rio Além do Petróleo

Empresas privadas não querem ter papel secundário na exploração do petróleo no Brasil

15/12/2009 | 17h50
Os empresários privados do setor de petróleo estão preocupados pelo fato de que em vez de discutir no Congresso o novo marco regulatório para a exploração de petróleo as áreas do pré-sal, o debate está centrado na partilha das riquezas, o pagamento dos royalties. O alerta foi feito há pouco pelo presidente do Instituto Brasileiro do petróleo (IBP), João Carlos França de luca, que participou do seminário Rio Além do Petróleo, na sede da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).

Um outro ponto preocupante, segundo o executivo, é que as empresas privadas, pelo modelo que está sendo aprovado, estão sendo relegadas a ter um papel secundário no desenvolvimento das atividades petrolíferas no Brasil.

- Infelizmente a questão de distribuição dos recursos dos royalties toma conta do debate em detrimento do mérito do modelo, dos aspectos técnicos que têm que ser levados em consideração. É um debate importante que está acontecendo agora no Congresso Nacional e precisamos levantar os pontos que devem ser aprimorados para ter um modelo viável que permita contemplar todos os atores, que permita a toda a iniciativa privada continuar participando no primeiro time - destacou De Luca.

O executivo do IBP, que reúne todas as empresas do setor de petróleo e gás que atuam no país, disse que o modelo atual proposto pelo governo federal para o sistema de partilha joga a iniciativa privada nacional e internacional para uma participação secundária.

De Luca se referiu, principalmente, à determinação do governo de que a Petrobras seja operadora de todos os blocos no pré-sal. Segundo o executivo, enquanto uma empresa estrangeira operadora monta uma estrutura no país com cerca de 400 a 500 pessoas, quando não é operadora o número de funcionários não cai para algo entre 15 a 20 pessoas apenas.

- Esse modelo está jogando a iniciativa privada como um todo, nacional e internacional, para uma participação absolutamente secundária. Isso não é bom para o país nem para o setor de petróleo e gás. Esperamos que no Senado o debate possa ser menos apaixonado na questão dos royalties. Na hora que se mistura modelo regulatório com partilha de recursos, infelizmente gera uma desunião entre os Estados. Temos preocupação com o andamento do projeto até agora, principalmente nos aspectos técnicos - destacou De Luca.

Fonte: O Globo

Fonte: O Globo
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