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Negócios

Empresas internacionais buscam se adequar às regras do conteúdo local

21/06/2013 | 16h14

 

O segmento naval e de óleo e gás registrou no primeiro trimestre de 2013 novos contratos e negócios para 17 empresas, sendo 14 delas grandes corporações internacionais. Em oito áreas - projetos, sistemas de navegação, integração de módulos, motores, fornecimento de combustíveis a navios, tintas e guindastes - foram registrados investimentos em unidades industriais locais ou acordos com empresas locais.
Segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), os registros demonstram que "as grandes corporações internacionais estão trabalhando para se adequar às regras do conteúdo local".
O levantamento foi realizado pela Ivens Consult Informação Estratégica para o Sinaval.

Um levantamento divulgado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) mostra que o segmento naval e de óleo e gás registrou, no primeiro trimestre de 2013, novos contratos e negócios para 17 empresas, sendo 14 delas grandes corporações internacionais. Segundo o sindicato, os registros demonstram que "as grandes corporações internacionais estão trabalhando para se adequar às regras do conteúdo local".

 

Em oito áreas - projetos, sistemas de navegação, integração de módulos, motores, fornecimento de combustíveis a navios, tintas e guindastes - foram registrados investimentos em unidades industriais locais ou acordos com empresas locais. Entre os fornecedores estão ABB, GE, Chemtec, Wartsila, Akzo Nobel, BP, entre outras companhias.

 

O levantamento foi realizado pela Ivens Consult Informação Estratégica para o Sinaval.



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação
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