acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Lei do Gás

Empresas defendem ressarcimento na Lei do Gás

26/06/2007 | 00h00

As distribuidoras de gás querem incluir na Lei do Gás, em tramitação no Congresso, um mecanismo de de proteção para o caso de haver um contingenciamento do produto no País, que desviaria parte do gás firmado em contratos para outros fins, como geração de energia elétrica, por exemplo. O projeto prevê que em casos extremos haveria suspensão automática dos contratos firmados entre clientes e distribuidoras. As empresas lutam para que, nesse caso, haja um ressarcimento a elas, que poderia ser pago pelo consumidor final.

"Se faltar eletricidade, as térmicas terão de receber gás. Caso isso tenha que ocorrer, que as distribuidoras não tenham prejuízo, porque elas cumpriram todas as etapas, assinaram contrato firme e, por uma questão que está além do controle dela, o gás teve que ser desviado para outro local.", afirmou ontem o presidente da BG no Brasil, Luis Costamilan, após participar do seminário "O Desafio da Energia", promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

A BG é uma das controladoras da Comgás, distribuidora que atua no Estado de São Paulo. O executivo explicou que já levou a questão ao relator do projeto da Lei do Gás, deputado federal João Maia (PR-RN). Ele explicou que, hoje, há gás firme contratado com empresas, e no caso de contingenciamento, esse gás teria que ser desviado para as termelétricas que não estão contratadas.

"Então, essa compensação diz respeito a que o combustível alternativo que for entregue a essas indústrias apareça e alguém pague por ele. Quem que paga, na nossa concepção, é o consumidor de eletricidade que usou esse gás para gerar eletricidade. Não há nenhuma regra sobre isso", observou.


Fonte: Jornal do Commercio



Fonte: Jornal do Commercio
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar