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Empresas britânicas querem estreitar laços no ES

09/11/2005 | 00h00

Uma missão de 16 empresas britânicas do setor de óleo e gás está no Brasil em busca de oportunidades. Desse grupo, cinco estão participando como expositoras da Deep Offshore Technology (DOT), em Vitória (ES), feira e seminário internacional sobre tecnologia em águas profundas.

Entre as participantes, algumas já têm contratos no Brasil, como a Balltec, especializada em projetos e fabricação de conectores de amarração submarinos e equipamentos para manuseio de tubos para utilização na indústria. A empresa já presta serviços para a Subsea 7, que é fornecedora da Petrobras em instalações de linhas flexíveis. Outra integrante com negócios no país e a Castrol Offshore, que fabrica fluídos de controle hidráulico submarino.

O cônsul geral britânico no Brasil, Paul Yaghmouriam, e representantes das empresas receberam nesta terça-feira (8/11) a visita do governador do Espírito Santo e de seu secretário de Desenvolvimento Econômico, Júlio Bueno. Em março, Bueno estará na Inglaterra para visitar empresas e autoridades comerciais britânicas interessadas em fazer negócios na região capixaba.

Segundo Yaghmouriam, o estado apresenta perspectivas interessantes para as empresas britânicas, devido ao futuro promissor da produçãao petrolífera na bacia do Espírito Santo. O cônsul geral observou, contudo, que a visita tem a função de fazer um primeiro contato com as autoridades locais, no sentido de discutir futuros incentivos para a instalação no Brasil. "A atividade petrolífera no Brasil está muito concentrada no Rio de Janeiro e em Macaé, e e muito difícil trazer empresas para cá (Espirito Santo) e apresentar nova possibilidades. Por isso a importância desta visita", explicou o cônsul geral.

Além das integrantes da missão, outras empresas britânicas que estão no evento já têm negócios no Brasil. Este e o caso da Rotech, que por meio da representante comercial FLB instalou nesta semana um escritório no Rio de Janeiro. A empresa utiliza um equipamento que, por meio da geração de uma corrente hidráulica, corrige irregularidades no leito oceânico onde repousam linhas flexíveis de plataformas. 

Segundo o representante comercial da Rotech no Brasil, Alan Buchi, a empresa trabalha diretamente com empresas especializadas em instalações de linhas flexíveis, como a Subsea 7 e a Technip, mas observa que o cliente final principal no Brasil é a Petrobras.



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