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Biodiesel

Embrapa aposta na macaúba

09/07/2010 | 08h29
Dentre as oleaginosas em estudo hoje pela Embrapa Agroenergia, a macaúba é a que tem mais chances de alcançar viabilidade comercial para a produção de biodiesel em curto prazo. De acordo com José Manuel Cabral, chefe de Comunicação e Negócios da Embrapa Agroenergia, a boa oferta de espécies nativas aliada à alta produtividade da palmeira são seu diferencial.


"Enquanto a soja produz cerca de 700 l de óleo/hectare, a macaúba pode produzir entre 1.500 e 2.000 l/hectare. Pretendemos desenvolver sistemas de manejo visando ao extrativismo sustentável das espécies nativas", afirma Cabral.


Junto a outras três palmeiras oleíferas - o inajá, o tucumã e o babaçu -, a macaúba está no foco de novo programa da Embrapa Agroenergia, o Propalma, que visa reforçar as pesquisas sobre o potencial dessas palmáceas para produção de biodiesel. Com financiamento da Finep da ordem de R$ 4 milhões, o programa envolverá especialmente os estados do Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Piauí, Maranhão, Pará, Amapá, Amazonas e Roraima.


Arranjos locais


Atualmente, a macaúba co-abastece algumas usinas de biodiesel brasileiras, como a de Montes Claros (MG). A planta é uma das que são beneficiadas pelos arranjos produtivos locais, que evitam o gasto de energia no transporte de matérias-primas para seu abastecimento e permitem a integração de diferentes oleaginosas para otimizar sua produção.


"Em Montes Claros, por exemplo, aproveitaremos em breve o óleo de girassol. Assim, a unidade poderá operar ainda mais dias por ano", explica Cabral.


Fonte: Agência UDOP
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