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Mercado de Energia

Em dez anos, o Brasil deverá mudar o perfil energético de importador para exportador

20/10/2015 | 10h17
Em dez anos, o Brasil deverá mudar o perfil energético de importador para exportador
Agência Petrobras Agência Petrobras

 

Dentro de uma década, o Brasil deverá passar de importador para exportador de energia. O prognóstico positivo é do secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Altino Ventura Filho. O engenheiro eletricista esteve presente em dois dias do 23º Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica (SNPTEE). O evento começou neste domingo (18), em Foz do Iguaçu, e prossegue até quarta-feira (21). 
Altino falou, entre outros temas, sobre a expansão do sistema energético nacional no horizonte decenal 2015/2024. Ele reconhece que o Brasil enfrenta hoje problemas conjunturais no setor elétrico, mas, se comparado a outros países, tem uma situação privilegiada: tamanho continental, grande potencial de matriz diversificada a ser explorada e energia limpa e renovável em abundância. 
Enquanto a matriz energética do mundo hoje é composta por 81% de combustíveis fósseis, no Brasil esse índice é de 59%. A participação de fontes primárias (energias renováveis) no território nacional é de 39,4%, enquanto nos demais países é de apenas 13,6%. Em sua palestra, Altino lembra que, em 1979, a matriz energética brasileira era composta por 50,4% de petróleo, 09,% de gás natural, 4,8% de carvão mineral, 8,9% hidráulica, 7,3% de cana de açúcar e 27,8% de outras fontes.
Já a matriz de energia elétrica apresentava o seguinte panorama: 92% de base hidráulica, 4,2% petróleo, 1,9% carvão, 0,9% carvão e 1,0% outros. O Brasil importava naquele ano 45% da energia consumida, enquanto em 1970 a importação correspondia a 27%. A dependência brasileira foi diminuindo progressivamente. Em 1990, passou para 30%. A desejada autossuficiência, perseguida pelo Brasil em 1970, foi sendo alcançada por ações estratégicas, entre elas investimentos em grandes e médias usinas e prospecção de petróleo no mar pela Petrobras.
Mais recentemente, vieram os investimentos no pré-sal, o que permitirá que já a partir de 2019 o País seja autossuficiente e, em 2024, exportador de energia, segundo Altino Ventura Filho. A produção de petróleo, diz o secretário, saltará dos atuais 2,3 milhões de barris\dia para 5,1 milhões de barris\dia em 2014, um crescimento estimado de 8,5% ao ano. Com isso, o Brasil terá um superávit, em 2014, de 2,2 milhões de barris\dia. Em gás natural, a produção atual, de 87,4 milhões de metros cúbicos por dia, deverá saltar para 172 milhões de metros cúbicos por dia em 2024, um aumento de 7% ao ano. 
Mesmo assim, o País continuará precisando importar gás, mas em pequena quantidade (9 milhões de metros cúbicos por dia). A produção atual de etanol, de 28,5 milhões de metros cúbicos, deverá subir em 2024 para 43,9 milhões de metros cúbicos, um crescimento de 4,4 % ao ano, o que permitirá ao Brasil exportar em torno de 1,8 milhão de metros cúbicos naquele ano. Já a produção de biodiesel passará dos atuais de 3,4 milhões de metros cúbicos para 5,6 milhões de metros cúbicos, com crescimento de 5,1% ao ano. Isso garantirá a mistura de 7% de biodisel ao diesel fóssil. 
Os investimentos previstos em petróleo e energia, segundo Altino Ventura Filho, somam R$ 993 bilhões. Em eletricidade, serão R$ 376 bilhões e em biocombustíveis outros R$ 39 bilhões. Total: R$ 1,408 trilhão. A expansão prevista para a produção primária de energia possibilitará um superávit de 24% sobre a demanda total de energia, revertendo os atuais déficits, próximos de 13%.
O potencial hidrelétrico brasileiro, de 260.000 MW, está entre o 3º e 4º do mundo. Atualmente conta-se com segurança com 150.000 MW, montante necessário até o final do quinquênio 2025/2030 (função do cenário energético e socioambiental futuro). 
Após o aproveitamento viável, para 2030, o governo brasileiro trabalhará ainda com outras frentes: Programa Térmico (operação de base); Gás Natural (outros usos, matéria prima na indústria, oferta e preço); Nuclear (aceitação pública, resíduos, segurança e outros); Carvão Mineral (queima limpa, gases de efeito estufa e captura do carbono); Fontes Energéticas Renováveis Eólica Biomassa (bagaço de cana-de-açúcar); Solar Fotovoltaica; Lixo Urbano; e Eficiência Energética com Avanços Tecnológicos.

Dentro de uma década, o Brasil deverá passar de importador para exportador de energia. O prognóstico positivo é do secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Altino Ventura Filho. O engenheiro eletricista esteve presente em dois dias do 23º Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica (SNPTEE). O evento começou neste domingo (18), em Foz do Iguaçu, e prossegue até quarta-feira (21). 

Altino falou, entre outros temas, sobre a expansão do sistema energético nacional no horizonte decenal 2015/2024. Ele reconhece que o Brasil enfrenta hoje problemas conjunturais no setor elétrico, mas, se comparado a outros países, tem uma situação privilegiada: tamanho continental, grande potencial de matriz diversificada a ser explorada e energia limpa e renovável em abundância. 

Enquanto a matriz energética do mundo hoje é composta por 81% de combustíveis fósseis, no Brasil esse índice é de 59%. A participação de fontes primárias (energias renováveis) no território nacional é de 39,4%, enquanto nos demais países é de apenas 13,6%.

Em sua palestra, Altino lembra que, em 1979, a matriz energética brasileira era composta por 50,4% de petróleo, 09,% de gás natural, 4,8% de carvão mineral, 8,9% hidráulica, 7,3% de cana de açúcar e 27,8% de outras fontes.Já a matriz de energia elétrica apresentava o seguinte panorama: 92% de base hidráulica, 4,2% petróleo, 1,9% carvão, 0,9% carvão e 1,0% outros. O Brasil importava naquele ano 45% da energia consumida, enquanto em 1970 a importação correspondia a 27%.

A dependência brasileira foi diminuindo progressivamente. Em 1990, passou para 30%. A desejada autossuficiência, perseguida pelo Brasil em 1970, foi sendo alcançada por ações estratégicas, entre elas investimentos em grandes e médias usinas e prospecção de petróleo no mar pela Petrobras.

Mais recentemente, vieram os investimentos no pré-sal, o que permitirá que já a partir de 2019 o País seja autossuficiente e, em 2024, exportador de energia, segundo Altino Ventura Filho. A produção de petróleo, diz o secretário, saltará dos atuais 2,3 milhões de barris\dia para 5,1 milhões de barris\dia em 2014, um crescimento estimado de 8,5% ao ano. Com isso, o Brasil terá um superávit, em 2014, de 2,2 milhões de barris\dia.

Em gás natural, a produção atual, de 87,4 milhões de metros cúbicos por dia, deverá saltar para 172 milhões de metros cúbicos por dia em 2024, um aumento de 7% ao ano. Mesmo assim, o País continuará precisando importar gás, mas em pequena quantidade (9 milhões de metros cúbicos por dia).

A produção atual de etanol, de 28,5 milhões de metros cúbicos, deverá subir em 2024 para 43,9 milhões de metros cúbicos, um crescimento de 4,4 % ao ano, o que permitirá ao Brasil exportar em torno de 1,8 milhão de metros cúbicos naquele ano. Já a produção de biodiesel passará dos atuais de 3,4 milhões de metros cúbicos para 5,6 milhões de metros cúbicos, com crescimento de 5,1% ao ano. Isso garantirá a mistura de 7% de biodisel ao diesel fóssil. Os investimentos previstos em petróleo e energia, segundo Altino Ventura Filho, somam R$ 993 bilhões.

Em eletricidade, serão R$ 376 bilhões e em biocombustíveis outros R$ 39 bilhões. Total: R$ 1,408 trilhão. A expansão prevista para a produção primária de energia possibilitará um superávit de 24% sobre a demanda total de energia, revertendo os atuais déficits, próximos de 13%.

O potencial hidrelétrico brasileiro, de 260.000 MW, está entre o 3º e 4º do mundo. Atualmente conta-se com segurança com 150.000 MW, montante necessário até o final do quinquênio 2025/2030 (função do cenário energético e socioambiental futuro). 

Após o aproveitamento viável, para 2030, o governo brasileiro trabalhará ainda com outras frentes: programa térmico (operação de base); gás natural (outros usos, matéria prima na indústria, oferta e preço); nuclear (aceitação pública, resíduos, segurança e outros); carvão mineral (queima limpa, gases de efeito estufa e captura do carbono); Fontes Energéticas Renováveis Eólica Biomassa (bagaço de cana-de-açúcar); solar fotovoltaica; lixo urbano; e eficiência energética com avanços tecnológicos.

 



Fonte: Redação/Assessoria
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