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Empresas

Eletrosul vai licitar projetos solares

20/06/2013 | 12h48

 

A Eletrosul, subsidiária da Eletrobras que atua nos três estados do Sul do país, abriu licitação para a aquisição e instalação de quatro estações solarimétricas que serão construídas junto a hidrelétricas da estatal. As estações medem a incidência do sol, do vento, condições climáticas e vão fornecer dados para o desenvolvimento de estudos de viabilidade técnica e financeira para a instalação de unidades comerciais de geração termossolar na região.
Esse tipo de geração, já em expansão na Espanha e nos Estados Unidos, tem poucas iniciativas no país. Diferente da fotovoltáica, que converte diretamente a radiação do sol em energia, a tecnologia termossolar ou energia solar concentrada (CSP, na sigla em inglês) funciona como uma usina termelétrica que usa o calor do sol como combustível.
Ronaldo Custódio, diretor de Engenharia e Operação da empresa, prevê que um ano depois de instaladas as estações a empresa deverá ter informações suficientes para decidir onde podem ser construídas as usinas termossolares. Duas estações ficarão no RS e outra no MS. O quarto local ainda será definido.
A concorrência será por meio de pregão eletrônico em 1º de julho. As empresas têm até às 10 horas desse dia para apresentar propostas. O edital está disponível no website da Eletrosul.
A empresa investiu, nos últimos dez anos, R$ 30 milhões em pesquisas e instalações no setor solar. Dentre os investimentos, estão a participação em pesquisas junto a universidades e a implantação de projeto piloto de geração fotovoltáica, de 12 kilowatts, na sede da companhia.
Custódio ponderou que a geração de energia a partir do sol no país ainda é cara comparada com outras fontes. "Estamos no mesmo caminho que seguimos com sucesso na eólica, nos preparando com tecnologia, com investimento, com pesquisa, no desenvolvimento de projetos, e quando o mercado de energia solar no Brasil vier com força, estaremos prontos para ser um forte operador no setor", afirmou.
Custódio admite que há carências regulatórias para o desenvolvimento do setor, como a ausência de normas que estabeleçam o tempo de medição necessário para que uma usina solar seja viável. "Isso é normal de um mercado que é novo", justificou. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) colocou o tema em consulta pública em maio para definir condições e procedimentos para autorizar a implantação de centrais geradoras.
Eduardo Serra, assistente da diretoria-geral do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), que também pertence ao grupo Eletrobras, concorda que os preços ainda são muito altos. A companhia tem um projeto de R$ 28 milhões para a implantação de uma usina termossolar piloto com potencial nominal de 1 megawatts (MW), em Petrolina (PE). Serra explicou que projetos grandes de geração termossolar podem chegar a 50 MW.
A unidade está em fase de licenciamento, que deve estar concluído em 90 dias. A empresa também vai realizar uma licitação internacional para definir a companhia que construirá.

A Eletrosul, subsidiária da Eletrobras que atua nos três estados do Sul do país, abriu licitação para a aquisição e instalação de quatro estações solarimétricas que serão construídas junto a hidrelétricas da estatal. As estações medem a incidência do sol, do vento, condições climáticas e vão fornecer dados para o desenvolvimento de estudos de viabilidade técnica e financeira para a instalação de unidades comerciais de geração termossolar na região.


Esse tipo de geração, já em expansão na Espanha e nos Estados Unidos, tem poucas iniciativas no país. Diferente da fotovoltáica, que converte diretamente a radiação do sol em energia, a tecnologia termossolar ou energia solar concentrada (CSP, na sigla em inglês) funciona como uma usina termelétrica que usa o calor do sol como combustível.


Ronaldo Custódio, diretor de Engenharia e Operação da empresa, prevê que um ano depois de instaladas as estações a empresa deverá ter informações suficientes para decidir onde podem ser construídas as usinas termossolares. Duas estações ficarão no RS e outra no MS. O quarto local ainda será definido.


A concorrência será por meio de pregão eletrônico em 1º de julho. As empresas têm até às 10 horas desse dia para apresentar propostas. O edital está disponível no website da Eletrosul.


A empresa investiu, nos últimos dez anos, R$ 30 milhões em pesquisas e instalações no setor solar. Dentre os investimentos, estão a participação em pesquisas junto a universidades e a implantação de projeto piloto de geração fotovoltáica, de 12 kilowatts, na sede da companhia.


Custódio ponderou que a geração de energia a partir do sol no país ainda é cara comparada com outras fontes. "Estamos no mesmo caminho que seguimos com sucesso na eólica, nos preparando com tecnologia, com investimento, com pesquisa, no desenvolvimento de projetos, e quando o mercado de energia solar no Brasil vier com força, estaremos prontos para ser um forte operador no setor", afirmou.


Custódio admite que há carências regulatórias para o desenvolvimento do setor, como a ausência de normas que estabeleçam o tempo de medição necessário para que uma usina solar seja viável. "Isso é normal de um mercado que é novo", justificou. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) colocou o tema em consulta pública em maio para definir condições e procedimentos para autorizar a implantação de centrais geradoras.


Eduardo Serra, assistente da diretoria-geral do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), que também pertence ao grupo Eletrobras, concorda que os preços ainda são muito altos. A companhia tem um projeto de R$ 28 milhões para a implantação de uma usina termossolar piloto com potencial nominal de 1 megawatts (MW), em Petrolina (PE). Serra explicou que projetos grandes de geração termossolar podem chegar a 50 MW.


A unidade está em fase de licenciamento, que deve estar concluído em 90 dias. A empresa também vai realizar uma licitação internacional para definir a companhia que construirá.

 



Fonte: Valor Econômico
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