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Energia

Eletropaulo já gastou R$ 1 bi com termelétricas, diz governo de SP

11/03/2013 | 14h42

 

O secretário de energia de São Paulo, José Aníbal, afirmou nesta segunda-feira (11) que o custo maior de energia da Eletropaulo por conta do acionamento das termelétricas, que ocorre desde o fim do ano passado, para garantir o abastecimento no país, já chega a R$ 1 bilhão. Segundo ele, o gasto para todas as empresas do setor é de R$ 5 bilhões.
“Em algum momento, isso deve ser repassado para o consumidor”, diz. Aníbal afirma que o governo federal criou uma “rede de improvisos” para chegar a soluções que classifica como “imediatistas” para pagar os custos maiores.
Entre as medidas, está o uso da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). “O governo empresta dinheiro da CDE, mas depois tem que repassar isso ao consumidor e não tem como dar conta sozinho”, comentou, opinando que as ações ocorrem visando ao prazo político-eleitoral.
Aníbal disse ainda que os custos maiores da energia por conta das térmicas deve chegar a R$ 10 bilhões até o fim do ano.
Questionado sobre a situação da Cesp após a não renovação de suas três principais usinas, o secretário de energia se limitou a dizer que a empresa “está ótima” e ressaltou que possui "expressão dentro do sistema energético brasileiro".
Hoje, o Credit Suisse elevou a recomendação da Cesp de manutenção para compra e passou o preço-alvo da companhia de R$ 18 para R$ 24.  Por volta das 11h30, a ação PNB da companhia estava cotada há pouco a R$ 19,96, alta de 3,69%.

O secretário de energia de São Paulo, José Aníbal, afirmou nesta segunda-feira (11) que o custo maior de energia da Eletropaulo por conta do acionamento das termelétricas, que ocorre desde o fim do ano passado, para garantir o abastecimento no país, já chega a R$ 1 bilhão. Segundo ele, o gasto para todas as empresas do setor é de R$ 5 bilhões.


“Em algum momento, isso deve ser repassado para o consumidor”, diz. Aníbal afirma que o governo federal criou uma “rede de improvisos” para chegar a soluções que classifica como “imediatistas” para pagar os custos maiores.


Entre as medidas, está o uso da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). “O governo empresta dinheiro da CDE, mas depois tem que repassar isso ao consumidor e não tem como dar conta sozinho”, comentou, opinando que as ações ocorrem visando ao prazo político-eleitoral.


Aníbal disse ainda que os custos maiores da energia por conta das térmicas deve chegar a R$ 10 bilhões até o fim do ano.


Questionado sobre a situação da Cesp após a não renovação de suas três principais usinas, o secretário de energia se limitou a dizer que a empresa “está ótima” e ressaltou que possui "expressão dentro do sistema energético brasileiro".


Hoje, o Credit Suisse elevou a recomendação da Cesp de manutenção para compra e passou o preço-alvo da companhia de R$ 18 para R$ 24.  Por volta das 11h30, a ação PNB da companhia estava cotada há pouco a R$ 19,96, alta de 3,69%.



Fonte: Valor Online
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