acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Empresas

Eletrobras parcela indenizações

28/01/2013 | 10h45

 

As empresas do grupo Eletrobras aceitaram receber parte dos R$ 14,091 bilhões de indenização pela antecipação da renovação das concessões em parcelas, que começaram a ser pagas no dia 18 de janeiro. O valor deve ser suficiente para honrar investimentos até 2014, último ano do mandato da presidente Dilma Rousseff. Depois, é possível que a União tenha que injetar recursos na companhia.
Chesf, Eletronorte e Eletrosul receberam 50% do que tinham direito, no dia 18 de janeiro. Receberão o resto em parcelas mensais. Furnas decidiu receber quase a totalidade dos R$ 3,622 bilhões que tem a receber pelos ativos de transmissão (R$ 2,878 bilhões) e geração (R$ 730,9 milhões).
O diretor financeiro de Furnas, Nilton Foletto, disse que a empresa recebeu, no dia 18 de janeiro, R$ 237,5 milhões. O valor se refere à totalidade da indenização pela usina de Marimbondo (R$ 64,3 milhões), a primeira parcela da usina de Corumbá (que venceria em novembro de 2014 e será paga em 23 prestações) e dos ativos de transmissão que serão pagos em 31 prestações, até julho de 2015.
Segundo Foletto, a opção era receber à vista ou a prazo até o vencimento do contrato original (antes da renovação), sendo que os valores parcelados serão corrigidos pelo IPCA mais 5,59%. Para Furnas, a remuneração é mais vantajosa do que se recebesse à vista e aplicasse o dinheiro no Banco do Brasil, no qual estatais devem deixar o caixa.
"Parcelar foi uma opção financeira melhor do que receber à vista e aplicar no mercado. A diferença em termos de remuneração é enorme, de 11,8% contra 7,1%, são quase cinco pontos percentuais, já que o Banco do Brasil não paga 100% do CDI", antecipou Foletto ao 'Valor PRO'. Procurada, a Eletrobras não se pronunciou.
Na sexta-feira (25), em reunião do conselho de administração, a Eletrobras foi informada de que enquanto não regularizar as obras em atraso não terá autorização para novos investimentos. A empresa fechou 2012 com investimento recorde de R$ 9,9 bilhões. Também não foi aprovado pedido de aumento de capital das distribuidoras federalizadas, conforme informação publicada originalmente no 'Valor PRO', serviço de informação em tempo real do 'Valor'. O conselho não discutiu a venda das distribuidoras, que perderam a fonte de crédito com o fim da Reserva Global de Reversão, encerrada com o pagamento das concessões.

As empresas do grupo Eletrobras aceitaram receber parte dos R$ 14,091 bilhões de indenização pela antecipação da renovação das concessões em parcelas, que começaram a ser pagas no dia 18 de janeiro. O valor deve ser suficiente para honrar investimentos até 2014, último ano do mandato da presidente Dilma Rousseff. Depois, é possível que a União tenha que injetar recursos na companhia.


Chesf, Eletronorte e Eletrosul receberam 50% do que tinham direito, no dia 18 de janeiro. Receberão o resto em parcelas mensais. Furnas decidiu receber quase a totalidade dos R$ 3,622 bilhões que tem a receber pelos ativos de transmissão (R$ 2,878 bilhões) e geração (R$ 730,9 milhões).


O diretor financeiro de Furnas, Nilton Foletto, disse que a empresa recebeu, no dia 18 de janeiro, R$ 237,5 milhões. O valor se refere à totalidade da indenização pela usina de Marimbondo (R$ 64,3 milhões), a primeira parcela da usina de Corumbá (que venceria em novembro de 2014 e será paga em 23 prestações) e dos ativos de transmissão que serão pagos em 31 prestações, até julho de 2015.


Segundo Foletto, a opção era receber à vista ou a prazo até o vencimento do contrato original (antes da renovação), sendo que os valores parcelados serão corrigidos pelo IPCA mais 5,59%. Para Furnas, a remuneração é mais vantajosa do que se recebesse à vista e aplicasse o dinheiro no Banco do Brasil, no qual estatais devem deixar o caixa.


"Parcelar foi uma opção financeira melhor do que receber à vista e aplicar no mercado. A diferença em termos de remuneração é enorme, de 11,8% contra 7,1%, são quase cinco pontos percentuais, já que o Banco do Brasil não paga 100% do CDI", antecipou Foletto ao 'Valor PRO'. Procurada, a Eletrobras não se pronunciou.


Na sexta-feira (25), em reunião do conselho de administração, a Eletrobras foi informada de que enquanto não regularizar as obras em atraso não terá autorização para novos investimentos. A empresa fechou 2012 com investimento recorde de R$ 9,9 bilhões. Também não foi aprovado pedido de aumento de capital das distribuidoras federalizadas, conforme informação publicada originalmente no 'Valor PRO', serviço de informação em tempo real do 'Valor'. O conselho não discutiu a venda das distribuidoras, que perderam a fonte de crédito com o fim da Reserva Global de Reversão, encerrada com o pagamento das concessões.

 



Fonte: Valor Econômico
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar