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Energia

Eletrobras fecha acordo com Guiana, Guiana Francesa e Suriname

08/08/2012 | 14h10

 

A Eletrobras vai assinar este mês memorando de entendimento entre empresas e governos da Guiana, Guiana Francesa e Suriname para o desenvolvimento de estudos de aproveitamento do potencial hídrico dos três países para a geração de energia de forma integrada. A afirmação foi feita pelo superintendente de operações no exterior da Eletrobras, Sinval Zaidan Gama. A ideia, segundo o executivo, é analisar a possibilidade de escoar a produção de energia dos três países para o Brasil, além do Caribe e Venezuela.
Gama afirmou que, em princípio, está sendo analisada a construção de duas usinas hidrelétricas na Guiana, no rio Mazaruni, e uma no Suriname, no rio Aper, que somariam total de 3 mil megawatts (MW) de potência. No entanto, pondera que o potencial das usinas, a construção de linhas de transmissão e os investimentos necessários serão definidos nos próximos quatro anos.
Segundo Gama, o objetivo da estatal é contribuir com o desenvolvimento da Guiana, Suriname e Guiana Francesa, oferecendo conhecimento e tecnologia. "Por outro lado, temos possibilidade de conectar esse sistema ao brasileiro", disse. O executivo participou ontem do Seminário Internacional de Integração Elétrica da América do Sul, organizado pelo Grupo de Estudo do Setor de Energia Elétrica (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Estudos de viabilidade já estão sendo feitos na Guiana por duas empresas brasileiras: Queiroz Galvão e OAS. Já no Suriname, a EBS, estatal do setor elétrico do país, lançou um edital para a contratação de empresas para a elaboração desses estudos. "O BID [Banco Interamericano de Desenvolvimento] vai financiar o governo da Guiana e do Suriname a contratar esses estudos, que são caros", disse Gama, que não revelou o valor do aporte.
Gama explicou que na conferência Rio+20, em junho, a Eletrobras assinou memorandos de entendimento individualmente com os três países. Um dos memorandos foi com o governo da Guiana, outro com a EBS, do Suriname, e o terceiro com a Électricité de France (EDF), da Guiana Francesa.

A Eletrobras vai assinar este mês memorando de entendimento entre empresas e governos da Guiana, Guiana Francesa e Suriname para o desenvolvimento de estudos de aproveitamento do potencial hídrico dos três países para a geração de energia de forma integrada. A afirmação foi feita pelo superintendente de operações no exterior da Eletrobras, Sinval Zaidan Gama. A ideia, segundo o executivo, é analisar a possibilidade de escoar a produção de energia dos três países para o Brasil, além do Caribe e Venezuela.


Gama afirmou que, em princípio, está sendo analisada a construção de duas usinas hidrelétricas na Guiana, no rio Mazaruni, e uma no Suriname, no rio Aper, que somariam total de 3 mil megawatts (MW) de potência. No entanto, pondera que o potencial das usinas, a construção de linhas de transmissão e os investimentos necessários serão definidos nos próximos quatro anos.


Segundo Gama, o objetivo da estatal é contribuir com o desenvolvimento da Guiana, Suriname e Guiana Francesa, oferecendo conhecimento e tecnologia. "Por outro lado, temos possibilidade de conectar esse sistema ao brasileiro", disse. O executivo participou ontem do Seminário Internacional de Integração Elétrica da América do Sul, organizado pelo Grupo de Estudo do Setor de Energia Elétrica (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).


Estudos de viabilidade já estão sendo feitos na Guiana por duas empresas brasileiras: Queiroz Galvão e OAS. Já no Suriname, a EBS, estatal do setor elétrico do país, lançou um edital para a contratação de empresas para a elaboração desses estudos. "O BID [Banco Interamericano de Desenvolvimento] vai financiar o governo da Guiana e do Suriname a contratar esses estudos, que são caros", disse Gama, que não revelou o valor do aporte.


Gama explicou que na conferência Rio+20, em junho, a Eletrobras assinou memorandos de entendimento individualmente com os três países. Um dos memorandos foi com o governo da Guiana, outro com a EBS, do Suriname, e o terceiro com a Électricité de France (EDF), da Guiana Francesa.



Fonte: Valor Econômico
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