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Eletricidade

Eletrobras: EDP só interessa com participação ativa

21/09/2011 | 10h21

O diretor financeiro da Eletrobras, Armando Casado, infromou que a estatal só deverá disputar participação acionária na portuguesa EDP se houver condições de ter assento no controle administrativo e participar das decisões estratégicas. "Só assim faz sentido dentro de nossa proposta de internacionalização dos negócios", disse Casado, em entrevista coletiva, após participar de evento promovido pela PriceWaterhouseCoopers, no Rio de Janeiro.

Segundo ele, a Eletrobras ainda vai aguardar o edital de venda da participação de 20% do governo português na EDP para decidir se vai disputar sozinha ou com sócios esta fatia na empresa. Casado confirmou que o presidente da companhia, José da Costa Carvalho Neto, está em Portugal esta semana se "inteirando" da situação para fazer uma análise mais aprofundada sobre como a companhia deverá se posicionar no negócio. A decisão, diz ele, só deverá ser tomada realmente após o detalhamento da venda em edital.

"Quando há um leilão de energia no país, nós fazemos um chamado público para atrair sócios. Em cima desta chamada é que escolhemos sócios. Eventualmente se decidirmos não ir sozinhos para a disputa na EDP, é assim que vamos proceder para encontrar eventuais parceiros", disse.

Ele descartou, no entanto, que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ocupe esta posição. Segundo Casado, o banco será apenas um financiador de parte do projeto, já que "um investimento desta magnitude necessita de financiamento".

"O BNDES é só agente financiador. Não temos instrumentos hoje para avaliar como poderemos participar da disputa e quais serão nossos prováveis sócios. Para acertar o negócio tem que ver primeiro as condições do edital, depois ver as condições da companhia de participar. Tudo isso passa por due diligence para avaliar. Caso tenha realmente parceiro adequado, vamos avaliar as condições dos players, nacionais ou internacionais. Quem apresentar melhores condições, estiver dentro das condições solicitadas etc", disse.

Casado não soube estimar qual o valor do negociação que o mercado está esperando para a venda da fatia de 20% na EDP. "É preciso saber quanto a companhia vale hoje e sacar deste total os 20% que pretendemos comprar", comentou. Ante a sugestão de que a empresa valeria US$ 10 bilhões e seriam necessários US$ 2 bilhões, ele refutou: "Acho que sai bem mais do que US$ 2 bilhões".

Ainda segundo Casado, a participação na EDP não resume todo o processo de internacionalização da Eletrobras. Ele lembrou que a companhia tem ainda interesse em negociações no Peru, no Panamá e no Uruguai.



Fonte: Agência Estado
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