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Comprometimento

Eletrobras diz que não há risco de faltar energia por causa de greve

18/07/2013 | 09h23

 

O diretor de Administração da Eletrobras, Miguel Colasuonno, disse hoje (17) que a greve dos funcionários da empresa, que começou na última segunda-feira (15), não deve ocasionar desabastecimento de energia no país. “O comprometimento de todos os sindicatos foi o de que não vai haver risco de interrupção de forma nenhuma”, disse o diretor, após participar de reunião com representantes dos trabalhadores e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Não houve acordo no encontro, e a greve continua por tempo indeterminado.
 
Os funcionários alertam, no entanto, que, com menos empregados trabalhando, o tempo para o restabelecimento do sistema elétrico pode ser maior, no caso de um acidente. “Não faltará energia por conta dos trabalhadores, não existe ameaça nem pensamento registrado dessa forma. Mas é óbvio que o sistema elétrico está exposto a intempéries da natureza. Se acontece algum problema, com uma greve, é obvio que demora mais tempo para retomar o sistema”, disse o presidente da Federação dos Trabalhadores em Energia, Água e Meio e Ambiente (Fenatema), Eduardo Annunciato.
O diretor da Eletrobras disse que o governo apresentou oito contrapropostas aos trabalhadores, que não foram aceitas. Colasuonno explicou que a empresa está fazendo um enxugamento orçamentário por causa da redução do preço da energia determinado no início do ano pelo governo, que inclui um plano de demissão voluntária de funcionários e contingenciamento de gastos. “Nosso orçamento teve uma redução necessária de quase R$ 9 bilhões. Estamos tentando salvar a empresa junto com os funcionários que existem, não podemos dar vantagens adicionais, é muito complicado em um momento em que a empresa está tentando diminuir custos”.
Os trabalhadores não saíram satisfeitos da reunião e dizem que vão manter a greve por tempo indeterminado. “Como não tem compromisso nenhum, a greve continua até ter um fato novo. Vamos aguardar paralisados o contato que o ministro Lobão terá com a área econômica. Segundo ele, se houver sinalização, ele pode apresentar uma nova proposta”, disse o secretário de Energia da Federação Nacional dos Urbanitários, Fernando Pereira.
Além da reposição da inflação e a manutenção dos benefícios, os funcionários pedem ganho real, o que, segundo o diretor da Eletrobras, é “difícil cogitar”. A proposta da empresa é reajuste de salários e de benefícios de 6,49%, correspondente à reposição da inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Perguntado se a questão pode ser decidida em dissídio coletivo, ele disse que “a empresa está trabalhando com todos os cenários”.
A Fenatema deverá encaminhar uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) contra as medidas provisórias (MPs) 577 e 579, que garantiram a redução no preço da energia, mas, segundo a entidade, reduziram a remuneração para as empresas do setor. “Se o governo causou esse transtorno para os trabalhadores eletricitários, não vamos pagar duas vezes”, disse o presidente da entidade.

O diretor de Administração da Eletrobras, Miguel Colasuonno, disse ontem (17) que a greve dos funcionários da empresa, que começou na última segunda-feira (15), não deve ocasionar desabastecimento de energia no país. “O comprometimento de todos os sindicatos foi o de que não vai haver risco de interrupção de forma nenhuma”, disse o diretor, após participar de reunião com representantes dos trabalhadores e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Não houve acordo no encontro, e a greve continua por tempo indeterminado.

 

Os funcionários alertam, no entanto, que, com menos empregados trabalhando, o tempo para o restabelecimento do sistema elétrico pode ser maior, no caso de um acidente. “Não faltará energia por conta dos trabalhadores, não existe ameaça nem pensamento registrado dessa forma. Mas é óbvio que o sistema elétrico está exposto a intempéries da natureza. Se acontece algum problema, com uma greve, é obvio que demora mais tempo para retomar o sistema”, disse o presidente da Federação dos Trabalhadores em Energia, Água e Meio e Ambiente (Fenatema), Eduardo Annunciato.


O diretor da Eletrobras disse que o governo apresentou oito contrapropostas aos trabalhadores, que não foram aceitas. Colasuonno explicou que a empresa está fazendo um enxugamento orçamentário por causa da redução do preço da energia determinado no início do ano pelo governo, que inclui um plano de demissão voluntária de funcionários e contingenciamento de gastos. “Nosso orçamento teve uma redução necessária de quase R$ 9 bilhões. Estamos tentando salvar a empresa junto com os funcionários que existem, não podemos dar vantagens adicionais, é muito complicado em um momento em que a empresa está tentando diminuir custos”.


Os trabalhadores não saíram satisfeitos da reunião e dizem que vão manter a greve por tempo indeterminado. “Como não tem compromisso nenhum, a greve continua até ter um fato novo. Vamos aguardar paralisados o contato que o ministro Lobão terá com a área econômica. Segundo ele, se houver sinalização, ele pode apresentar uma nova proposta”, disse o secretário de Energia da Federação Nacional dos Urbanitários, Fernando Pereira.


Além da reposição da inflação e a manutenção dos benefícios, os funcionários pedem ganho real, o que, segundo o diretor da Eletrobras, é “difícil cogitar”. A proposta da empresa é reajuste de salários e de benefícios de 6,49%, correspondente à reposição da inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Perguntado se a questão pode ser decidida em dissídio coletivo, ele disse que “a empresa está trabalhando com todos os cenários”.


A Fenatema deverá encaminhar uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) contra as medidas provisórias (MPs) 577 e 579, que garantiram a redução no preço da energia, mas, segundo a entidade, reduziram a remuneração para as empresas do setor. “Se o governo causou esse transtorno para os trabalhadores eletricitários, não vamos pagar duas vezes”, disse o presidente da entidade.



Fonte: Agência Brasil
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