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Hidrelétrica de Santo Antônio

Eletrobras apoia posição de Furnas nos embates

30/09/2014 | 10h47

 

O presidente da Eletrobras, José Carvalho Neto, defendeu ontem a posição da subsidiária Furnas nos embates com o consórcio construtor da hidrelétrica de Santo Antônio, no rio Madeira. A subsidiária detém 39% na sociedade constituída para tocar o projeto. A divergência envolve as construtoras Odebrecht e Andrade Gutierrez que, ao mesmo tempo, integram o grupo empreendedor e o conjunto de empreiteiras construtoras.
"Estamos negociando com os sócios para chegar a um ponto em comum de forma que, da nossa parte, não faltará recursos", declarou o presidente da Eletrobras após reunião do conselho de administração da estatal. As divergências internas envolvem o pagamento de obrigações no mercado de curto prazo (spot). Carvalho Neto tem a expectativa de fechar um acordo até o início de outubro com as empreiteiras, quando a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) cobrará a dívida. "Estamos tentando fazer um encontro de contas. É uma grande construtora e acreditamos que o bom-senso irá imperar", afirmou.
Carvalho Neto disse que o conselho de administração liberou R$ 1 bilhão referentes à primeira parcela do empréstimo de R$ 6,5 bilhões concedidos pela Caixa e pelo Banco do Brasil ao grupo. Furnas, além de Eletronuclear e Eletrosul, receberá parte desses recurso para aplicar em Santo Antônio e em outras duas usinas do rio Teles Pires. Com esses recursos, a Eletronuclear investirá em Angra 3 e a Eletrosul em parques eólicos e linhas de transmissão. O presidente da Eletrobras afirmou que a segunda liberação de recursos beneficiará as distribuidoras do grupo na região Norte e Nordeste.
O conselho de administração aprovou ainda a assinatura do contrato entre a Eletronorte e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para elaborar estudos de viabilidade de três novos projetos hidrelétrico na região amazônica que preveem juntos a capacidade de geração de 1,6 mil megawatts (MW). Os projetos são: Tabajara, Prainha e Sumaúma. Segundo Carvalho Neto, a Eletronorte receberá financiamento de R$ 23 milhões da Finep. Já a subsidiária do grupo entrará com outros R$ 5,8 milhões em recursos próprios.
O executivo disse que os projetos estão previstos para os Estados do Amazonas e Rondônia. Ele admitiu que, por se tratar de região de planície, dificilmente as usinas terão grandes lagos para permitir a geração de energia ao longo de todo ano, com a formação dos chamados "reservatórios de regularização".

O presidente da Eletrobras, José Carvalho Neto, defendeu ontem a posição da subsidiária Furnas nos embates com o consórcio construtor da hidrelétrica de Santo Antônio, no rio Madeira.

A subsidiária detém 39% na sociedade constituída para tocar o projeto.

A divergência envolve as construtoras Odebrecht e Andrade Gutierrez que, ao mesmo tempo, integram o grupo empreendedor e o conjunto de empreiteiras construtoras.

"Estamos negociando com os sócios para chegar a um ponto em comum de forma que, da nossa parte, não faltará recursos", declarou o presidente da Eletrobras após reunião do conselho de administração da estatal.

As divergências internas envolvem o pagamento de obrigações no mercado de curto prazo (spot). Carvalho Neto tem a expectativa de fechar um acordo até o início de outubro com as empreiteiras, quando a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) cobrará a dívida. "Estamos tentando fazer um encontro de contas. É uma grande construtora e acreditamos que o bom-senso irá imperar", afirmou.

Carvalho Neto disse que o conselho de administração liberou R$ 1 bilhão referentes à primeira parcela do empréstimo de R$ 6,5 bilhões concedidos pela Caixa e pelo Banco do Brasil ao grupo.

Furnas, além de Eletronuclear e Eletrosul, receberá parte desses recurso para aplicar em Santo Antônio e em outras duas usinas do rio Teles Pires.

Com esses recursos, a Eletronuclear investirá em Angra 3 e a Eletrosul em parques eólicos e linhas de transmissão.

O presidente da Eletrobras afirmou que a segunda liberação de recursos beneficiará as distribuidoras do grupo na região Norte e Nordeste.

O conselho de administração aprovou ainda a assinatura do contrato entre a Eletronorte e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para elaborar estudos de viabilidade de três novos projetos hidrelétrico na região amazônica que preveem juntos a capacidade de geração de 1,6 mil megawatts (MW).

Os projetos são: Tabajara, Prainha e Sumaúma. Segundo Carvalho Neto, a Eletronorte receberá financiamento de R$ 23 milhões da Finep.

Já a subsidiária do grupo entrará com outros R$ 5,8 milhões em recursos próprios.

O executivo disse que os projetos estão previstos para os Estados do Amazonas e Rondônia.

Ele admitiu que, por se tratar de região de planície, dificilmente as usinas terão grandes lagos para permitir a geração de energia ao longo de todo ano, com a formação dos chamados "reservatórios de regularização".

 



Fonte: Valor Online
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