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Decisão

Eike Batista vai contestar obrigação de aporte exercida pela OGX

09/09/2013 | 09h53

 

O empresário Eike Batista vai questionar os termos da opção de aporte exercida pela petrolífera OGX, conforme antecipou o Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor, na semana passada. O empresário informou, em carta enviada à companhia na sexta-feira, que vai questionar “as circunstâncias, a forma, o conteúdo, a validade e os demais aspectos legais” da “put” que prevê aporte de até US$ 1 bilhão do controlador na companhia.
Agência Brasil
De acordo com Eike, passados 60 dias sem uma resolução sobre o presente conflito — iniciado com essa carta do executivo —, o caso será enviado à Câmara de Arbitragem do Mercado.
Apesar de a carta ter sido enviada à empresa no dia 6, apenas nesta segunda-feira a companhia enviou fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgando a informação.
A diretoria da OGX exerceu seu direito de obrigar o acionista controlador, Eike Batista, a subscrever ações da companhia no valor de R$ 6,30 cada uma. No total, essa injeção de capital poderia chegar a US$ 1 bilhão, com desembolso imediato de US$ 100 milhões.
O Valor PRO informou logo em seguida que o empresário não tinha intenção de honrar a “put”, mas que a opção foi exercida para que a direção da petrolífera cumprisse com seu dever fiduciário, já que o contrato existe e a situação de caixa da OGX é “dramática”, a decisão teria de ser tomada em defesa do melhor interesse da companhia de petróleo.

O empresário Eike Batista vai questionar os termos da opção de aporte exercida pela petrolífera OGX, conforme antecipou o Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor, na semana passada. O empresário informou, em carta enviada à companhia na sexta-feira, que vai questionar “as circunstâncias, a forma, o conteúdo, a validade e os demais aspectos legais” da “put” que prevê aporte de até US$ 1 bilhão do controlador na companhia.


De acordo com Eike, passados 60 dias sem uma resolução sobre o presente conflito — iniciado com essa carta do executivo —, o caso será enviado à Câmara de Arbitragem do Mercado.


Apesar de a carta ter sido enviada à empresa no dia 6, apenas nesta segunda-feira a companhia enviou fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgando a informação.


A diretoria da OGX exerceu seu direito de obrigar o acionista controlador, Eike Batista, a subscrever ações da companhia no valor de R$ 6,30 cada uma. No total, essa injeção de capital poderia chegar a US$ 1 bilhão, com desembolso imediato de US$ 100 milhões.


O Valor PRO informou logo em seguida que o empresário não tinha intenção de honrar a “put”, mas que a opção foi exercida para que a direção da petrolífera cumprisse com seu dever fiduciário, já que o contrato existe e a situação de caixa da OGX é “dramática”, a decisão teria de ser tomada em defesa do melhor interesse da companhia de petróleo.

 



Fonte: Valor Econômico
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