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Empresas

Eike Batista reduz participação na OGX para 58,9%

11/06/2013 | 10h26

 

O empresário Eike Batista reduziu sua participação na petrolífera OGX de 61,1% para 58,9% em maio, de acordo com documento arquivado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Ao todo, o empresário vendeu 70,5 milhões de ações no mês passado, por R$ 121,9 milhões.
As operações de venda se concentraram nos dias 24, 27, 28 e 29 e foram intermediadas pelo Itaú BBA. Os papéis foram vendidos em linha com o preço médio de cada pregão e um pouco acima da cotação de fechamento. Nos quatro dias, as ações fecharam a sessão em baixa. A queda acumulada de 23 a 29 de maio foi de 20%.
As ações da OGX despencaram 9,63%, para R$ 1,50, no dia 29, depois de já ter perdido 5,14%, para R$ 1,66, no dia anterior. Na ocasião, operadores chamaram atenção para as fortes vendas da Itaú Corretora. No dia 29, a instituição encerrou com saldo líquido vendido de 16,2 milhões de ações, quase quatro vezes a posição da segunda maior vendedora do ativo, a Ágora, com 4,2 milhões de ações.
Em uma primeira avaliação, analistas acreditavam que o próprio Itaú, que é credor do grupo de Eike Batista, pudesse estar executando as ações dadas em garantia de empréstimos.
Agora, fica claro que o próprio Eike foi o vendedor, possivelmente por uma necessidade de fazer caixa, o que acentuou ainda mais a tendência de baixa das ações de sua própria empresa.
Ao todo, os negócios feitos pelo controlador nos quatro pregões representaram 15% do giro do papel no período. No dia 24, quando foram vendidos 21 milhões de papéis, a contribuição para o volume financeiro de OGX foi a mais representativa, de 30%.

O empresário Eike Batista reduziu sua participação na petrolífera OGX de 61,1% para 58,9% em maio, de acordo com documento arquivado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Ao todo, o empresário vendeu 70,5 milhões de ações no mês passado, por R$ 121,9 milhões.


As operações de venda se concentraram nos dias 24, 27, 28 e 29 e foram intermediadas pelo Itaú BBA. Os papéis foram vendidos em linha com o preço médio de cada pregão e um pouco acima da cotação de fechamento. Nos quatro dias, as ações fecharam a sessão em baixa. A queda acumulada de 23 a 29 de maio foi de 20%.


As ações da OGX despencaram 9,63%, para R$ 1,50, no dia 29, depois de já ter perdido 5,14%, para R$ 1,66, no dia anterior. Na ocasião, operadores chamaram atenção para as fortes vendas da Itaú Corretora. No dia 29, a instituição encerrou com saldo líquido vendido de 16,2 milhões de ações, quase quatro vezes a posição da segunda maior vendedora do ativo, a Ágora, com 4,2 milhões de ações.


Em uma primeira avaliação, analistas acreditavam que o próprio Itaú, que é credor do grupo de Eike Batista, pudesse estar executando as ações dadas em garantia de empréstimos.


Agora, fica claro que o próprio Eike foi o vendedor, possivelmente por uma necessidade de fazer caixa, o que acentuou ainda mais a tendência de baixa das ações de sua própria empresa.


Ao todo, os negócios feitos pelo controlador nos quatro pregões representaram 15% do giro do papel no período. No dia 24, quando foram vendidos 21 milhões de papéis, a contribuição para o volume financeiro de OGX foi a mais representativa, de 30%.

 



Fonte: Valor Online
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