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Empresas

Eficiência operacional é prioridade da Petrobras

07/08/2012 | 09h51
Eficiência operacional é prioridade da Petrobras
Presidente e diretores da Petrobras durante entrevista sobre os resultados Presidente e diretores da Petrobras durante entrevista sobre os resultados

 

Na apresentação dos resultados financeiros e operacionais do segundo trimestre de 2012 da Petrobras, realizado na segunda-feira (6), a presidente Maria das Graças Silva Foster deixou claro que projetos de aumento da eficiência operacional e disciplina de capital são prioritários para melhorar os índices da companhia. A executiva também destacou o potencial de crescimento e geração de valor da estatal, e a confiança nos resultados futuros.
“A Petrobras tem uma posição privilegiada na indústria de petróleo e gás, descobertas recentes, pessoal qualificado, significativos investimentos em P&D e um histórico de superação de desafios que levou a companhia a um patamar de excelência. Todos os dias a Petrobras está maior e melhor", afirmou.
Na ocasião estavam presentes os diretores Financeiro e de Relações com Investidores, Almir Barbassa; de Gás e Energia, José Alcides Santoro Martins; de Abastecimento, José Carlos Cosenza; e de Exploração e Produção, José Miranda Formigli Filho.
Na explicação de Graça, os resultados do trimestre foram impactados principalmente pela desvalorização cambial e o seu efeito nos custos e na dívida da companhia denominada em dólares. Além disso, foi resultado de uma conjuntura de fatores que não devem se repetir na mesma magnitude nos próximos trimestres, como o impacto da baixa de 41 poços considerados secos ou não comercialmente viáveis, que gerou um custo exploratório acima do normalmente verificado.
Causaram impacto sobre as contas da Petrobras, o aumento da importação de gás liquefeito de petróleo (GNL), cerca de 9 milhões de m3, para atender à demanda das termelétricas à gás e gerar, em média, 5 mil MW. Segundo o diretor de Gás e Energia, Alcides Santoro, houve aumento do volume importado e do preço  praticado no ano passado.
A fim de garantir as metas de produção, entrarão em operação, este ano, mais dois FPSOs com capacidade para produzir juntos 180 mil barris/dia - Cidade de Anchieta, para o projeto de desenvolvimento do pré-sal do campo de Baleia Azul, e Cidade de Itajaí, para o projeto de Baúna e Piracaba.
A petroleira lançou na semana passada o "Programa de Aumento da Eficiência Operacional da Bacia da Campos" (Proef), que está implementando uma série de paradas programadas, com o objetivo de restaurar a eficiência operacional da Bacia de Campos a seus níveis históricos de produção próximos de 90%.
De acordo com o diretor de Exploração e Produção José Miranda Formigli Filho, o índice de sucesso exploratório da empresa mantém-se estável. Em 2011 foi de 59% e este ano está em 60%.
Segundo o diretor de Abastecimento, José Carlos Cosenza, a Petrobras trabalha para diminuir a importação de gasolina.
"As refinarias estão operando em nível máximo. Batemos, em junho, o recorde de volume processado, com mais de 2,01 milhões de barris. Há novas unidades de conversão nas refinarias e pretendemos, no segundo semestre, reduzir os índices de importação", disse.

Na apresentação dos resultados financeiros e operacionais do segundo trimestre de 2012 da Petrobras, realizado na segunda-feira (6), a presidente Maria das Graças Silva Foster deixou claro que projetos de aumento da eficiência operacional e disciplina de capital são prioritários para melhorar os índices da companhia. A executiva também destacou o potencial de crescimento e geração de valor da estatal, e a confiança nos resultados futuros.


“A Petrobras tem uma posição privilegiada na indústria de petróleo e gás, descobertas recentes, pessoal qualificado, significativos investimentos em P&D e um histórico de superação de desafios que levou a companhia a um patamar de excelência. Todos os dias a Petrobras está maior e melhor", afirmou.


Na ocasião estavam presentes os diretores Financeiro e de Relações com Investidores, Almir Barbassa; de Gás e Energia, José Alcides Santoro Martins; de Abastecimento, José Carlos Cosenza; e de Exploração e Produção, José Miranda Formigli Filho.


Na explicação de Graça, os resultados do trimestre foram impactados principalmente pela desvalorização cambial e o seu efeito nos custos e na dívida da companhia denominada em dólares. Além disso, foi resultado de uma conjuntura de fatores que não devem se repetir na mesma magnitude nos próximos trimestres, como o impacto da baixa de 41 poços considerados secos ou não comercialmente viáveis, que gerou um custo exploratório acima do normalmente verificado.


Causaram impacto sobre as contas da Petrobras, o aumento da importação de gás liquefeito de petróleo (GNL), cerca de 9 milhões de m3, para atender à demanda das termelétricas à gás e gerar, em média, 5 mil MW. Segundo o diretor de Gás e Energia, Alcides Santoro, houve aumento do volume importado e do preço  praticado no ano passado.


A fim de garantir as metas de produção, entrarão em operação, este ano, mais dois FPSOs com capacidade para produzir juntos 180 mil barris/dia - Cidade de Anchieta, para o projeto de desenvolvimento do pré-sal do campo de Baleia Azul, e Cidade de Itajaí, para o projeto de Baúna e Piracaba.


A petroleira lançou na semana passada o "Programa de Aumento da Eficiência Operacional da Bacia da Campos" (Proef), que está implementando uma série de paradas programadas, com o objetivo de restaurar a eficiência operacional da Bacia de Campos a seus níveis históricos de produção próximos de 90%.


De acordo com o diretor de Exploração e Produção José Miranda Formigli Filho, o índice de sucesso exploratório da empresa mantém-se estável. Em 2011 foi de 59% e este ano está em 60%.


Segundo o diretor de Abastecimento, José Carlos Cosenza, a Petrobras trabalha para diminuir a importação de gasolina.


"As refinarias estão operando em nível máximo. Batemos, em junho, o recorde de volume processado, com mais de 2,01 milhões de barris. Há novas unidades de conversão nas refinarias e pretendemos, no segundo semestre, reduzir os índices de importação", disse.



Fonte: Agência Petrobras
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