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Eduardo Braga: Investimento em refino é necessário no Brasil

24/09/2015 | 11h34
Eduardo Braga: Investimento em refino é necessário no Brasil
Agência Petrobras Agência Petrobras

 

"Acreditamos que a questão das refinarias Premium I e Premium II terá reestudo, em função do fato de que precisamos de refino", disse Braga. "As circunstâncias que levam a Petrobras a cancelar, suspender ou postergar os projetos não são estruturais, são conjunturais. Questões conjunturais passam, mas a verdade macroeconômica e estrutural sobreviverá, apenas temos de enfrentar os desafios", afirmou.
O ministro destacou que apesar da conjuntura econômica internacional, com queda do preço do barril do petróleo e possível aumento da oferta de óleo com fim de embargos impostos pelos Estados Unidos ao Irã, os investimentos em refino no país são "absolutamente necessários".
"Recentemente pudemos exportar gasolina, o que não é comum. Somos exportadores de óleo e importadores de gasolina. Então no curto, médio e longo prazo, a questão do refino deve fazer parte do planejamento do Ministério", disse o ministro, que destacou que os investimentos também dependem da participação da Petrobras, empresa que tem o Governo Federal como principal acionista.
Braga defende regime de Partilha para o Pré-sal
Questionado sobre a visão do Ministério de Minas e Energia quanto ao regime de Partilha para a exploração do Pré-sal, Braga defendeu o modelo vigente, pois destina recursos para a Educação e para a Saúde.
"Defendo o regime de Partilha, pois defendo o fundo social. Precisamos aproveitar essa janela de oportunidade que se abre com a exploração do petróleo, e deixe um legado para a Saúde e Educação. Esse fundo é fundamental, pois há uma parte importante dos recursos produzidos no Pré-sal que passa a ser da União, e a União destina a um fundo com 70% para educação e 30% para a saúde", disse.

O Brasil necessitará de investimentos em refinarias, avalia o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, durante audiência da Comissão Externa sobre a construção das refinarias Premium I e II, na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (23/9). A produção de petróleo continuará crescendo no país, afirmou Braga, e o país vai precisar ter estruturas de refino quando a demanda pelos derivados do petróleo voltar a crescer, o que deve ocorrer ao final de 2016, início de 2017.

"Acreditamos que a questão das refinarias Premium I e Premium II terá reestudo, em função do fato de que precisamos de refino", disse Braga. "As circunstâncias que levam a Petrobras a cancelar, suspender ou postergar os projetos não são estruturais, são conjunturais. Questões conjunturais passam, mas a verdade macroeconômica e estrutural sobreviverá, apenas temos de enfrentar os desafios", afirmou.
O ministro destacou que apesar da conjuntura econômica internacional, com queda do preço do barril do petróleo e possível aumento da oferta de óleo com fim de embargos impostos pelos Estados Unidos ao Irã, os investimentos em refino no país são "absolutamente necessários".

"Recentemente pudemos exportar gasolina, o que não é comum. Somos exportadores de óleo e importadores de gasolina. Então no curto, médio e longo prazo, a questão do refino deve fazer parte do planejamento do Ministério", disse o ministro, que destacou que os investimentos também dependem da participação da Petrobras, empresa que tem o Governo Federal como principal acionista.

Braga defende regime de Partilha para o Pré-sal

Questionado sobre a visão do Ministério de Minas e Energia quanto ao regime de Partilha para a exploração do Pré-sal, Braga defendeu o modelo vigente, pois destina recursos para a Educação e para a Saúde.

"Defendo o regime de Partilha, pois defendo o fundo social. Precisamos aproveitar essa janela de oportunidade que se abre com a exploração do petróleo, e deixe um legado para a Saúde e Educação. Esse fundo é fundamental, pois há uma parte importante dos recursos produzidos no Pré-sal que passa a ser da União, e a União destina a um fundo com 70% para educação e 30% para a saúde", disse.



Fonte: MME
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