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Compósitos

Edra Equipamentos se prepara para atender o setor de óleo e gás

06/01/2015 | 13h49
Edra Equipamentos se prepara para atender o setor de óleo e gás
Divulgação Divulgação

Em breve, a Edra Equipamentos será a mais nova empresa do setor de óleo e gás. A companhia decidiu estender a sua expertise em moldagem de compósitos – um tipo de polímero de alta performance – à fabricação de tubos, acessórios e equipamentos de plataformas on e offshore.

“Começaremos com as tubulações para o transporte de óleo, água salgada, gases e fluidos em geral, mas a ideia é agregar ao nosso portfólio outras soluções em compósitos de alta performance para as operações de prospecção, extração e refino de petróleo”, afirma Jorge Braescher, presidente da Edra Equipamentos.

Orçada em R$ 30 milhões, a primeira etapa deste investimento concentra-se na expansão fabril, aquisição de equipamentos e demais adequações.

“Também investimos na formação de um time composto por profissionais com bastante experiência na produção de tubos para aplicações reconhecidamente complexas”, ele ressalta.      

A produção comercial da Edra Equipamento está agendada para começar no segundo trimestre de 2015. “Teremos capacidade para produzir cerca de 300 km/ano de tubulações de até 40” de diâmetro. Serão produzidas a partir de resinas especiais e com características específicas para atender integralmente às necessidades das diferentes classificações de área”.

O presidente da Edra Equipamentos estima que, em cinco anos, o fornecimento para o setor de óleo e gás responda por uma receita anual próxima a R$ 150 milhões. “O Brasil apresenta um potencial gigantesco nessa área, sem contar que ainda há oportunidades pouco exploradas envolvendo os compósitos”, comenta.

A nova unidade de negócios da Edra Equipamentos – internamente, é chamada de e-energy – se juntará a outras cinco: e-bank (caixas de autoatendimento bancário); e-visual (comunicação visual); e-home (mobiliários de design); e-modular (estruturas modulares) e e-services (prestação de serviços de manutenção). “O escopo da e-energy será ainda mais amplo, pois pretendemos atuar em outras áreas que envolvem a geração de energia”, completa Braescher.



Fonte: Redação / Assessoria
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