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Dia Mundial da Água

Ecosan promove estudo inédito visando melhores índices de desempenho em estações de tratamento

22/03/2017 | 15h24

A crescente complexidade das cidades tem exigido medidas e instrumentos, bem como, escolha adequada de melhores tecnologias, no intuito da obtenção de índices de desempenho cada vez mais desafiadores em suas estações de tratamento. Nesse contexto, a Ecosan, Líder em soluções e integradora na área de tratamento de águas e esgoto, iniciou um estudo das condições de formação e de controle do THM e de ácidos haloacéticos (HAA) para diferentes técnicas de tratamento da água.

Nessa pesquisa, de acordo com André Telles, diretor executivo da Ecosan, foi feita uma opção por um tratamento avançado que substancialmente trabalha com processos de absorção, coagulação oxidativa e desinfecção controlada em tempo real, não permitindo a formação destes orgânicos clorados na própria estação, ou seja, no próprio tratamento, como na sua distribuição.

Telles comenta que este processo ilustra o verdadeiro trabalho de engenharia em equipe, pois foi montada uma equipe de projetos com profissionais multidisciplinares, incluindo uma ,fase de realização de pesquisa, testes, concluindo na escolha de um tratamento avançado que representa o estado da arte em concepção de estação de tratamento de água, atendendo a PORTARIA Nº 2.914, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2011.

O conjunto dessas ações, de acordo com o executivo, tem por objetivo alcançar “Higidez Ambiental” por meio de abastecimento de água potável, coleta e disposição de resíduos sólidos, líquidos e gasosos, promoção da disciplina sanitária de uso do solo, drenagem urbana, controle de doenças transmissíveis e demais serviços e obras especializadas, com a finalidade de proteger e melhorar as condições de vida urbana e rural.

Em resposta a esses anseios, os estudos de subprodutos de cloração são cada vez mais complexos em virtude do crescente número de compostos orgânicos sintéticos ou naturais que atingem os corpos d’água, além da carga orgânica presente em decorrência do processo de eutrofização dos mesmos. Esses corpos podem reagir com o cloro no processo de tratamento convencional, gerando organoclorados potencialmente prejudiciais à saúde, entre os quais a legislação brasileira explicita os trialometanos (THM) e os ácidos haloacéticos (HAA).

Os resultados indicaram que tanto os THM’s, quanto os ácidos haloacéticos, (HAA’s) são as duas maiores classes de subprodutos de desinfecção detectados nas águas tratadas. Como a natureza destes subprodutos halogenados dependem de vários fatores como: a concentração de brometos, pH, temperatura e a quantidade e natureza da matéria orgânica natural, decidiu-se então controlar os constituintes da água ou percursores que poderiam gerar suas formações, bem como, controlar e parametrizar os aspectos físicos e químicos do sistema para que essa formação ocorra.

 

 

 

 

 



Fonte: Redação/Assessoria
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