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Estudo

Economia brasileira precisa de sistema logístico integrado e eficiente

09/07/2014 | 14h59

 

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) entregou aos candidatos à Presidência da República o estudo "Eixos logísticos: os projetos prioritários da indústria", que identifica as prioridades de quatro regiões do país de forma a integrá-las, física e economicamente, num sistema logístico eficiente. Para a instituição, a recuperação da competitividade da economia brasileira depende de investimentos na infraestrutura.
Os eixos logísticos foram definidos com base nos Estudos Regionais de Competitividade, patrocinados pela CNI e por federações estaduais da indústria. Os trabalhos oferecem subsídios para o planejamento de sistemas logísticos que permitam a redução dos custos de transporte do Brasil. Os estudos sobre as regiões Sul, Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que já foram concluídos, comparam as rotas existentes, fazem projeções para rotas potenciais que estão em fase de planejamento ou de projeto. Também mostram a opção mais econômica para as cadeias produtivas de cada região.
Juntos, os projetos beneficiam 31 cadeias produtivas do país. Essa economia decorreria da eliminação dos gargalos logísticos que, nos próximos anos, pode travar o escoamento da produção nacional para os mercados interno e externo. Os eixos logísticos consolidam rotas que permitem um escoamento mais eficiente da produção, tanto para exportação, quanto para a movimentação doméstica de bens para abastecer as linhas de produção. Para o analista de Políticas e Indústria da CNI Matheus Castro, a integração da malha de transporte vai dar mais competitividade ao setor produtivo brasileiro.
Com os estudos, a CNI pretende ajudar o poder público a planejar, no médio e longo prazos, o sistema logístico para integrar os estados e reduzir o pesado ônus dos custos de transporte no Brasil. A principal contribuição dos estudos é apontar quais obras, se fossem concluídas, reduziriam de forma mais significativa os gargalos logísticos para grandes cadeias produtivas. Com esses subsídios, o governo pode orientar o seu planejamento para a execução de projetos que mais contribuiriam para a recuperação da competitividade do país.
Norte
A região Norte gasta, atualmente, R$ 17 bilhões com transportes, incluindo custos com frete interno, pedágios, transbordo e de terminais, tarifas portuárias e frete marítimo. O Projeto Norte Competitivo identificou 151 projetos estruturantes, dos quais 71 são tidos como prioritários para melhorar o escoamento da produção da região. Estima-se que esses projetos exijam investimentos de R$ 15,2 bilhões para que sejam concluídos até 2020.
Para eliminar os gargalos estruturais da região e garantir o escoamento da produção no futuro, a região Norte precisa de investimentos, sobretudo, em hidrovias. Esse modal representa 33% do valor das obras consideradas prioritárias pelo Projeto Norte Competitivo. Os investimentos em ferrovias concentram 30% do valor estimado, as rodovias, 19%, e o sistema portuário, 18%.
A CNI lista cinco eixos de integração que teriam maior impacto na redução dos custos logísticos do setor produtivo do Norte. Caso sejam consolidados, esses sistemas logísticos podem resultar numa economia anual de R$ 3,8 bilhões em gastos com transporte, com base na movimentação de cargas projetada para 2020. Isso representaria uma redução de 11,3% no custo logístico da Amazônia Legal de 2020, com impactos positivos para a competitividade do setor produtivo instalado na região.
Nordeste
A região Nordeste gasta R$ 30,2 bilhões anualmente com transportes, incluindo custos com frete interno, pedágios, transbordo e de terminais, tarifas portuárias e frete marítimo. O Projeto Nordeste Competitivo aponta a necessidade de se investir R$ 25,8 bilhões em 83 projetos prioritários para modernizar e ampliar rodovias, ferrovias, hidrovias e portos da região. Essas obras constituem nove eixos logísticos de integração, dos quais quatro já existem e precisam de melhorias e cinco precisam ser desenvolvidos.
Caso fossem concluídas, essas obras proporcionariam uma economia anual de R$ 6 bilhões por ano, tomando como base a movimentação de cargas projetada para 2020. Para eliminar os gargalos estruturais da região e garantir o escoamento eficiente da produção no futuro, o Nordeste precisa de melhorias e obras de expansão principalmente em seu sistema portuário e em ferrovias. Os portos da região exigem 43% dos investimentos previstos no estudo e as ferrovias, 47%. Os projetos rodoviários respondem por 9% do valor total e as hidrovias, 1%.
Sul
A região Sul gasta, atualmente, R$ 30,6 bilhões com transportes, incluindo custos com frete interno, pedágios, transpordo e de terminais, tarifas portuárias e frete marítimo. O Projeto Sul Competitivo identifica 177 projetos de infraestrutura necessários para aprimorar o sistema logístico da região. Desse total, 51 devem ser priorizados devido ao maior impacto na redução dos custos logísticos da região. As obras mais urgentes demandam um investimentos de R$ 15,2 bilhões, com potencial para reduzir os gastos anuais com transporte da região em R$ 3,4 bilhões, com base na movimentação de cargas projetada para 2020.
Esses investimentos consolidariam oito grandes eixos de integração, permitindo a 18 cadeias produtivas da região Sul a escoar sua produção de forma mais rápida e eficiente. A maioria das obras que priorizadas pelo estudo consiste de melhorias e ampliação de rodovias, representando 37,3% dos investimentos previstos. O modal ferroviário responde por 35,3% dos valores que devem ser investidos e os sistema portuário, 27,5%.
O estudo identifica também a necessidade de acelerar a execução desses projetos para que as cadeias produtivas do Sul possam escoar sua produção e importar insumos de forma mais eficiente e barata. De acordo com o levantamento, apenas uma pequena parte dos projetos (23,5%) está em andamento, sendo que a maioria ainda está em fase de planejamento (43,1%).
Centro-Oeste
A região Centro-Oeste precisa de R$ 36,4 bilhões em investimentos até 2020 para garantir o escoamento ágil e eficiente da produção. Esse é o valor necessário à execução de 106 projetos prioritários para ampliar e modernizar a infraestrutura de transportes de Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A conclusão é do Projeto Centro-Oeste Competitivo, feito pela CNI em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e as federações da indústria e da agricultura e pecuária dos estados da região e do Distrito Federal.
Conforme o estudo, o setor produtivo da região gasta R$ 31,6 bilhões atualmente por ano com o transporte de cargas, o equivalente a 8,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do Centro-Oeste. A execução dos projetos prioritários para a construção de uma malha logística mais ágil e eficiente trará uma economia anual de R$ 7,2 bilhões no escoamento da produção aos mercados interno e externo, considerando-se o volume de cargas projetado para 2020.
De acordo com o Centro-Oeste Competitivo, apenas 19 das 106 obras prioritárias estão em andamento, o que equivale a 16,4% dos investimentos necessários na região. Outras 70 estão em fase de projeto ou apenas nos planos do poder público. Essas 106 obras, quando concluídas, formarão 10 eixos logísticos integrados. Cada eixo é composto por dois ou mais modais de transporte complementares que garantirão o escoamento eficiente da produção, da porta da fábrica ao embarque no porto.
Os principais investimentos deverão ser destinados a ferrovias e portos, recomenda o Centro-Oeste Competitivo. O transporte ferroviário demandará R$ 17,5 bilhões – 24,5% dos investimentos prioritários – para execução de 26 projetos. A estrutura portuária  exigirá R$ 8,4 bilhões para tirar 24 projetos do papel nos próximos anos. O maior número de projetos considerados urgentes, porém, está no modal hidroviário. O transporte fluvial necessitará de R$ 6,7 bilhões em investimentos em 34 obras essenciais para melhorar o sistema logístico da região.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) entregou aos candidatos à Presidência da República o estudo "Eixos logísticos: os projetos prioritários da indústria", que identifica as prioridades de quatro regiões do país de forma a integrá-las, física e economicamente, num sistema logístico eficiente. Para a instituição, a recuperação da competitividade da economia brasileira depende de investimentos na infraestrutura.

Os eixos logísticos foram definidos com base nos Estudos Regionais de Competitividade, patrocinados pela CNI e por federações estaduais da indústria. Os trabalhos oferecem subsídios para o planejamento de sistemas logísticos que permitam a redução dos custos de transporte do Brasil. Os estudos sobre as regiões Sul, Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que já foram concluídos, comparam as rotas existentes, fazem projeções para rotas potenciais que estão em fase de planejamento ou de projeto. Também mostram a opção mais econômica para as cadeias produtivas de cada região.

Juntos, os projetos beneficiam 31 cadeias produtivas do país. Essa economia decorreria da eliminação dos gargalos logísticos que, nos próximos anos, pode travar o escoamento da produção nacional para os mercados interno e externo. Os eixos logísticos consolidam rotas que permitem um escoamento mais eficiente da produção, tanto para exportação, quanto para a movimentação doméstica de bens para abastecer as linhas de produção. Para o analista de Políticas e Indústria da CNI Matheus Castro, a integração da malha de transporte vai dar mais competitividade ao setor produtivo brasileiro.

Com os estudos, a CNI pretende ajudar o poder público a planejar, no médio e longo prazos, o sistema logístico para integrar os estados e reduzir o pesado ônus dos custos de transporte no Brasil. A principal contribuição dos estudos é apontar quais obras, se fossem concluídas, reduziriam de forma mais significativa os gargalos logísticos para grandes cadeias produtivas. Com esses subsídios, o governo pode orientar o seu planejamento para a execução de projetos que mais contribuiriam para a recuperação da competitividade do país.


Norte

A região Norte gasta, atualmente, R$ 17 bilhões com transportes, incluindo custos com frete interno, pedágios, transbordo e de terminais, tarifas portuárias e frete marítimo. O Projeto Norte Competitivo identificou 151 projetos estruturantes, dos quais 71 são tidos como prioritários para melhorar o escoamento da produção da região. Estima-se que esses projetos exijam investimentos de R$ 15,2 bilhões para que sejam concluídos até 2020.

Para eliminar os gargalos estruturais da região e garantir o escoamento da produção no futuro, a região Norte precisa de investimentos, sobretudo, em hidrovias. Esse modal representa 33% do valor das obras consideradas prioritárias pelo Projeto Norte Competitivo. Os investimentos em ferrovias concentram 30% do valor estimado, as rodovias, 19%, e o sistema portuário, 18%.

A CNI lista cinco eixos de integração que teriam maior impacto na redução dos custos logísticos do setor produtivo do Norte. Caso sejam consolidados, esses sistemas logísticos podem resultar numa economia anual de R$ 3,8 bilhões em gastos com transporte, com base na movimentação de cargas projetada para 2020. Isso representaria uma redução de 11,3% no custo logístico da Amazônia Legal de 2020, com impactos positivos para a competitividade do setor produtivo instalado na região.


Nordeste
A região Nordeste gasta R$ 30,2 bilhões anualmente com transportes, incluindo custos com frete interno, pedágios, transbordo e de terminais, tarifas portuárias e frete marítimo. O Projeto Nordeste Competitivo aponta a necessidade de se investir R$ 25,8 bilhões em 83 projetos prioritários para modernizar e ampliar rodovias, ferrovias, hidrovias e portos da região. Essas obras constituem nove eixos logísticos de integração, dos quais quatro já existem e precisam de melhorias e cinco precisam ser desenvolvidos.
Caso fossem concluídas, essas obras proporcionariam uma economia anual de R$ 6 bilhões por ano, tomando como base a movimentação de cargas projetada para 2020. Para eliminar os gargalos estruturais da região e garantir o escoamento eficiente da produção no futuro, o Nordeste precisa de melhorias e obras de expansão principalmente em seu sistema portuário e em ferrovias. Os portos da região exigem 43% dos investimentos previstos no estudo e as ferrovias, 47%. Os projetos rodoviários respondem por 9% do valor total e as hidrovias, 1%.

Sul

A região Sul gasta, atualmente, R$ 30,6 bilhões com transportes, incluindo custos com frete interno, pedágios, transpordo e de terminais, tarifas portuárias e frete marítimo. O Projeto Sul Competitivo identifica 177 projetos de infraestrutura necessários para aprimorar o sistema logístico da região. Desse total, 51 devem ser priorizados devido ao maior impacto na redução dos custos logísticos da região. As obras mais urgentes demandam um investimentos de R$ 15,2 bilhões, com potencial para reduzir os gastos anuais com transporte da região em R$ 3,4 bilhões, com base na movimentação de cargas projetada para 2020.

Esses investimentos consolidariam oito grandes eixos de integração, permitindo a 18 cadeias produtivas da região Sul a escoar sua produção de forma mais rápida e eficiente. A maioria das obras que priorizadas pelo estudo consiste de melhorias e ampliação de rodovias, representando 37,3% dos investimentos previstos. O modal ferroviário responde por 35,3% dos valores que devem ser investidos e os sistema portuário, 27,5%.

O estudo identifica também a necessidade de acelerar a execução desses projetos para que as cadeias produtivas do Sul possam escoar sua produção e importar insumos de forma mais eficiente e barata. De acordo com o levantamento, apenas uma pequena parte dos projetos (23,5%) está em andamento, sendo que a maioria ainda está em fase de planejamento (43,1%).


Centro-Oeste

A região Centro-Oeste precisa de R$ 36,4 bilhões em investimentos até 2020 para garantir o escoamento ágil e eficiente da produção. Esse é o valor necessário à execução de 106 projetos prioritários para ampliar e modernizar a infraestrutura de transportes de Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A conclusão é do Projeto Centro-Oeste Competitivo, feito pela CNI em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e as federações da indústria e da agricultura e pecuária dos estados da região e do Distrito Federal.

Conforme o estudo, o setor produtivo da região gasta R$ 31,6 bilhões atualmente por ano com o transporte de cargas, o equivalente a 8,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do Centro-Oeste. A execução dos projetos prioritários para a construção de uma malha logística mais ágil e eficiente trará uma economia anual de R$ 7,2 bilhões no escoamento da produção aos mercados interno e externo, considerando-se o volume de cargas projetado para 2020.

De acordo com o Centro-Oeste Competitivo, apenas 19 das 106 obras prioritárias estão em andamento, o que equivale a 16,4% dos investimentos necessários na região. Outras 70 estão em fase de projeto ou apenas nos planos do poder público. Essas 106 obras, quando concluídas, formarão 10 eixos logísticos integrados. Cada eixo é composto por dois ou mais modais de transporte complementares que garantirão o escoamento eficiente da produção, da porta da fábrica ao embarque no porto.

Os principais investimentos deverão ser destinados a ferrovias e portos, recomenda o Centro-Oeste Competitivo. O transporte ferroviário demandará R$ 17,5 bilhões – 24,5% dos investimentos prioritários – para execução de 26 projetos. A estrutura portuária  exigirá R$ 8,4 bilhões para tirar 24 projetos do papel nos próximos anos. O maior número de projetos considerados urgentes, porém, está no modal hidroviário. O transporte fluvial necessitará de R$ 6,7 bilhões em investimentos em 34 obras essenciais para melhorar o sistema logístico da região.

 



Fonte: Ascom CNI
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