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Empresas

EBX contrata Angra Partners para fazer reestruturação

30/08/2013 | 09h34

 

A consultoria Angra Partners , especializada em reestruturação de empresas, foi contratada pela holding EBX, de Eike Batista, para coordenar a reorganização de todas as empresas do grupo do empresário. Entre as diversas incumbências da Angra estão a coordenação dos assessores financeiros e legais (bancos e escritórios de advocacia) e a implantação de nova governança e gestão.
Conforme apurou o Valor, Ricardo Knoepfelmacher, conhecido como Ricardo K. e que é um dos sócio da consultoria, será o responsável pela implementação dos novos trabalhos nas empresas do grupo EBX. O contrato, segundo informou uma fonte, entra em vigor imediatamente.
De acordo com outra fonte, o banco BTG Pactual, de André Esteves, permanece com o contrato de assessor por ora, mas apenas com os mandatos de fusões e aquisições. Um dos problemas que poderiam levar à saída do banco de investimento do trabalho de coordenação, fechado no início deste ano, seria o "conflito de interesses entre a função de advisor e a atuação de investidor", afirmou uma fonte.
Procurado, o BTG não quis comentar. Uma pessoa ligada à instituição negou que o banco tenha rompido o contrato com a EBX.
Criada em fevereiro de 2003 por sócios brasileiros, a Angra é especializada em situações de crise de empresas, como reestruturações financeiras e negociações de dívidas, reestruturações operacionais com gestão temporária e coordenação de processos negociais de fusões e aquisições. Ricardo K. é ex-CEO da Brasil Telecom, da Pegasus Telecom e da Caloi e foi fundador da GDK & Associados e ex-consultor da McKinsey.
A reestruturação da dívida das empresas "X" está em uma fase crítica, principalmente da companhia petrolífera e da OSX, a empresa de construção naval. Não foi por acaso que as ações da OGX, -de longe a companhia de Eike com os maiores problemas -, continua em queda livre, tendo fechado ontem na BM&F Bovespa a R$ 0,50, com uma queda de 12,28%.
No mercado, a informação era de que o Credit Suisse chega para assumir a assessoria financeira da OSX, se juntando à Blackstone, que já está encarregada de OGX. O Bradesco, que já estava na MMX, vai continuar assessorando a mineradora de ferro do grupo. Já o próprio Eike Batista continua liderando as negociações para a entrada do grupo EIG na LLX, empresa de logística do grupo da qual deixou a presidência do conselho de administração.
Procuradas, EBX, OSX e MMX informaram que não iriam comentar as informações. OGX e LLX não responderam. O Bradesco vem atuando como assessor financeiro da mineradora MMX, juntamente com o BTG Pactual, na busca de um novo sócio para a companhia. Os dois bancos foram contratados como assessores financeiros quando Batista anunciou, em maio, a disposição de reduzir sua participação acionária na empresa e encontrar novos sócios para o negócio.
O Valor apurou que o motivo do desentendimento entre EBX e BTG, entre outros, foi uma oferta do banco de pagar apenas R$ 0,16 pelas ações a ser emitida no aumento de capital da LLX. Esse valor é bem menor que os R$ 1,20 que o empresário conseguiu no acordo com o grupo EIG.
Em Londres, onde a OGX apresentou proposta de renegociação, os credores ficaram desanimados quando começaram a perceber que o governo brasileiro não vai sair em socorro de Eike.
Batista negocia desde julho com credores da OGX um modelo que permita converter títulos de dívida em ações. Além de Londres, as negociações ocorrem também em Nova York e talvez cheguem a Toronto, sede do Ontario Teachers Pension Plan (OTPP). A petroleira tem dívidas de R$ 8 bilhões, dos quais US$ 3,6 bilhões em dólares.
A OGX também já está inadimplente com grandes fornecedores de equipamentos e serviços (donos de sondas de perfuração, navios de apoio em poços) como Schlumberger, Pride / Ensco e Edison Chouest. Fontes do informam que ela está oferecendo pagar as dívidas com deságio e em parcelas.

A consultoria Angra Partners , especializada em reestruturação de empresas, foi contratada pela holding EBX, de Eike Batista, para coordenar a reorganização de todas as empresas do grupo do empresário. Entre as diversas incumbências da Angra estão a coordenação dos assessores financeiros e legais (bancos e escritórios de advocacia) e a implantação de nova governança e gestão.

 

Conforme apurou o Valor, Ricardo Knoepfelmacher, conhecido como Ricardo K. e que é um dos sócio da consultoria, será o responsável pela implementação dos novos trabalhos nas empresas do grupo EBX. O contrato, segundo informou uma fonte, entra em vigor imediatamente.


De acordo com outra fonte, o banco BTG Pactual, de André Esteves, permanece com o contrato de assessor por ora, mas apenas com os mandatos de fusões e aquisições. Um dos problemas que poderiam levar à saída do banco de investimento do trabalho de coordenação, fechado no início deste ano, seria o "conflito de interesses entre a função de advisor e a atuação de investidor", afirmou uma fonte.


Procurado, o BTG não quis comentar. Uma pessoa ligada à instituição negou que o banco tenha rompido o contrato com a EBX.


Criada em fevereiro de 2003 por sócios brasileiros, a Angra é especializada em situações de crise de empresas, como reestruturações financeiras e negociações de dívidas, reestruturações operacionais com gestão temporária e coordenação de processos negociais de fusões e aquisições. Ricardo K. é ex-CEO da Brasil Telecom, da Pegasus Telecom e da Caloi e foi fundador da GDK & Associados e ex-consultor da McKinsey.


A reestruturação da dívida das empresas "X" está em uma fase crítica, principalmente da companhia petrolífera e da OSX, a empresa de construção naval. Não foi por acaso que as ações da OGX, -de longe a companhia de Eike com os maiores problemas -, continua em queda livre, tendo fechado ontem na BM&F Bovespa a R$ 0,50, com uma queda de 12,28%.


No mercado, a informação era de que o Credit Suisse chega para assumir a assessoria financeira da OSX, se juntando à Blackstone, que já está encarregada de OGX. O Bradesco, que já estava na MMX, vai continuar assessorando a mineradora de ferro do grupo. Já o próprio Eike Batista continua liderando as negociações para a entrada do grupo EIG na LLX, empresa de logística do grupo da qual deixou a presidência do conselho de administração.


Procuradas, EBX, OSX e MMX informaram que não iriam comentar as informações. OGX e LLX não responderam. O Bradesco vem atuando como assessor financeiro da mineradora MMX, juntamente com o BTG Pactual, na busca de um novo sócio para a companhia. Os dois bancos foram contratados como assessores financeiros quando Batista anunciou, em maio, a disposição de reduzir sua participação acionária na empresa e encontrar novos sócios para o negócio.


O Valor apurou que o motivo do desentendimento entre EBX e BTG, entre outros, foi uma oferta do banco de pagar apenas R$ 0,16 pelas ações a ser emitida no aumento de capital da LLX. Esse valor é bem menor que os R$ 1,20 que o empresário conseguiu no acordo com o grupo EIG.


Em Londres, onde a OGX apresentou proposta de renegociação, os credores ficaram desanimados quando começaram a perceber que o governo brasileiro não vai sair em socorro de Eike.


Batista negocia desde julho com credores da OGX um modelo que permita converter títulos de dívida em ações. Além de Londres, as negociações ocorrem também em Nova York e talvez cheguem a Toronto, sede do Ontario Teachers Pension Plan (OTPP). A petroleira tem dívidas de R$ 8 bilhões, dos quais US$ 3,6 bilhões em dólares.


A OGX também já está inadimplente com grandes fornecedores de equipamentos e serviços (donos de sondas de perfuração, navios de apoio em poços) como Schlumberger, Pride / Ensco e Edison Chouest. Fontes do informam que ela está oferecendo pagar as dívidas com deságio e em parcelas.

 



Fonte: Valor Econômico
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