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Rio Oil & Gas 2016

Durante as palestras, teremos o mundo fascinante das novas tecnologias e das startups, diz Milton Costa Filho do IBP

25/10/2016 | 15h17
Durante as palestras, teremos o mundo fascinante das novas tecnologias e das startups, diz Milton Costa Filho do IBP
Divulgação Divulgação

Em seu primeiro dia, a Rio Oil & Gas também apresentou a 1ª edição da Arena de Tecnologia. “Durante quatro dias, teremos aqui palestras sobre o mundo fascinante da tecnologia, startups, empresas de fortes bases, etc. Que a inovação continue sendo o combustível para os trabalhos nas empresas” resumiu o secretário-geral do IBP, Milton Costa Filho. Ele destacou ainda que o IBP fechou parceria com a Lloyd’s Register Energy para pesquisa focada no Brasil com o objetivo de desenvolver políticas mais aperfeiçoadas ao país.

Com o tema “Perspectivas e Desafios para o Setor de Petróleo e Gás”, a Arena do Conhecimento abriu seus trabalhos abordando uma das principais discussões da indústria petroleira mundial nos dias de hoje: as mudanças na matriz energética e seus impactos no setor. A gerente de Análise Econômica do IBP, Luciana Nunes, iniciou o debate lembrando que o consumo de energia dobrou nos últimos 30 anos, mas que hoje muito se discute como as tendências globais de consumo podem impactar nesses números.

É fato que a indústria do petróleo – um setor que em 2015 representava 46% de todos os investimentos em energia no mundo e as energias renováveis ocupavam o segundo lugar, com apenas 17% – precisa se adaptar ao novo momento, alerta Luciana. Um setor que vem acompanhando mudanças tecnológicas que também irão impactar na demanda por energia no mundo, como é o caso dos carros elétricos. Os números mostram, no entanto, que mesmo que a frota mundial de automóveis permaneça igual, em 2030 os carros elétricos serão apenas 11% da frota mundial; hoje essa participação não chega a 0,2%.

Com a perspectiva de abertura do mercado, os especialistas debateram sobre duas importantes questões no Fórum Financeiro: a vinda de novas empresas que demandarão serviços e a possível mudança na forma como os projetos são financiados. “É imprescindível ter agenda de reformas do país e setor. Mas de nada adianta se os players não conhecerem isso. É fundamental que o Brasil implemente um programa de comunicação para players“, avaliou Fernanda Custódio, gerente da América Latina da EDC – Export Development of Canadá.

A tradicional Arena de Sustentabilidade – antes conhecida como Arena de Responsabilidade Social – teve como objetivo mostrar que o setor de petróleo e gás está alinhado com a sustentabilidade. O evento tratou dos 17 ODS – objetivos de desenvolvimento sustentável – propostos pela Organização das Nações Unidas como substituição ao “Objetivos do Milênio (ODM)”, legado da Rio +20, e das iniciativas do setor para mitigar os impactos.



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