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Empresas

Dow investe em centro de tecnologia em Jundiaí

09/11/2010 | 09h17

A Dow Brasil, multinacional americana do setor químico e de plásticos, anunciou a criação de um centro de tecnologia e desenvolvimento de mercado para o poliuretano (PU) e sistemas formulados. Esse centro está instalado na cidade de Jundiaí (SP) e demandou investimentos da ordem de US$ 2 milhões, afirmou ao Valor Fernando Rodriguez, diretor comercial da companhia no país.

 

"Nesse centro, a empresa já está trabalhando no desenvolvimento de soluções personalizadas para seus clientes", disse Rodriguez, que também preside a comissão de PU da Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química).

 

A inauguração oficial do centro de tecnologia da Dow está prevista para janeiro de 2011. Esse é o primeiro órgão integrado da multinacional na América Latina. O grupo conta com outros centros de tecnologia em PU nos Estados Unidos, Europa e Ásia. "Estamos desde o início deste ano desenvolvendo produtos para atender à demanda local e externa", disse. A intenção é promover a integração desses centros em todo o mundo, o que permitirá à Dow acessar novas tecnologias e tendências.

 

Em Jundiaí serão oferecidos produtos, como preparação de pré-polímeros, linha de simulação para fabricação de espumas flexíveis, desenvolvimento e preparação de protótipos para novos produtos. Um dos lançamentos será uma espuma de poliuretano, batizada de Fresh Comfort, que será utilizada pelas indústrias de colchões - um dos principais diferenciais é a maior durabilidade em relação ao látex.

 

O mercado de poliuretano está ganhando mais espaço no país, expandindo-se de suas tradicionais aplicações, como estofados de carros e espuma para colchões, para se tornar revestimentos acústicos na construção civil e também isolante térmico para refrigeradores. "Os mercados automobilístico e mobiliário (fabricação de colchões, por exemplo) estão em franca expansão, mas há mercados para ser explorados", afirmou.

 

De olho no potencial de outros setores, a Dow está se preparando para desenvolver produtos para atender a demanda que está por vir com a Copa do Mundo no Brasil, em 2014, e Olimpíadas, em 2016, que será realizada no Rio de Janeiro. "É possível desenvolver espumas rígidas e isolantes para o setor de construção civil e infraestrutura." No país, a empresa possui duas unidades voltadas para essa área - o TDI (tolilenedisocianato), uma das matérias-primas para a produção do polímero em Camaçari (BA), e polióis, outro tipo de insumo, na fábrica de Guarujá (SP).
 

 



Fonte: Valor Econômico
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