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Empresas

DNV KEMA modernizará subestações da CTEEP

26/09/2012 | 10h11

 

A DNV KEMA e a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP) fecharam parceria e vão modernizar o parque de transmissão da empresa, de acordo com a Norma IEC 61850, que trata da automação de subestações e que é um dos pilares do Smart Grid. A partir do projeto, a companhia vai ter uma arquitetura de comunicação beneficiando suas subestações.
Com o uso da Norma IEC 61850, as empresas podem obter uma série de benefícios, tais como: redução dos custos de projeto através do uso de ferramentas de especificação integradas e elementos de projeto padronizados; redução nos prazos de construção e instalação por meio da eliminação de cablagens de campo extensas e erros potenciais de conexão; melhoria do teste e comissionamento do sistema, empregando programas de avaliação com capacidade de modelar e simular a técnica, reduzindo as verificações no campo; melhoria do processo de manutenção e suporte pela geração automática de arquivos de configuração, acesso on line à documentação e reutilização de ferramentas de software e engenharia; auxílio às expansões aproveitando a característica de interoperabilidade inerente dos Dispositivos Eletrônicos Inteligentes (IEDs), conforme a Norma IEC 61850 e melhoria da qualidade total dos sistemas de Smart Grid.
As redes elétricas inteligentes ou Smart Grids são caracterizadas pelo uso de tecnologia digital de informação, medição, supervisão, controle, comunicação, automação, proteção e oscilografia visando melhorar a confiabilidade, segurança e eficiência da rede elétrica. Além disso, mantém uma completa segurança cibernética em combinação com a implantação e integração de recursos e geração de energia renovável.
“Um dos pilares do Smart Grid é a automação de subestações baseada na Norma IEC 61850, que está se expandindo rapidamente entre as empresas elétricas de diversos países, incluindo o Brasil”, ressaltou David Cáceres, consultor executivo da DNV KEMA Energy & Sustainability, que tem mais de 2.300 especialistas em 30 países. David Cáceres é também um dos autores do trabalho sobre Automação de Grandes Subestações de Transmissão no Brasil, que será apresentado na DistribuTECH, nesta quarta-feira (26), no Riocentro.
Segundo Frederico Pereira Schumann, coordenador da área de desenvolvimento dos sistemas de automação e proteção da CTEEP, também co-autor do trabalho de David Cáceres, as empresas terão um grande desafio com a nova tecnologia, ou seja, encontrar profissionais qualificados para atuar na  implantação, operação e manutenção destes sistemas.
”Haverá necessidade de adotar um amplo programa de transferência de conhecimento e treinamento de pessoal para que este profissional, tendo em vista as funcionalidades da nova tecnologia, seja multidisciplinar e auto-suficiente. Ou seja, dominando áreas de automação, supervisão, controle, proteção e medição digital em conjunto com redes de comunicação e tecnologia de informação. Em alguns países  já se estuda a necessidade de mudar o enfoque das universidades e ensino tecnológico para atingir este objetivo, o que deverá ser seguido a curto prazo no Brasil".

A DNV KEMA e a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP) fecharam parceria e vão modernizar o parque de transmissão da empresa, de acordo com a Norma IEC 61850, que trata da automação de subestações e que é um dos pilares do Smart Grid. A partir do projeto, a companhia vai ter uma arquitetura de comunicação beneficiando suas subestações.


Com o uso da Norma IEC 61850, as empresas podem obter uma série de benefícios, tais como: redução dos custos de projeto através do uso de ferramentas de especificação integradas e elementos de projeto padronizados; redução nos prazos de construção e instalação por meio da eliminação de cablagens de campo extensas e erros potenciais de conexão; melhoria do teste e comissionamento do sistema, empregando programas de avaliação com capacidade de modelar e simular a técnica, reduzindo as verificações no campo; melhoria do processo de manutenção e suporte pela geração automática de arquivos de configuração, acesso on line à documentação e reutilização de ferramentas de software e engenharia; auxílio às expansões aproveitando a característica de interoperabilidade inerente dos Dispositivos Eletrônicos Inteligentes (IEDs), conforme a Norma IEC 61850 e melhoria da qualidade total dos sistemas de Smart Grid.


As redes elétricas inteligentes ou Smart Grids são caracterizadas pelo uso de tecnologia digital de informação, medição, supervisão, controle, comunicação, automação, proteção e oscilografia visando melhorar a confiabilidade, segurança e eficiência da rede elétrica. Além disso, mantém uma completa segurança cibernética em combinação com a implantação e integração de recursos e geração de energia renovável.


“Um dos pilares do Smart Grid é a automação de subestações baseada na Norma IEC 61850, que está se expandindo rapidamente entre as empresas elétricas de diversos países, incluindo o Brasil”, ressaltou David Cáceres, consultor executivo da DNV KEMA Energy & Sustainability, que tem mais de 2.300 especialistas em 30 países. David Cáceres é também um dos autores do trabalho sobre Automação de Grandes Subestações de Transmissão no Brasil, que será apresentado na DistribuTECH, nesta quarta-feira (26), no Riocentro.


Segundo Frederico Pereira Schumann, coordenador da área de desenvolvimento dos sistemas de automação e proteção da CTEEP, também co-autor do trabalho de David Cáceres, as empresas terão um grande desafio com a nova tecnologia, ou seja, encontrar profissionais qualificados para atuar na  implantação, operação e manutenção destes sistemas.


”Haverá necessidade de adotar um amplo programa de transferência de conhecimento e treinamento de pessoal para que este profissional, tendo em vista as funcionalidades da nova tecnologia, seja multidisciplinar e auto-suficiente. Ou seja, dominando áreas de automação, supervisão, controle, proteção e medição digital em conjunto com redes de comunicação e tecnologia de informação. Em alguns países  já se estuda a necessidade de mudar o enfoque das universidades e ensino tecnológico para atingir este objetivo, o que deverá ser seguido a curto prazo no Brasil".

 



Fonte: Redação
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