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OTC Brasil

DNV GL apresenta novo sistema de apoio à decisão para a recuperação de BOP’s

29/10/2015 | 13h41
DNV GL apresenta novo sistema de apoio à decisão para a recuperação de BOP’s
DNV-GL DNV-GL

 

Retirar um BOP (blowout preventer) do leito marinho após a detecção de uma falha é uma operação necessária, porém dispendiosa, que pode atingir valores superiores a um ou dois milhões de dólares. Este custo pode facilmente dobrar em regiões de águas ultraprofundas, como o Brasil, África Ocidental e Golfo do México, e é também a principal causa de paralisação durante a atividade de perfuração. A DNV GL está lançando o BOP RDT, Retrieval Decision Tool, uma ferramenta em tempo real,  baseada em métodos de conhecimento de riscos.
O novo sistema funciona como suporte na decisão de recuperação de BOPs, e permite que os operadores determinem quando repará-los após a detecção de falhas de componentes. Desenvolvido no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da DNV GL no Rio de Janeiro, a ferramenta BOP RDT fornece um sistema de apoio à decisão bastante abrangente, que utiliza métodos qualitativos e quantitativos para auxiliar o processo de tomada de decisão, reduzindo substancialmente o seu grau de subjetividade.“Qualquer falha em um BOP durante a perfuração é, sem dúvida, motivo de preocupação”, afirma Luiz Fernando Oliveira, desenvolvedor da ferramenta e gerente do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da DNV GL no Rio de Janeiro.
"No entanto, precisamos levar em consideração que nem todas as falhas de componentes são igualmente significativas. Embora algumas possam levar à perda total de uma função de segurança crítica do BOP, outras podem não ter impacto significativo sobre a sua utilização segura e continuada. Portanto, é importante determinar com a maior precisão possível quando deixá-lo submerso ou recuperá-lo para reparo imediato. Esta ferramenta reduz as incertezas e aprimora a tomada de decisões em casos individuais, economizando, assim, nas onerosas consequências do tempo de inatividade durante a perfuração”.
Usando critérios determinísticos, o BOP RDT aplica um método qualitativo detalhado para orientar a tomada de decisões. Este é inteiramente baseado nas perdas de redundância resultantes do impacto das falhas detectadas na confiabilidade de todas as funções de segurança críticas incluídas na ferramenta. Mais do que isso, o BOP RDT também oferece um sistema totalmente quantitativo de apoio à decisão baseada em risco. A avaliação quantitativa é realizada através de uma análise avançada de confiabilidade que leva em consideração cada função de segurança antes (condição normal) e depois de uma ou mais falhas detectadas em componentes ou subsistemas. Em alternativa, uma combinação dos métodos e critérios qualitativos e quantitativos pode ser utilizada para orientar a decisão de recuperação do BOP e permitir a sua utilização em diferentes regiões do mundo.
Esta informação complexa, obtida por algoritmos computacionais numéricos, é transformada em uma interface de usuário com visualização gráfica extremamente intuitiva. Como resultado, os usuários do BOP RDT encontrarão indicadores codificados por cores do estado de degradação de confiabilidade de cada função de segurança do BOP devido a qualquer falha de componente ou subsistema. “O Brasil atrai um dos maiores investimentos de capital em exploração e produção de petróleo e gás do mundo, especialmente em águas profundas e ultraprofundas”, acrescenta Alex Imperial, Gerente Regional da Divisão de O&G da DNV GL para a América do Sul. “Enquanto as operadoras almejam aumentar suas reservas e níveis de produção, existe uma crescente preocupação em reduzir o capex.
Portanto, alcançar um nível ideal de custo-eficiência tornou-se obrigatório, e tomar as decisões certas, de forma rápida e eficaz, tornam esta meta capaz de ser atingida. Esta nova ferramenta, que foi desenvolvida em nosso Centro de P&D no Brasil, proporciona benefícios técnicos, financeiros e de reputação para os operadores”. “Uma vez customizada para um BOP específico, sua utilização é simples e fácil, e não requer experiência em risco ou confiabilidade, podendo ser utilizada pela equipe a bordo da sonda e/ou na base operacional. Além de melhorar a coerência das decisões de subida de BOPs, a ferramenta proporciona um histórico de componentes que falharam, provendo às partes interessadas uma base de dados que permite aprimoramento da gestão operacional.
Seu principal objetivo é maximizar a disponibilidade operacional da sonda, reduzir o opex, e sobretudo manter as margens de segurança em níveis aceitáveis”, conclui Alex Imperial.

Retirar um BOP (blowout preventer) do leito marinho após a detecção de uma falha é uma operação necessária, porém dispendiosa, que pode atingir valores superiores a um ou dois milhões de dólares. Este custo pode facilmente dobrar em regiões de águas ultraprofundas, como o Brasil, África Ocidental e Golfo do México, e é também a principal causa de paralisação durante a atividade de perfuração. A DNV GL está lançando o BOP RDT, Retrieval Decision Tool, uma ferramenta em tempo real,  baseada em métodos de conhecimento de riscos.

O novo sistema funciona como suporte na decisão de recuperação de BOPs, e permite que os operadores determinem quando repará-los após a detecção de falhas de componentes. Desenvolvido no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da DNV GL no Rio de Janeiro, a ferramenta BOP RDT fornece um sistema de apoio à decisão bastante abrangente, que utiliza métodos qualitativos e quantitativos para auxiliar o processo de tomada de decisão, reduzindo substancialmente o seu grau de subjetividade.“Qualquer falha em um BOP durante a perfuração é, sem dúvida, motivo de preocupação”, afirma Luiz Fernando Oliveira, desenvolvedor da ferramenta e gerente do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da DNV GL no Rio de Janeiro.

"No entanto, precisamos levar em consideração que nem todas as falhas de componentes são igualmente significativas. Embora algumas possam levar à perda total de uma função de segurança crítica do BOP, outras podem não ter impacto significativo sobre a sua utilização segura e continuada. Portanto, é importante determinar com a maior precisão possível quando deixá-lo submerso ou recuperá-lo para reparo imediato. Esta ferramenta reduz as incertezas e aprimora a tomada de decisões em casos individuais, economizando, assim, nas onerosas consequências do tempo de inatividade durante a perfuração”.

Usando critérios determinísticos, o BOP RDT aplica um método qualitativo detalhado para orientar a tomada de decisões. Este é inteiramente baseado nas perdas de redundância resultantes do impacto das falhas detectadas na confiabilidade de todas as funções de segurança críticas incluídas na ferramenta. Mais do que isso, o BOP RDT também oferece um sistema totalmente quantitativo de apoio à decisão baseada em risco. A avaliação quantitativa é realizada através de uma análise avançada de confiabilidade que leva em consideração cada função de segurança antes (condição normal) e depois de uma ou mais falhas detectadas em componentes ou subsistemas. Em alternativa, uma combinação dos métodos e critérios qualitativos e quantitativos pode ser utilizada para orientar a decisão de recuperação do BOP e permitir a sua utilização em diferentes regiões do mundo.

Esta informação complexa, obtida por algoritmos computacionais numéricos, é transformada em uma interface de usuário com visualização gráfica extremamente intuitiva. Como resultado, os usuários do BOP RDT encontrarão indicadores codificados por cores do estado de degradação de confiabilidade de cada função de segurança do BOP devido a qualquer falha de componente ou subsistema. “O Brasil atrai um dos maiores investimentos de capital em exploração e produção de petróleo e gás do mundo, especialmente em águas profundas e ultraprofundas”, acrescenta Alex Imperial, Gerente Regional da Divisão de O&G da DNV GL para a América do Sul. “Enquanto as operadoras almejam aumentar suas reservas e níveis de produção, existe uma crescente preocupação em reduzir o capex.Portanto, alcançar um nível ideal de custo-eficiência tornou-se obrigatório, e tomar as decisões certas, de forma rápida e eficaz, tornam esta meta capaz de ser atingida. Esta nova ferramenta, que foi desenvolvida em nosso Centro de P&D no Brasil, proporciona benefícios técnicos, financeiros e de reputação para os operadores”.

Uma vez customizada para um BOP específico, sua utilização é simples e fácil, e não requer experiência em risco ou confiabilidade, podendo ser utilizada pela equipe a bordo da sonda e/ou na base operacional. Além de melhorar a coerência das decisões de subida de BOPs, a ferramenta proporciona um histórico de componentes que falharam, provendo às partes interessadas uma base de dados que permite aprimoramento da gestão operacional.

Seu principal objetivo é maximizar a disponibilidade operacional da sonda, reduzir o opex, e sobretudo manter as margens de segurança em níveis aceitáveis”, conclui Alex Imperial.



Fonte: Redação / Assessoria
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