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Gás Natural

Distribuidoras e federações das indústrias pedirão ao MME investimentos em infraestrutura

19/02/2014 | 10h14

 

Representantes de entidades dos três estados do Sul se reunião nesta quarta-feira (19) em Brasília, com o Secretário Executivo do Ministério de Minas e Energia (MME), Márcio Zimmermann. Em pauta estará a revisão do Plano Decenal de Expansão da Malha de Transporte Dutoviário (Pemat), divulgado para consulta pública em janeiro. O plano, que prevê investimentos federais em infraestrutura de transporte e distribuição de gás natural no Brasil, excluiu o Sul do Brasil do programa de investimentos, apesar dos graves problemas de suprimento enfrentados pelos três estados da região.
O MME permanecerá em consulta pública até 26 de fevereiro, quando se encerra o prazo para comentários e proposições.
O grupo apresentará proposta de investimentos em ampliação de suprimento e em infraestrutura de transporte. Em suprimento, as sugestões são o aproveitamento do gás produzido em campos petrolíferos no litoral sul-brasileiro, que hoje são queimados, a instalação de um terminal de Gás Natural Liquefeito em porto da região, possibilitando importação de gás no mercado internacional e dotar a Região Sul de infraestrutura capaz de operar o suprimento por permuta com outras regiões.
Em transporte, a comitiva proporá a duplicação dos trechos de maior demanda do Gasoduto Bolívia-Brasil, a única fonte de suprimento de gás hoje em atividade no Sul e que já está no limite de sua capacidade. Outras alternativas a ser apresentadas são a construção do Gasoduto Araucária-Mafra, com 95 km de extensão, e do Gasoduto do Chimarrão, com 1.051 km de dutos.
O presidente da SCGÁS, Cósme Polêse, afirma que os investimentos públicos são essenciais para o desenvolvimento do setor de gás natural em Santa Catarina, que já lida com a suspensão de projetos por falta de oferta de gás e de investimentos. “Hoje enfrentamos uma situação constrangedora de falta de oferta, que já resulta em redução de investimentos, principalmente do segmento industrial. Os investimentos que necessitamos são altos, mas o barato sairá caro se não tomarmos medidas de médio e longo prazo para resolver o problema que já se faz presente em Santa Catarina”, afirma.
A indústria catarinense é a que mais consome gás natural no Sul, respondendo pro mais de 80% do total distribuído pela SCGÁS. “Se incluir o investimento que precisamos, o Pemat pode significar um novo momento para a economia do Sul do Brasil”, saliente Polêse.
Demanda crescente
Distribuidora do estado com maior crescimento de demanda prevista no curto prazo, a gaúcha Sulgás afirma que há três anos ampliou esforços para atender ao mercado de gás residencial, no qual espera ampliação de 15 mil para 100 mil clientes em 2020. Mas para atender à demanda crescente do setor industrial é imprescindível a ampliação do suprimento.
“Atualmente todas as grandes indústrias gaúchas utilizam o gás natural e já operam no limite contratual. Como este é um setor que se beneficia enormemente deste energético, a tendência é aumento de consumo, e a solução para isso passa pelo PEMAT”, avalia o Presidente da Sulgás, Roberto Tejadas, que também participará da reunião em Brasília.
Ele defende a implantação de um terminal de de regaseificação de GNL em Rio Grande e a construção de um gasoduto até Porto Alegre. “Isso resolveria dois problemas: a vinda de mais gás natural para o Estado e para a Região Sul e maior segurança na operação do gasoduto, qualificando o sistema de distribuição no Brasil”, defende Tejadas.

Representantes de entidades dos três estados do Sul se reunião nesta quarta-feira (19) em Brasília, com o Secretário Executivo do Ministério de Minas e Energia (MME), Márcio Zimmermann. Em pauta estará a revisão do Plano Decenal de Expansão da Malha de Transporte Dutoviário (Pemat), divulgado para consulta pública em janeiro. O plano, que prevê investimentos federais em infraestrutura de transporte e distribuição de gás natural no Brasil, excluiu o Sul do Brasil do programa de investimentos, apesar dos graves problemas de suprimento enfrentados pelos três estados da região.

O MME permanecerá em consulta pública até 26 de fevereiro, quando se encerra o prazo para comentários e proposições.

O grupo apresentará proposta de investimentos em ampliação de suprimento e em infraestrutura de transporte. Em suprimento, as sugestões são o aproveitamento do gás produzido em campos petrolíferos no litoral sul-brasileiro, que hoje são queimados, a instalação de um terminal de Gás Natural Liquefeito em porto da região, possibilitando importação de gás no mercado internacional e dotar a Região Sul de infraestrutura capaz de operar o suprimento por permuta com outras regiões.

Em transporte, a comitiva proporá a duplicação dos trechos de maior demanda do Gasoduto Bolívia-Brasil, a única fonte de suprimento de gás hoje em atividade no Sul e que já está no limite de sua capacidade. Outras alternativas a ser apresentadas são a construção do Gasoduto Araucária-Mafra, com 95 km de extensão, e do Gasoduto do Chimarrão, com 1.051 km de dutos.

O presidente da SCGÁS, Cósme Polêse, afirma que os investimentos públicos são essenciais para o desenvolvimento do setor de gás natural em Santa Catarina, que já lida com a suspensão de projetos por falta de oferta de gás e de investimentos. “Hoje enfrentamos uma situação constrangedora de falta de oferta, que já resulta em redução de investimentos, principalmente do segmento industrial. Os investimentos que necessitamos são altos, mas o barato sairá caro se não tomarmos medidas de médio e longo prazo para resolver o problema que já se faz presente em Santa Catarina”, afirma.

A indústria catarinense é a que mais consome gás natural no Sul, respondendo pro mais de 80% do total distribuído pela SCGÁS. “Se incluir o investimento que precisamos, o Pemat pode significar um novo momento para a economia do Sul do Brasil”, saliente Polêse.


Demanda crescente

Distribuidora do estado com maior crescimento de demanda prevista no curto prazo, a gaúcha Sulgás afirma que há três anos ampliou esforços para atender ao mercado de gás residencial, no qual espera ampliação de 15 mil para 100 mil clientes em 2020. Mas para atender à demanda crescente do setor industrial é imprescindível a ampliação do suprimento.

“Atualmente todas as grandes indústrias gaúchas utilizam o gás natural e já operam no limite contratual. Como este é um setor que se beneficia enormemente deste energético, a tendência é aumento de consumo, e a solução para isso passa pelo PEMAT”, avalia o Presidente da Sulgás, Roberto Tejadas, que também participará da reunião em Brasília.

Ele defende a implantação de um terminal de de regaseificação de GNL em Rio Grande e a construção de um gasoduto até Porto Alegre. “Isso resolveria dois problemas: a vinda de mais gás natural para o Estado e para a Região Sul e maior segurança na operação do gasoduto, qualificando o sistema de distribuição no Brasil”, defende Tejadas.

 



Fonte: Ascom SCGás
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