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Infra-estrutura

Dique seco pode dobrar empregos do estaleiro da Camargo Corrêa

19/04/2006 | 00h00

Caso saia vencedor na disputa para construção do dique seco para manutenção de plataformas da Petrobras, estaleiro da Camargo Corrêa ampliará número de empregos para 10 mil

A construção de um dique seco em Pernambuco pode elevar o número de empregos diretos gerados pelo estaleiro em Suape de 5 mil para 10 mil empregos. A previsão é do presidente do Sindicato da Indústria Naval (Sinaval), Ariovaldo Rocha. Na disputa pelo empreendimento, Pernambuco está em segundo lugar, atrás do estaleiro Rio Grande, do Rio Grande do Sul, mas recorreu da classificação feita pela administradora Rio Bravo, contratada pela Petrobras para decidir o vencedor.

“Um dique seco dessa proporção em Pernambuco seria o equivalente a ter dois estaleiros. Um para a construção de grandes navios e outro para a construção de plataformas para a Petrobras. Isso elevaria o número de empregos para dez mil”, calculou Rocha, em entrevista ao JC. Ele descartou que pressões políticas estejam favorecendo a escolha do Rio Grande do Sul para sediar a planta, conforme vem sendo discutido pelo mercado. “Vai vencer o melhor. O projeto de Pernambuco apresentou um preço acima, mas recorreu e agora começam as negociações, o que pode fazer com que o projeto de Suape seja vencedor”, acredita.

O secretário de Desenvolvimento de Pernambuco, Alexandre Valença, também disse que Pernambuco continua na disputa e criticou o empreendimento gaúcho que já divulgou prever começar as obras em até um mês. Ariovaldo também disse que a licitação da Transpetro deve mesmo ser concluída até o fim do mês. “Também estamos finalizando as negociações para redução do preço do aço. Com a Usiminas, o preço já foi reduzido em 30%”,comentou.

O presidente do Sinaval também mostrou confiança de que o consórcio de Pernambuco possa se tornar fornecedor de navios da venezuelana PDVSA. “Eles possuem uma demanda de 40 plataformas, 106 navios de apoio e até 48 navios de longo porte. É uma encomenda muito grande que parte terá que ser suprida aqui. Os estaleiros no resto do mundo só aceitam encomendas a partir de 2010.”



Fonte: Jornal do Commercio
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