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Energia elétrica

Dilma cobra, hoje, explicação para o apagão no Rio

03/01/2005 | 00h00

A ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, vai exigir nesta segunda-feira (03/01), em reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, às 14 horas, em Brasília, uma explicação formal sobre os motivos que levaram ao apagão de quase uma hora e meia que deixou sem energia 90% do Estado do Rio de Janeiro e 80% do Espírito Santo no começo da noite do sábado (no horário entre 18h30 e 19h50).
A estatal Furnas Centrais Elétricas, operadora das linhas de transmissão que abastecem os dois Estados, assumiu inteiramente a responsabilidade pela ocorrência, mas até o final da tarde de ontem informava não saber o motivo que levou ao desligamento.
Segundo o diretor de Operações de Furnas, Fábio Resende, eram 18h30 do sábado quando o sensor do sistema de proteção automática da subestação de Cachoeira Paulista (SP) transmitiu uma ordem indevida de desligamento, cortando o funcionamento de duas das três linhas de 500 kilovolts que estavam naquele momento abastecendo os dois Estados. Com duas linhas desligadas, a terceira ficou sobrecarregada e foi desligada automaticamente por seu sistema de proteção.
Resende disse que foi como se o disjuntor que protege a distribuição interna de uma residência desligasse sem razão aparente. Furnas está investigando as causas da falha do equipamento. Ele não descartou a possibilidade de um novo problema ocorrer. "Pode acontecer já que a carga de energia vai aumentar a partir de segunda-feira (hoje). Mas estamos trabalhando para evitar novos problemas". Mas o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o órgão responsável pela coordenação do sistema de distribuição no país, desmentiu qualquer possibilidade nesse sentido.
O Rio e Espírito Santo são abastecidos de energia por quatro linhas de transmissão de Furnas que têm Cachoeira Paulista como centro de conexão ao sistema interligado nacional. Uma delas estava desligada porque, devido ao feriado de 1º de janeiro, a demanda estava baixa. Segundo Furnas, só não faltou energia nas áreas abastecidas por geração própria das distribuidoras dos dois Estados (Light e Ampla, no Rio, e Escelsa no Espírito Santo).
O secretário de Energia do Rio, Wagner Victer, disse que o problema só não foi mais grave porque ocorreu em dia de pouco movimento e em um horário com luz natural.



Fonte: Valor Econômico
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