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FGIN

Dificuldade de financiamento é motivado por exigência inadequada

14/07/2004 | 00h00

Com o veto presidencial ao Fundo Garantidor da Indústria Naval (FGIN) a dificuldade dos estaleiros em obter financiamento junto aos bancos e em fornecer contra-garantias aos armadores foi mantida. No entanto, o vice-presidente do estaleiro Eisa, Ronaldo Peryles dos Santos, afirma que o principal é analisar se as garantias exigidas aos estaleiros deveriam cobrir o valor total do empréstimo ou deveriam ser baseadas no risco que realmente compete ao estaleiro.
"O estaleiro não fica com os valores que estão sendo garantidos, eles os repassa imediatamente. Não produzimos aço, nem motores, nem equipamentos e somos responsáveis apenas pela performance do bem. Assim, se o armador quiser que o estaleiro tome empréstimos ou dê garantias sobre o período de construção, será necessária a criação de modelos de financiamento que permitam esse tipo de operação", avaliou.  
Segundo Peryles, a idéia de que os estaleiros tomem empréstimos diretamente é uma novidade criada na legislação em 2000 e que nunca existiu na prática. "Quem buscou iniciar este esquema foi a Transpetro, quando licitou assim os dois panamax e os dois suezmax. O que na prática mostrou-se inviável", comentou.
Até hoje os navios entregues sempre foram financiados pelos BNDES com empréstimos tomados pelos armadores. "Caso os armadores continuem a tomar o financiamento e ser responsáveis pelo risco de construção junto ao BNDES, sem requerer contra-garantias dos estaleiros, a nova lei nada beneficia, nem atrapalha", concluiu Peryles.



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