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Marintec South America

Desafios regulatórios brasileiros dão tom ao segundo dia da Marintec

17/08/2017 | 18h41
Desafios regulatórios brasileiros dão tom ao segundo dia da Marintec
TN Petróleo TN Petróleo

Existem várias oportunidades para o setor naval internacional. A curva de aprendizagem brasileira nos permitiu produzir em um ano no Pré-Sal o que levou 15 para produzir na Bacia de Campos. Este é um indicativo de que a produção recuperará o seu ritmo e a demanda se restabelecerá não apenas para navios-plataforma, mas para todo tipo de embarcação que atenda ao ciclo de exploração e refino de petróleo e gás”. A afirmação, feita na sessão de debates sobre o futuro da indústria offshore e naval, do segundo dia de realização da Marintec South America 2017, é do diretor de Técnica e Fiscalização do Ministério de Minas e Energia, Paulo Moreira de Carvalho, que falou também sobre os futuros investimentos no Pré-Sal e o impacto na demanda na produção naval.

Carvalho ressaltou ainda que um dos desafios que o país enfrenta é adaptar o marco regulatório de forma a encorajar os investimentos e participação internacional. “Conciliar o ritmo necessário para o desenvolvimento com a imposição de conteúdo local é um desafio importante. Hoje essa é uma exigência limitadora”, disse.

Segundo ele, o MME tem vários projetos que extrapolam o escopo do petróleo, abrangendo também gás e combustíveis, o que também são oportunidades de investimentos. “Os leilões programados devem dar um novo ritmo ao desenvolvimento e produção no país; as indústrias nacional e internacional devem estar preparadas porque agora podemos indicar para o mercado uma projeção de demanda mais acurada, o que sempre foi um pedido das empresas”.

Na sequência, o diretor executivo da Associação de Armadores Noruegueses, Ricardo César Fernandes, lembrou que o país terá 19 novas unidades de produção de petróleo e gás até 2021, “o que é uma grande oportunidade de novos negócios para a indústria offshore. Entretanto, essa perspectiva ainda não impactou o mercado naval. Há de se esperar por modificações no marco regulatório que encorajem as empresas estrangeiras a investirem no país”.

Já o diretor da Maersk Supply Service Latin America, João Paulo Braz, alertou para o fato de o mercado marítimo estar reorganizando-se em termos de oferta e demanda. “A frota mundial excede em quase 50% a demanda por transporte. Além disso, existe um processo de fusões e aquisições que altera a dinâmica da oferta de tonelagem. De qualquer forma, no mercado de petróleo e gás, a produção pré-sal deve superar em breve a do não pré-sal, o que indica que existe uma perspectiva de arrefecimento da demanda para a cadeia de fornecedores da indústria naval”.

Espaço Inovação - A Cummins Marine, maior fabricante global e independente de motores a diesel, foi um dos destaques do segundo dia de palestras do “Espaço Inovação” da Marintec, local destinado e reconhecido por antecipar as tendências de mercado e por evidenciar o que há de mais moderno e inovador na atualidade para a indústria naval.

“Sistemas de Propulsão Marítima Assistida Hibridamente” foi o tema da palestra ministrada por Eric Marini, gerente de Produtos da Cummins Marine no “Espaço Inovação”. “Aumentamos nossos esforços para oferecer produtos de eletrificação para este setor, com a entrega dos nossos sistemas que incluem baterias elétricas e plugins híbridos previstos para 2019”. A Cummins já sinalizou suas intenções para ser líder no fornecimento de powertrain eletrificado, não somente no setor naval, mas sim em todos os mercados onde atua, comercial e industrial.

Durante os três dias de evento, empresas consolidadas, nos cenários nacional e internacional, apresentam no Espaço Inovação suas novas tecnologias e soluções ao setor e trazem conteúdos de alto nível sobre sistemas de automação, de comunicação à bordo, construção, manutenção preventiva, navegação, propulsão marítima, vedação de pipings e muitas outras tecnologias aplicadas ao mercado marítimo e offshore serão exibidas. Entre os palestrantes, executivos e técnicos de empresas como Aveva, Cummins, JRC do Brasil, Mareste, Marine Express, Metalock Brasil, Navetron, Roxtec, Sotreq e Wärtsilä.



Fonte: Redação/Assessoria
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