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Derramamento

Deputados vistoriam firma suspeita de contaminar águas pluviais do RJ

29/11/2011 | 17h19
Deputados federais integrantes da comissão externa que acompanha o vazamento de óleo da petroleira norte-americana Chevron no Campo do Frade, na Bacia de Campos, fazem uma vistoria nesta terça-feira (29) na empresa Contecom, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A empresa de manejo de resíduos industriais é suspeita de contaminar o sistema de águas pluviais do município.

Por meio de nota, a Chevron informou que "a Contecom é uma empresa independente subcontratada pela Brasco, com aprovação da Chevron, para disposição final de resíduos, a qual possui licença de operação pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea)".


Prevenção

Segundo o presidente do Ibama, em 2011 foram realizadas pelo órgão ambiental 469 análises técnicas dos planos de emergência das empresas, 100 vistorias em áreas de perfuração de poços, e 17 exercícios simulados de acidentes especificamente no Campo do Frade.

“Acompanhamos durante dois ou três dias a evolução das medidas de prevenção adotadas. Não fiscalizamos a estrutura de perfuração, mas temos exercícios simulados. Esse poço não foi objeto dos exercícios simulados, mas dificilmente teríamos previsto esse acidente”, disse.


Inquéritos

Na segunda-feira (28), o Ministério Público Federal (MPF) em Macaé (RJ) abriu mais três inquéritos para investigar as condições e consequências do vazamento de petróleo no Campo do Frade.

Dois dos inquéritos buscam avaliar se houve omissão do Ibama na elaboração dos planos regionais e nacional de contingência e na fiscalização. A investigação quer apurar ainda se a ANP também falhou no controle da atividade das empresas petroleiras.

O Ibama disse que não é papel do órgão evitar vazamentos, mas sim acompanhar a retirada do óleo e a execução pela empresa do plano de emergência. “O Ibama não combate o vazamento de petróleo. Nós acompanhamos e fiscalizamos o combate feito pela empresa licenciada. Nós podemos fiscalizar o plano de emergência e não onde poderá ocorrer uma emergência”, disse.


Fonte: G1
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