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Empresas

Demanda menor faz OSX rever planejamento

16/05/2013 | 16h50

 

O balanço da OSX, divulgado ontem na quarta-feira, deixou claro os novos rumos que a companhia está tomando em função da condição da sua principal cliente, a OGX, petroleira também controlada pelo grupo EBX, do empresário Eike Batista. Em mensagem publicada no balanço, o presidente da OSX, Carlos Bellot, afirmou que a empresa de construção naval está "reavaliando o plano de negócios", de forma a buscar uma melhor adequação ao atual cenário da indústria de óleo e gás no Brasil.
A OSX foi estruturada para atender a uma grande carteira de encomendas de plataformas da OGX, mas o plano mudou, já que a petroleira vem registrando produção abaixo do previsto. Isso fez com que a própria OSX buscasse clientes no mercado.
"Nesse sentido, temos como perspectiva priorizar os projetos geradores de caixa da unidade de Leasing e dividir em fases a implantação do estaleiro no Açu", diz a mensagem assinada por Bellot. "A obra da fase inicial do estaleiro terá continuidade para atender a atual carteira de encomendas dos clientes, enquanto o cronograma de investimentos adicionais no estaleiro deve ser adaptado à eventual confirmação de novas encomendas de nossa clientela", acrescenta o texto.
Bellot afirma ainda que acredita que a companhia vai atingir os objetivos de longo prazo "com firme disciplina de capital".
A empresa fechou o primeiro trimestre com prejuízo de R$ 20,7 milhões, ante um lucro de R$ 10,2 milhões registrado no primeiro trimestre do ano passado. A receita líquida da companhia ficou em R$ 96,1 milhões entre janeiro e março, uma queda de 9,1% na comparação com os R$ 105,7 milhões de igual período do ano passado.
O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização ficou negativo em R$ 12,4 milhões, ante um resultado positivo de R$ 21,4 milhões nos três primeiros meses de 2012.
O endividamento consolidado da empresa ao fim de março era de R$ 5,5 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão referentes à unidade de construção naval; R$ 644,2 milhões referentes ao FPSO OSX-1; R$ 1,8 bilhão em empréstimo referente ao OSX-2; R$ 1 bilhão referente ao FPSO OSX-3 e aproximadamente R$ 580 milhões em outros financiamentos.

O balanço da OSX, divulgado na quarta-feira (15), deixou claro os novos rumos que a companhia está tomando em função da condição da sua principal cliente, a OGX, petroleira também controlada pelo grupo EBX, do empresário Eike Batista. Em mensagem publicada no balanço, o presidente da OSX, Carlos Bellot, afirmou que a empresa de construção naval está "reavaliando o plano de negócios", de forma a buscar uma melhor adequação ao atual cenário da indústria de óleo e gás no Brasil.


A OSX foi estruturada para atender a uma grande carteira de encomendas de plataformas da OGX, mas o plano mudou, já que a petroleira vem registrando produção abaixo do previsto. Isso fez com que a própria OSX buscasse clientes no mercado.


"Nesse sentido, temos como perspectiva priorizar os projetos geradores de caixa da unidade de Leasing e dividir em fases a implantação do estaleiro no Açu", diz a mensagem assinada por Bellot. "A obra da fase inicial do estaleiro terá continuidade para atender a atual carteira de encomendas dos clientes, enquanto o cronograma de investimentos adicionais no estaleiro deve ser adaptado à eventual confirmação de novas encomendas de nossa clientela", acrescenta o texto.


Bellot afirma ainda que acredita que a companhia vai atingir os objetivos de longo prazo "com firme disciplina de capital".


A empresa fechou o primeiro trimestre com prejuízo de R$ 20,7 milhões, ante um lucro de R$ 10,2 milhões registrado no primeiro trimestre do ano passado. A receita líquida da companhia ficou em R$ 96,1 milhões entre janeiro e março, uma queda de 9,1% na comparação com os R$ 105,7 milhões de igual período do ano passado.


O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização ficou negativo em R$ 12,4 milhões, ante um resultado positivo de R$ 21,4 milhões nos três primeiros meses de 2012.


O endividamento consolidado da empresa ao fim de março era de R$ 5,5 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão referentes à unidade de construção naval; R$ 644,2 milhões referentes ao FPSO OSX-1; R$ 1,8 bilhão em empréstimo referente ao OSX-2; R$ 1 bilhão referente ao FPSO OSX-3 e aproximadamente R$ 580 milhões em outros financiamentos.



Fonte: Valor Econômico
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