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Álcool

Demanda já dá mostras de desaceleração

09/12/2008 | 02h41

A demanda por álcool combustível começa a dar sinais de arrefecimento no mercado interno. O assunto foi pauta durante a reunião de ontem entre distribuidoras, usinas e executivos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

 

 

Segundo Antonio de Padua Rodrigues, diretor-técnico da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica), a estimativa da cadeia produtiva é de que a queda do consumo em novembro pode chegar a 10% sobre outubro. Rodrigues afirmou que a Unica ainda não tem uma estatística fechada sobre o consumo. "O que pode ter afetado a demanda é que novembro teve menos dias úteis em relação a outubro."

 

 

O consumo de gasolina C (que inclui a mistura de 25% de álcool anidro) foi recorde em outubro, atingindo 2,23 bilhões de litros, alta de 3,2% sobre o mesmo mês de 2007 - a média do ano até outubro ficou em 2,07 bilhões de litros, informou Rodrigues, com base nos dados da ANP. A demanda por álcool hidratado também caiu em novembro. Em outubro ficou em 1,2 bilhão de litros, alta de 21% sobre igual período do ano passado - para uma média mensal no acumulado do ano de 1,06 bilhão.

 

 

No levantamento divulgado pela ANP ontem, o álcool ainda segue competitivo em 17 Estados, uma vez que seus preços estão abaixo de 70% sobre a gasolina. No entanto, a paridade está cada vez mais estreita por conta da chegada da entressafra, observa Marcelo Andrade, da Ecoflex Trading. Dos 17 Estados, sete já superam os 65%.

 

 

Segundo Andrade, os preços do álcool combustível na região Nordeste do país estão com preços mais baixos que o do Centro-Sul. Tradicionalmente, as cotações daquela região são mais firmes, mesmo durante a colheita.

 

 

"O risco de desabastecimento será menor nesta entressafra, que será marcada por cotações firmes a partir de janeiro, mas abaixo das praticadas nos últimos dois anos", afirmou Andrade.
 



Fonte: Valor Econômico
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