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Combustíveis

Dedini triplica investimentos em 2005 e eleva aposta em biodiesel

14/03/2005 | 00h00

A Dedini Indústria de Base S/A, de Piracicaba (SP), planeja ampliar seus investimentos totais de R$ 40 milhões, em 2004, para R$ 130 milhões este ano, e decidiu apostar no mercado de biodiesel. Assim, parte dos novos aportes serão utilizados na instalação, até julho, de uma usina-piloto de biodiesel em Piracicaba. "A empresa pretende alcançar a liderança nessa área, como já ocupa no setor de açúcar e álcool", afirmou Tarcísio Ângelo Mascarim, diretor corporativo.
No fim de 2004, a empresa firmou com a italiana Ballestra (que em seu país fornece equipamentos para usinas de biodiesel à base de metanol) um acordo de transferência de tecnologia. A meta é desenvolver equipamentos para produção de biodiesel à base de álcool e óleo de soja. A unidade irá produzir, em princípio, 6 mil litros/dia de biodiesel e servirá de modelo para a venda dos equipamentos.
Mascarim observou que o governo limita a oferta do combustível a 2% do mercado de diesel, o que significa a produção de 800 milhões de litros por ano. A Dedini pretende atrair as empresas que atuam com soja e as usinas de cana, que podem produzir biodiesel com soja, milho e amendoim - usadas na rotação com a cana.
A Dedini também planeja instalar uma unidade de equipamentos em Araçatuba (SP) para produzir e reparar peças e equipamentos na área sucroalcooleira. O projeto demandará de R$ 5 milhões a R$ 10 milhões. A empresa quer, ainda, tornar contínua, a partir de abril, a extração de álcool a partir de bagaço e palha de cana. A tecnologia, batizada de Dedini Hidrólise Rápida (DHR), é desenvolvida desde 2003 na usina São Luiz, em Pirassununga (SP), e permite dobrar a produção de álcool a partir da mesma área plantada. "Havendo sucesso nessa fase do projeto, a empresa começará a comercializar os equipamentos em 2006".
Para 2005, a empresa espera elevar seu faturamento de R$ 450 milhões para até R$ 700 milhões. O diretor corporativo disse que esse crescimento será obtido com o aumento das vendas de equipamentos para a área sucroalcooleira, que responde por 40% do seu faturamento anual, e pela maior procura de equipamentos pelas indústrias de alimentos, que representa 30% de sua receita.
A Dedini também pretende elevar a fatia das exportações no faturamento, dos atuais 10% para até 40%. A empresa exporta principalmente peças para reposição. Neste ano, ela inicia o embarque de seis moendas para a companhia americana Usasugar (United States Sugar Corporation), avaliadas em US$ 11 milhões. Mascarim disse que a demanda na América Latina também está maior neste ano.



Fonte: Valor Econômico
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