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Alcool

Dedini com foco na PDVSA

23/02/2010 | 09h38
Depois de fornecer quatro destilarias de etanol para a PDVSA, a Dedini Indústrias de Base espera ampliar a participação no projeto da estatal petroleira venezuelana de criar um polo de produção de álcool naquele país. "São 11 unidades previstas, cada uma com capacidade de produção de 130 milhões de litros por safra, e estamos pleiteando participar do fornecimento das outras sete destilarias", afirmou José Luiz Olivério, diretor da companhia. Segundo ele, a companhia espera para breve uma resposta da petroleira às propostas feitas para as sete plantas restantes.


Metade de toda a estrutura para as quatro primeiras destilarias no polo de Barquisimeto, na Venezuela, já foi enviada entre novembro de 2009 e janeiro deste ano. O resto irá até agosto. A previsão inicial da PDVSA é iniciar a produção de etanol anidro de cana-de-açúcar em 2011, dentro de um projeto de misturar 10% do combustível à gasolina consumida na Venezuela. "Além de ampliar a criação de um mercado regional do etanol, a intenção dos venezuelanos é fixar o produtor no campo, por meio da produção de cana", disse Olivério.


O executivo da Dedini lembra que "a PDVSA foi a pioneira entre as companhias de petróleo a investir em projetos greenfield, ou seja, em destilarias iniciadas a partir do zero". Outras petroleiras, como a British Petroleum (BP), Petrobras e Shell, já investiram na produção do combustível alternativo, mas por meio de aquisições ou parcerias com usinas já existentes no Brasil.


O fornecimento de unidades produtoras de etanol à Venezuela reforçou o mercado externo da Dedini em uma época de crise internacional, que trouxe impactos diretos na indústria de base, com o adiamento de projetos de novas usinas no Brasil desde o final de 2008. A partir de então, a Dedini forneceu usinas ou parte delas para companhias no Uruguai, Sudão e nos Estados Unidos.


No entanto, com o reaquecimento do mercado e um cenário de preços remuneradores para açúcar e álcool, a Dedini já sente a retomada de consultas de clientes brasileiros para a reativação dos projetos suspensos após a crise. "Além do etanol, os investimentos do setor de produção de açúcar, por exemplo, que estavam suspensos há cinco, seis anos, foram retomados e há um reaquecimento do mercado, com novas consultas", disse. "A partir de março, esperamos anunciar os novos negócios", concluiu o diretor da Dedini.


Fonte: Jornal do Commercio
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