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Economia

Custo de equipamento pode elevar preço da energia eólica, diz Renova

09/11/2012 | 15h38

 

O presidente da Renova Energia, Mathias Becker, afirmou há pouco que as mudanças propostas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar a fabricação de equipamentos eólicos devem causar um aumento do preço médio dos parques nos próximos leilões de energia.
“Com a mudança nas regras do BNDES para o Finame e a pressão do custo de financiamento dos equipamentos, os preços da energia eólica devem subir também”, disse o executivo em teleconferência com jornalistas sobre os resultados da empresa no terceiro trimestre de 2012.
O BNDES está estudando a mudança na metodologia da linha Finame para os fabricantes de equipamentos eólicos. Hoje, eles precisam comprovar um índice de nacionalização de 60%. Pela nova regra, algumas peças específicas precisarão ser produzidas no Brasil. A ideia é que a quantidade de peças específicas obrigadas a serem fabricadas no país aumente gradativamente ao longo dos anos.
A Renova inscreveu 270 megawatts de projetos eólicos para os leilões A-3 e A-5, com início de fornecimento de energia, em 2015 e 2017, respectivamente. Os leilões estão previstos para serem realizados em dezembro.

O presidente da Renova Energia, Mathias Becker, afirmou há pouco que as mudanças propostas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar a fabricação de equipamentos eólicos devem causar um aumento do preço médio dos parques nos próximos leilões de energia.


“Com a mudança nas regras do BNDES para o Finame e a pressão do custo de financiamento dos equipamentos, os preços da energia eólica devem subir também”, disse o executivo em teleconferência com jornalistas sobre os resultados da empresa no terceiro trimestre de 2012.


O BNDES está estudando a mudança na metodologia da linha Finame para os fabricantes de equipamentos eólicos. Hoje, eles precisam comprovar um índice de nacionalização de 60%. Pela nova regra, algumas peças específicas precisarão ser produzidas no Brasil. A ideia é que a quantidade de peças específicas obrigadas a serem fabricadas no país aumente gradativamente ao longo dos anos.


A Renova inscreveu 270 megawatts de projetos eólicos para os leilões A-3 e A-5, com início de fornecimento de energia, em 2015 e 2017, respectivamente. Os leilões estão previstos para serem realizados em dezembro.

 



Fonte: Valor Online
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