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Mão de Obra

CSN pode demitir até 1,6 mil funcionários, diz sindicato

03/04/2012 | 12h45
Os empregados da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), a pouco menos de um mês da data-base de negociação de acordo coletivo de trabalho com a empresa, previsto para primeiro de maio, vivem um clima de tensão e expectativa. Há informações de que a CSN planeja demitir em torno de 8% a 10% de seu quadro total de funcionários - cerca de 1,6 mil pessoas. Apenas em Volta Redonda (RJ), onde fica a usina de aço da empresa, a previsão é de 500 demissões.

O presidente do Sindicato dos Engenheiros de Volta Redonda, João Thomaz, afirmou que ainda não foi notificado pela CSN sobre qualquer demissão, mas acredita que os cortes serão feitos em todas as áreas da companhia, atingindo principalmente  profissionais mais velhos.

Atualmente, a empresa tem 20 mil funcionários no Brasil e exterior. Conforme apurou o jornal 'Valor', o corte atingiria todas as unidades da empresa - de siderurgia, mineração, cimento e logística. Procurada, a CSN informou, via assessoria de imprensa, que não comenta o assunto.

Na reunião do dia primeiro de maio com a CSN, engenheiros e metalúrgicos devem apresentar proposta de reajuste salarial com base no acumulado em 12 meses encerrados em abril do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais 3%. No acumulado em 12 meses até fevereiro, o INPC subiu 5,47%.

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, Renato Soares, disse que o objetivo da CSN pode ser pressionar o governo, por meio da demissão de funcionários da empresa. “Talvez pleiteie do governo uma desoneração ou esteja forçando um financiamento no BNDES”, disse Soares.

Ele está em Brasília e fará reunião com o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, a fim de mobilizar o movimento sindical.

Em 2011, a CSN teve lucro líquido de R$ 3,66 bilhões, 45,8% superior ao de 2010. Em razão dos números, os sindicatos não veem motivos para a empresa demitir.  A CSN tem 16 mil funcionários e atua no Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rondônia e Ceará).


Fonte: Valor Econômico
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