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Siderúrgica

CSA volta a poluir casas de seu entorno

01/11/2012 | 11h49

 

Técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) estiveram na quarta-feira (31) nas instalações da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) Thyssen-Krupp, em Santa Cruz, na zona oeste da capital fluminense, verificando denúncia feita por moradores sobre um pó prateado expelido pela fábrica que atingiu casas do entorno. A chuva de prata é um material em partículas, proveniente da produção de ferro-gusa, que já atingiu as moradias da região diversas vezes.
A presidenta do Inea, Marilene Ramos, vai divulgar o resultado da vistoria feita nas instalações da CSA. Caso seja constatada a reincidência de crime ambiental, o órgão anunciará as medidas a serem adotadas contra a empresa.
A Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) explicou, em nota, que com o tempo seco e as rajadas de vento da terça-feira (30) de manhã, o sistema que deixa o grafite úmido "não foi suficiente para impedir a suspensão das partículas".
Em agosto de 2010, o Inea multou em R$ 1,8 milhão a siderúrgica por poluir o ar no seu entorno com pó de prata. Em janeiro de 2011 - após outro acidente -, a CSA voltou a ser multada, desta vez em R$ 2,8 milhões. Além disso, foi obrigada a pagar uma compensação indenizatória de R$ 14 milhões, que vêm sendo investidos em obras na região, nas áreas de saúde, controle de inundação e ressarcimento aos pescadores da Baía de Sepetiba.
Em abril de 2012, a companhia assinou um termo de ajustamento de conduta (TAC) com a Secretaria Estadual do Ambiente (SEA) e o Inea. A CSA assumiu o compromisso de modernizar o processo de produção para evitar novos danos ao meio ambiente na região.

Técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) estiveram na quarta-feira (31) nas instalações da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) Thyssen-Krupp, em Santa Cruz, na zona oeste da capital fluminense, verificando denúncia feita por moradores sobre um pó prateado expelido pela fábrica que atingiu casas do entorno. A chuva de prata é um material em partículas, proveniente da produção de ferro-gusa, que já atingiu as moradias da região diversas vezes.


A presidenta do Inea, Marilene Ramos, vai divulgar o resultado da vistoria feita nas instalações da CSA. Caso seja constatada a reincidência de crime ambiental, o órgão anunciará as medidas a serem adotadas contra a empresa.


A Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) explicou, em nota, que com o tempo seco e as rajadas de vento da terça-feira (30) de manhã, o sistema que deixa o grafite úmido "não foi suficiente para impedir a suspensão das partículas".


Em agosto de 2010, o Inea multou em R$ 1,8 milhão a siderúrgica por poluir o ar no seu entorno com pó de prata. Em janeiro de 2011 - após outro acidente -, a CSA voltou a ser multada, desta vez em R$ 2,8 milhões. Além disso, foi obrigada a pagar uma compensação indenizatória de R$ 14 milhões, que vêm sendo investidos em obras na região, nas áreas de saúde, controle de inundação e ressarcimento aos pescadores da Baía de Sepetiba.


Em abril de 2012, a companhia assinou um termo de ajustamento de conduta (TAC) com a Secretaria Estadual do Ambiente (SEA) e o Inea. A CSA assumiu o compromisso de modernizar o processo de produção para evitar novos danos ao meio ambiente na região.

 



Fonte: Agência Brasil
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