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Punição

CSA é multada em R$ 10,5 milhões

01/11/2012 | 17h55

 

O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, e a presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, anunciaram na manhã desta quinta-feira (1º) que a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), em Santa Cruz, será multada em R$ 10,5 milhões pela ocorrência de uma nova chuva de prata - dispersão de material particulado oriundo da produção de ferro-gusa - que ocorreu na última terça-feira (30).
A siderúrgica também terá que custear as obras de infraestrutura da área rural do bairro São Fernando, além de fazer o plantio de 15 mil árvores nos bairros afetados.
A indústria teria alegado que o material, que fica armazenado em pilhas ao ar livre, foi dispersado no ar por causa das condições climáticas do dia (ventava muito na região) e porque não houve carro-pipa para transportar a água que seria usada para umidificar os resíduos. Diante disso, a CSA recebeu um prazo de 30 dias para apresentar um projeto para que eles não dependam de carros-pipa para fazer umidificar as pilhas de resíduos.
Em agosto de 2010, o Inea multou em R$ 1,8 milhão a CSA por poluir o ar no entorno da siderúrgica com pó de prata. Em janeiro de 2011, após outro acidente, a siderúrgica voltou a ser multada, desta vez em R$ 2,8 milhões. A CSA também foi obrigada a pagar uma compensação indenizatória de R$ 14 milhões, que vem sendo aplicados em obras na região, em saúde, controle de inundação e ressarcimento aos pescadores.
Em abril de 2012, a companhia assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Secretaria estadual do Ambiente (SEA) e o Inea se comprometendo a modernizar seu processo de produção para evitar novos incidentes ambientais.

O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, e a presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, anunciaram na manhã desta quinta-feira (1º) que a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), em Santa Cruz, será multada em R$ 10,5 milhões pela ocorrência de uma nova chuva de prata - dispersão de material particulado oriundo da produção de ferro-gusa - que ocorreu na última terça-feira (30).


A siderúrgica também terá que custear as obras de infraestrutura da área rural do bairro São Fernando, além de fazer o plantio de 15 mil árvores nos bairros afetados.


A indústria teria alegado que o material, que fica armazenado em pilhas ao ar livre, foi dispersado no ar por causa das condições climáticas do dia (ventava muito na região) e porque não houve carro-pipa para transportar a água que seria usada para umidificar os resíduos. Diante disso, a CSA recebeu um prazo de 30 dias para apresentar um projeto para que eles não dependam de carros-pipa para fazer umidificar as pilhas de resíduos.


Em agosto de 2010, o Inea multou em R$ 1,8 milhão a CSA por poluir o ar no entorno da siderúrgica com pó de prata. Em janeiro de 2011, após outro acidente, a siderúrgica voltou a ser multada, desta vez em R$ 2,8 milhões. A CSA também foi obrigada a pagar uma compensação indenizatória de R$ 14 milhões, que vem sendo aplicados em obras na região, em saúde, controle de inundação e ressarcimento aos pescadores.


Em abril de 2012, a companhia assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Secretaria estadual do Ambiente (SEA) e o Inea se comprometendo a modernizar seu processo de produção para evitar novos incidentes ambientais.

 



Fonte: Redação
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