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Lobão

Crise não interferirá em investimentos no pré-sal

16/10/2008 | 04h25

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse ontem que a crise financeira internacional não vai interferir nos investimentos para a exploração de petróleo e gás da camada pré-sal, em águas ultraprofundas. "Estou convencido de que não teremos sofrimento nessa matéria", disse o ministro.

 

Lobão avaliou que, de certo modo, a crise dos mercados "já está esmaecendo". "Não de maneira absoluta, mas a intensidade do passado já não existe. Os países estão tomando providências bastante firmes, inclusive o Brasil, para conter a crise", disse.

 

Equador. O Equador ganharia mais com a presença da Petrobras no país, proporcionalmente, do que os lucros que a empresa brasileira poderia tirar de suas operações em solo equatoriano, avaliou, ontem, o ministro de Minas e Energia. Edison Lobão, que defendeu uma "solução civilizada" para o conflito.

 

"A Petrobras, eu poderia dizer, não está tendo lucros no Equador, ela está aí para ajudar. Se ela não for bem-vinda, deve haver uma solução civilizada", disse o ministro.

 

Ao comentar notícias recentes de que o presidente do Equador, Rafael Correa, teria a intenção de expulsar a Petrobras, Lobão minimizou a ameaça. "Ele (presidente) pode fazer o que entender. Ele dirige um país soberano, (mas) não creio que ele vá fazer absolutamente nada disso. A Petrobras está ajudando o Equador", destacou, observando que a estatal brasileira conta com dois blocos no país, sendo um inexplorado, além de um oleoduto.

 

A Petrobras não quer ser prestadora de serviço no Equador, que ainda reivindica que a estatal devolva o controle do bloco 31, nas imediações do Parque Nacional de Yasuní, ainda não explorado. A empresa explora o bloco 18, produzindo cerca de 11 mil barris diários de petróleo, e no momento negocia com o governo equatoriano sobre seus ativos no país, que inclui ainda um oleoduto que opera.

 

Segundo o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, em declaração a jornalistas na terça-feira, as negociações no Equador estão prosseguindo dentro da normalidade e ainda não há definição sobre a situação da empresa naquele país.



Fonte: Jornal do Commercio
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